Os telejornais ou noticiários -- ou como se lhes queira chamar -- das 20 agora são um pack: notícias, comentário, tertúlia, reportagens. Cabe lá tudo e mais um par de botas.
Cá em casa não há preferência por nenhum dos canais. Se calha termos a televisão ligada, deixamos estar onde no momento nos pareça estar a dar alguma coisa mais interessante, menos maçadora.
Hoje, porque os telefonemas familiares empurraram a hora do nosso jantar para mais tarde do que é costume (agora temos vindo a tentar não jantar muito depois das 8), calhou sentarmo-nos à mesa e, pouco depois, começar a dar uma reportagem sobre uma das Blue Zones, um daqueles locais abençoados em que a vida corre simples e afável e em que um número significativo de pessoas consegue ter vidas longas e felizes.
Vi com gosto. Uma maravilha.
E a Susana André, que bela repórter. Também com simplicidade, também com afabilidade, conversou com as pessoas das aldeias, visitou-as, acompanhou-as. Que maravilha de reportagem, mesmo.
Provavelmente é um lapso imperdoável da minha parte mas nunca tinha ouvido falar na Susana André mas vou passar a estar atenta. E vão daqui os meus parabéns para ela!
Ontem cheguei à noite com uma certa dor no colo do fémur. Na cama, não foi fácil encontrar uma posição inócua. Felizmente não me impediu de dormir. Mas, de quando em quando, tinha que me reposicionar.
Ao queixar-me, o meu marido zangou-se, diz que parece que não aprendo.
A questão é que, de dia, tinha andado a apanhar caruma, pinhas roídas, folhas secas, terra. Puxo com ancinho ou varro, faço montes e depois, se o local de destino está perto, apanho à mão e ponho lá. Se não, coloco dentro de um cilindro de ráfia e transporto-o até onde o possa despejar.
Como sempre acontece, não me custa, não me canso, não me dói nada. O meu marido avisa-me que tenha cuidado. Ele andava a fazer o mesmo e a cortar ramos de carrasco e de aroeira. Pensei que estava a ser cautelosa, que não estava a fazer nada de extraordinariamente pesado. Mas o meu corpo, depois de tanto que trabalhou, parece que se tomou de melindres e, agora, a cada trabalho mais árduo, ressente-se. A idade tem isto, creio que desgasta um bocado as articulações. Não sei.
[Não sei se já contei que há uns meses fiz uma osteodensiometria. Numa outra, feita algum tempo antes, tinha sido assinalado que tinha baixa densidade óssea, não osteoporose mas a caminho disso. Então, ao ver o relatório e ao ver que lá estava escrito que havia uma significativa alteração, fiquei assarapantada, julgando que tinha piorado. Afinal, foi ao contrário, estava bem melhor. Caminhadas, ar livre e sol produziram bons resultados.]
Felizmente, acordei melhor. O sono tem um poderoso efeito reparador.
Ontem tinha ido visitar a minha mãe e depois fomos ficar com uns dos meninos até os pais chegarem.
Este domingo foi tranquilo. Estava na dúvida sobre a minha capacidade para fazer uma caminhada mas fui. Fizemos um belo passeio por um agradável pinhal. Estava muito mais fresco do que nos dias anteriores, a prometer chuva, mas, afinal, o que veio pouco mais foi que uns envergonhados pingos.
Para o almoço fiz maruca cozida com batata normal, batata doce, feijão verde, cebola e ovo. De sobremesa, uvas das nossas.
Ao fim do dia, novo passeio.
Não será por falta de me mexer que emperrarei, nem será por comer comida pouco saudável que me entupirei.
(A minha filha diz que, nisto da comida, o meu problema são as quantidades, diz que deveria comer menos. Não digo que não. Mas tenho sempre apetite. Gosto de comer.)
Entretanto, hoje estive também na conversa com amigos reencontrados e com outros com quem, em tempos, partilhei os mesmos espaços sem o saber. A vida é uma coisa extraordinária. Surpreendo-me a cada dia que passa. Penso que as pessoas que se fecham sobre si próprias acabam por não colher das surpresas da vida nem a metade.
Agora, à noite, estive a ouvir música e a ver mais um daqueles vídeos sobre as Blue Zones, aquelas zonas do planeta em que as pessoas vivem, saudáveis, até mais tarde.
É o que se sabe: vida activa, ar livre, trabalhar, caminhar, comida simples (vegetais, frutos secos, feijão...). Partilho convosco pois pode ser-vos útil.
The secret to longer life may be in where you live, not exercise or supplements
ABC News’ Phil Lipof spoke with Dan Buettner, National Geographic Explorer and author of “Blue Zones: Secrets for Living Longer,” about how certain lifestyles can be reverse engineered for long life.
Desejo-vos uma boa semana a começar já nesta segunda-feira
Há bocado o meu filho perguntou se tínhamos ido passar o dia ao campo. Só então me lembrei dessa nossa intenção. Éramos para ter ido, de facto. Acontece que nos esquecemos. Não dá para acreditar mas juro que é verdade. Esquecemo-nos.
No sábado à noite estava tão cansada e fiz um esforço tão grande para não adormecer na sala não fosse depois faltar-me o sono na cama que, afinal, espertei tão radicalmente que voltei a ter uma insónia das brabas. Só adormeci de manhã, provavelmente perto das seis. Horrível. Por isso depois dormi até às onze.
E, de tarde, depois do almoço, fui até ao cadeirão e adormeci. Devo ter dormido, no mínimo, mais de uma hora. E o meu marido, ainda que em ciclos distintos, também esteve hoje fora de combate.
Pode parecer estranho mas é verdade. A minha filha já sugeriu que fizéssemos umas análises se isto continuar assim. Se calhar. Se nos mantivermos assim na volta teremos mesmo que investigar o que se passa, se isto é normal, esta falta de energia.
Felizmente não precisei de cozinhar. Hoje, quer ao almoço quer ao jantar, comemos restos. Por exemplo, ao jantar e tudo em frio, a minha refeição foi: um bocadinho de arroz, meio hambúrguer (de carne de vaca e porco), meio queijo fresco de cabra (usando o líquido para temperar), uns quantos bagos de uva, uma maçã pequena cortada aos cubinhos, alface, um bocado de paté de frango (1) e o que sobrou da emulsão de tomate (2). Temperei com azeite e orégãos.
Soube-me lindamente. Cada vez gosto mais de comidas assim, frias, simples, feitas na hora. Misturadas variadas.
(1) Paté de frango, feito para barrar fatias de pão torrado no forno:
Cozi peito de franco com um cebola grande e meio alho francês. Escorri o caldo. Depois moí tudo (carne, cebola, alho francês e salsa) com varinha mágica e fui juntando o caldo qb (que foi quase todo pois cozi com pouca água). Juntei sumo de limão, cebolinho fresco, um pouco de ketchup, azeite. Moí bem até ficar uma pasta cremosa.
(2) Emulsão de tomate, idem para as tostas em cima da qual coloquei salmão fumado:
Num copo misturador, coloquei três tomates bem maduros e moí bem. Depois juntei um pouco de sal, um pouco de coentros frescos e orégão e fui juntando, devagar, um fio de azeite enquanto continuo a bater com a varinha.
Fizemos duas caminhadas, uma antes de almoço pelo campo aqui perto, outra, ao fim do dia, aqui pelo meio das casas, passeio que adoro fazer.
Pelo meio só me sobrou tempo para fazer umas pesquisas para me ajudar na mais ingrata das tarefas: a escolha do nome do livro e do pseudónimo. Ontem testei os que tinha escolhido e não fui muito bem sucedida.
No que respeita ao título, eu também não estava muito convencida. Hoje tive um vaipe. Já está.
No que se refere ao pseudónimo é que é do caraças. Claro que o meu marido, em vez de ajudar, só desajuda. Goza, desconstrói, parodia e depois, se quero que leve a sério, já o apanho com a paciência esgotada. A Fátima, estimada Leitora, deu-me boas sugestões mas como agora meti na cabeça que quero um pseudónimo que, eventualmente, venha a vingar doravante, a coisa fia mais fino.
Cada vez a televisão ocupa um espaço mais diminuto nas nossas vidas. Só à noite a ligamos. Eu vou espreitando enquanto brinco com o computador, o meu marido usa-a para refilar, fazer zapping ou adormecer. Mas há bocado estive a ver, em gravação, a entrevista da Rita Ferro, na sua casa em Salvaterra, com o Goucha. Gostei de ver. É ela.
O meu marido no fim disse: 'Não acredito em nada do que ela disse'. Fiquei admirada. Eu acreditei em tudo. Ele não. Diz que acha que ela diz o que, no momento, lhe apetece dizer ou que acha que vai produzir mais efeito.
Fiquei a pensar que isto de existir é uma coisa ingrata: haverá sempre quem não acredite no que dizemos ou que distorça ou desvalorize o que dizemos. Pensamos que estamos a ser genuínos, a falar com o coração nas mãos, e depois alguém diz: 'nada daquilo é sincero'. Ou o contrário: quantas vezes as pessoas encenam uma pose, exibem um personagem, tudo teatro. E, no fim, algumas pessoas concluirão: 'Pessoa franca, exemplo a seguir'.
Os hábitos e os alimentos mais saudáveis que estão presentes na vida de pessoas com mais de 100 anos
Como se vive nas Blue Zones?
Have you ever wondered how people in certain parts of the world live well into their 100s with remarkable health and vitality? These people live in the so-called "blue zones" and they have several things in common, one of which is their diet. In this video, we'll be exploring the specific foods that are commonly consumed by centenarians in blue zones and have been linked to longevity.
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Os cães foram pintados por Franz Marc
E, na partida de Ryuichi Sakamoto, Forbidden Colours
Acho bonito que chamem às zonas do mundo onde as pessoas vivem até mais tarde 'zonas azuis'. O azul é uma cor saudável, tranquila, a origem e o fim de tudo -- isto, claro, depois e antes do branco original e final, depois e antes do grande infinito. O azul, o vasto horizonte que se funde com o grande líquido azul que transporta e preserva a vida, dentro e fora de nós.
Não me lembro se já algma vez aqui falei disto: os locais da Terra onde há idosos a quem a idade não pesa, vivendo muitas vezes até para lá dos cem anos, mas vivendo com qualidade, felizes da vida.
A nova obra do Bordalo II - um big gato na Expo
É um fenómeno que tem atraído a atenção de jornalistas e de cientistas. E eu, que sempre convivi de perto com gente de avançada idade, interesso-me pelo assunto.
Ainda conheci uma bisavó. Eu era muito pequena e lembro-me de uma velhinha deitada num quarto da casa da minha avó. Dos outros bisas não faço ideia. Tenho uma fotografias de um casal de bisavós e julgo que eram os pais da minha avó paterna mas não garanto. Nada sei deles, não me lembro de alguma vez ter ouvido falar deles. Daquele que fugiu às dívidas de jogo e mulheres ninguém sabia nada. Durante muito tempo, se se falava nele, alguém dizia: 'Se calhar ainda está vivo' mas, que eu saiba, nunca ninguém mexeu uma palha para saber do seu paradeiro. Sabia-se que tinha ido lá para as américas do sul e pouco ou nada mais. E creio que o recíproco também foi verdadeiro. Digo creio porque é isso: mão juro que assim tenha sido.
Quanto aos meus avós, tirando um que morreu novo num acidente horrível, os outros viveram até bem tarde. E o tempo vai passando e agora já são os meus netos que vèem um velhinho na cama e o velhinho agora é o meu pai. E ainda me custa chamar velhinho ao meu pai porque o meu pai sempre foi um homem tão desportista, tão autónomo, tão 'bem conservado' e parece que ainda acho que aquele AVC foi, de facto, uma coisa acidental, que não devia mesmo ter acontecido, daquelas rasteiras que veio mudar o rumo normal das coisas, interromper o que tinha tudo para ser uma vida tranquila para ele e para a minha mãe. Tentamos todos que viva o melhor possível mas o grau de consciência dele já é uma coisa que, para nós, é cada vez mais enigmática.
Mas a minha mãe, essa, sim, poderia muito bem figurar numa destas reportagens das blue zones. Tem uma vitalidade, uma jovialidade e um aspecto que parece de mulher muito mais nova. O que ela faz, o que ele pensa, o que ela ri, transforma-a num exemplo para quem lida de perto com ela. Os netos e bisnetos adoram estar lá em casa. E não é só pelo banquete que ela sempre prepara, é mesmo pela boa onda, pela compreensão e leveza com que encara a vida (apesar da tristeza -- e prisão -- que é partilhar a vida com alguém que se vê a definhar progressivamente, sem esperança que um dia melhore).
Mas, voltando às zonas azuis, o que parece ser comum entre os muito idosos que vivem até tarde conservando a qualidade de vida é:
a convivência -- porque a solidão é um mal terrível, uma coisa que corrói a alma e esgota a seiva que alimenta a vida,
a alimentação natural -- muitos legumes e frutos, de preferência de época, locais, e ervas aromáticas, nomeadamente o alecrim, e carne não muitas vezes por semana, para aí umas duas ou três vezes; não são vegans, são apenas minimalistas no consumo de carne.
o exercício, actividade física -- porque a inactividade faz perder massa muscular, faz perter o tónus, faz amolecer a alma e a vontade de festejar a vida; vários idosos têm a sua horta que cuidam e da qual provêm alguns dos seus alimentos
Fiquei contente por saber. Agrada-me a forma simples de viver e sempre que ouço que isso faz bem ao corpo e à mente fico descansada. Saber aquilo do alecrim, então, para mim foi uma alegria. Gosto imenso de usá-lo e os meus filhos estão sempre a aborrecer-se comigo, dizem que uso e abuso, e o meu marido faz coro, arma-se em vítima como se fosse obrigado a ingerir comida envolta em arbustos do campo. Nada disso. Uso de forma moderada e quando me parece que vem a propósito.
Por exemplo, hoje para o jantar (e a contar que sobrasse para a semana) fiz um guisadinho e, ao temperar, hesitei mas resolvi não usar alecrim. Conto como fiz e parece que ficou bom e digo que 'parece' porque apenas o meu marido o provou.
(Eu hoje, ao jantar, fiquei-me pela sopa de legumes que tinha feito pouco antes, queijo e fruta, acompanhados por dois ou três goles de Trinca-Bolotas, e que rematei, à laia de sobremesa, com um quadrado de chocolate negro comido ao mesmo tempo que dois cubos de gengibre cristalizado).
Mas, então, a receita do meu guisadinho. Tinha comprado vitela, em bocadinhos para fazer a kind of jardineira. Num tacho coloquei azeite, uma cebolona gigante cortada aos bocados, um tomate também bigalhão igualmente aos bocados, salsa, duas folhas de louro, uma meia dúzia de dentes de alho. Pus a frigir ligeiramente para que os sabores se misturassem. A seguir, juntei os bocados de carne, um pouco de sal, pouco, e, quando hesitei a propósito do alecrim, acabei por optar por um pouco de orégãos. Estava o calor no máximo e, quando levantou fervura, baixei. Gosto de cozinhar a baixas temperaturas. pelo que os meus cozinhados nunca ficam 'repuxados'. Coloquei uma pinguinha de água, apenas para poder estar a cozinhar durante mais de uma hora sem risco de acidentes. Quando voltei à cena já a carne estava macia. Nessa altura preparei cenouras, batatas doces, mais cebola, mais tomate, mais salsa, coentros e uma novidade dos meus cozinhados: quiabos. Juntei tudo e envolvi com uma colher, levantando a temperatura até que voltasse a ferver. Depois baixei, temperatura 3 numa escala de 1 a 9. Ficou ali a cozinhar por mais uns quinze minutos. Quando desliguei, continuou sobre a placa para que apurasse um pouco mais. Estava um cheirinho mesmo bom.
Não sei onde iam estes seres irreais
que avistei hoje quando estava a caminhar à beira rio, desta vez do lado de cá
E, por ora, é isto. Deixo-vos com um vídeo de apresentação de uma série que vai passar em França e onde Angèle Ferreux-Maeght, chef de cuisine e naturopata e Vincent Valinducq, médico e investigador, investigam o que se passa nas zonas azuis junto de gente que anda por volta dos cem no Jaão, Sardenha, Grécia e Costa Rica.
No post abaixo, mostro-vos como chegar até uma ferramenta (chamemos-lhe assim, pois, na verdade, é mais um teste), onde, respondendo a um conjunto de questões abrangentes, poderão ver com que partido mais se identificam (claro que isto não entra em linha de conta com conceitos como voto útil, voto de protesto, etc). Enfim, à falta de campanha eleitoral, qualquer coisa serve para nos proporcionar um pensamento um pouco acima da mediocridade doméstica que estes candidatos têm exibido. De caminho, mostro-vos ainda as estatísticas que as votações neste quiz permitem obter, e a respectiva comparação com o que foram as votações efectivas dos eurodeputados. Não sei se é rigoroso mas pode ser que seja. Nem sei se é de grande ajuda mas também pode ser que seja.
Mas isso é a seguir. Aqui, agora, a conversa é outra.
(Os 64 de há umas décadas são, para aí os 84 de hoje)
Qual de nós não gostaria de ter uma vida longa e feliz? Ou, pelo menos, longa e saudável?
Penso que isso é um desejo comum e, de uma forma ou de outra, todos temos uma certa curiosidade em saber o segredo da longevidade.
O programa 60 minutes mostrou, no outro dia, os resultados de um trabalho científico da responsabilidade da Dr. Claudia Kawas da University of California, Irvine, conduzido durante anos junto de um grupo significativo de pessoas com mais de 90 anos. Chama-se The 90 + Study.
As conclusões, em alguns aspectos, são um pouco inesperadas face a alguns mitos, embora estejam em linha com uma outra pesquisa (esta mais de índole jornalística, creio) de que há anos já tinha tido conhecimento, sobre o segredo da incrível longevidade dos habitantes de algumas zonas do mundo, The Blue Zones.
Claro que a alimentação que deve ser saudável, claro que o tabaco que deve ser suprimido. Claro.
Mas, para além disso, vejamos o que este estudo mostra como mesmo relevante:
Ter amigos, manter uma vida social, ter actividades lúdicas ou intelectualmente estimulantes e ler ou falar sobre livros é fundamental. A prática de cada um destes aspectos prolonga a vida e aumenta as perspectivas de que seja uma vida de qualidade.
Fazer exercício é fundamental. Deve ser exercício moderado e a duração ideal será à volta de 45 minutos por dia.
A obesidade não ajuda ninguém a chegar aos 90. No entanto, ter peso médio ou mesmo ligeiramente acima da média oferece vantagens. Quando se tem já alguma idade, ser magro não é do melhor que há.
Se gosta de uma ou duas bebidas alcoólicas por dia, saiba que isso ajuda a prolongar a sua vida. Pessoas que o fazem têm entre 10 a 15% de viverem mais tempo (e não tem que ser vinho tinto embora o vinho tinto tenha a vantagem dos anti-oxidantes mas, aqui, é mesmo de álcool que se fala, independentemente da bebida em que aparece).
O mesmo se pode dizer em relação ao café.
Aquilo que em cerca de 40% parece Alzheimer é, de facto, apenas o resultado de pequenos AVCs
Resumindo: para se ter uma vida longa e feliz nada como comer e beber bem (embora sem excessos), fazê-lo de gosto, sem sentimentos de culpa, curtir a vida, andar ao ar livre, conviver, puxar pela cabeça, e pôr o coração ao largo.
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Já agora um vídeo sobre o que acima referi, a longevidade em zonas em que as pessoas vivem para além do normal, as chamadas Blue Zones.
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Relembro: descendo até ao post seguinte, poderão ver como fazer um teste que vos poderá ajudar a perceber qual o partido que melhor representa a vossa opinião. Ou poderá levantar questões que desconheçam, levando-vos a tentar saber um pouco mais sobre isso.
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E, por agora, fico-me por aqui. Desejo-vos, meus Caros Leitores, uma boa semana a começar já por esta segunda feira.