Recomendo vivamente a leitura do artigo de Miguel Sousa Tavares (MST) no Expresso deste sábado.
| Só vou comentar o artigo, não o autor (a Teggy deve ser uma fera quando se zanga) |
É uma análise factual, objectiva, que descreve como chegámos até aqui, de como os responsáveis pela grave situação portuguesa são muitos, vêm bem de trás, de décadas. Relembra como foi com Cavaco Silva que a economia maior desbaste sofreu, relembra também como Sócrates herdou um défice grande dos governos PSD, como conseguiu reduzi-lo, como a UE - na sequência da grave crive financeira que sucedeu à queda do Lehman's - deu orientações para que se injectassem recursos na economia para ver se se evitava a recessão até ao dia em que as sacrossantas agências de notação financeira decidiram que isso era mau e aí o paradigma mudou, recorda como o PSD criticava Sócrates por sacrificar os portugueses com tanta austeridade, recorda que Sócrates foi derrotado pela esquerda e pela direita porque não queriam aumentos de impostos, sacrifícios.
Relembra ainda MST que um governo PSD queria várias linhas TGV's, e relembra tantas e tantas coisas para mostrar como é absurdo transformar Sócrates no bode expiatório de tudo o que de mau aconteceu ao País.
Relembra que a crise que se verifica aqui não é só daqui, tal como não era da só Grécia, tal como não é da Bélgica, da Itália, da Alemanha, da França. É uma crise generalizada que mostra a fragilidade do modelo europeu face à desregulação de mercados financeiros que actuam por forma a conquistar empresas ao preço da uva mijona, por forma a obter rendimentos elevados em tudo o que puderem, e o mais que se sabe.
Concordo na íntegra com este artigo de Miguel Sousa Tavares (... e, cá para mim, não consigo deixar de pensar se ele falará de política em casa... é que ele e a Teresa Caeiro não podiam ter visões mais antagónicas).
Como tantas vezes aqui tenho referido, governar sacrificando a população, empobrecendo-a, não é inteligente, não é sério, não é justo. Sacrificar uma população, dizendo aos que não têm trabalho para irem tentar a sorte noutro País (isso é coisa que se diga, ó senhor passos coelho, iswso é coisa que se diga...?!!!? Shame, shame on you!). Baixar ordenados e, ainda por cima, fazê-lo ao mesmo tempo que aumenta impostos para além do decente, aumentando taxas, tarifas, preços, é atirar para a miséria com parte da população. Governar destruindo a economia é retirar a esperança aos jovens, é retirar a segurança a todos, é retirar algum resto de conforto aos velhos. É imoral, indecente, indesculpável.
O reequilíbrio das contas não pode servir de desculpa para a destruição do País. Este governo, que actua como servo de Angela Merkel, é o que está a fazer: está a destruir o País. Vai vender a componente nacional das nossas melhores empresas a empresas estrangeiras, grande parte delas empresas estatais estrangeiras - o que é o mais descabelado absurdo; vai levar à falência com um elevado número de pequenas e médias empresas, vai levar ao descalabro irreversível do que resta do tecido empresarial português.
Aumenta as portagens, mal se pode já circular nas estradas do País, aumenta o preço das consultas médicas, aumenta o preço dos transportes, da electricidade, de tudo. Um Portugal de repente muito mais pobre, desesperançado, espoliado.
O reequilíbrio das contas não pode servir de desculpa para a destruição do País. Este governo, que actua como servo de Angela Merkel, é o que está a fazer: está a destruir o País. Vai vender a componente nacional das nossas melhores empresas a empresas estrangeiras, grande parte delas empresas estatais estrangeiras - o que é o mais descabelado absurdo; vai levar à falência com um elevado número de pequenas e médias empresas, vai levar ao descalabro irreversível do que resta do tecido empresarial português.
Aumenta as portagens, mal se pode já circular nas estradas do País, aumenta o preço das consultas médicas, aumenta o preço dos transportes, da electricidade, de tudo. Um Portugal de repente muito mais pobre, desesperançado, espoliado.
Este governo está a puxar Portugal para baixo, para trás. Não consigo ficar calma quando penso nisto.
Não pode ser. Não podemos ter 4 anos disto.
Não pode ser. Não podemos ter 4 anos disto.
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Não posso sair daqui assim, mal disposta. Como é que hei-de espairecer? Deixa lá ver...
Talvez esteja na horinha Chanel, não ...?
Ok, vamos lá então ver roupinha bonita, glamour, pessoas que adivinhamos que estão todas cheirosinhas só de as vermos. Venham daí comigo, vamos ver o Bleu de Chanel e depois, meus amigos e minhas amigas, que elegância, que coisas requintadas, verdadeiros métiers d'árt. Paris-Bombaim. Chanel, what else?
E que tenham, meus amigos e amigas, uma bela semana - é o que eu vos desejo.












