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domingo, abril 26, 2026

Estará a ameaçar o marido? Ou apenas a monetizar o cargo de 'mulher de'?

 

Num certo sentido, talvez um sentido até prevalecente, estou-me bem nas tintas para isto. Tudo personagens que, na minha óptica, são de opereta, bufões, gente desclassificada, ignorantes até à medula, gente estúpida que vinga à conta de outros ainda mais estúpidos que eles. Por isso, para falar a verdade, o que sinto por esta gente é desprezo. O mais profundo desprezo.

Contudo, não posso ignorar que esta gente que, de certa forma, protagoniza o que de mais horrível tem o capitalismo sem ética, o liberalismo de braço dado com populismo, conseguiram chegar a uma posição em que têm uma influência no mundo inteiro.

E se o narcisista maligno, um estupor que já foi condenado não sei quantas vezes, um burlão, um burro que já levou várias vezes as empresas à falência, conseguiu convencer milhões de americanos a votar nele depois de já ter demonstrado à saciedade o que é, como é e o que iria ainda fazer, já da mulher não se sabe bem o que dizer. As notícias têm traçado o seu roteiro desde que chegou aos Estados Unidos, como modelo pouco conhecida, passando pelos meios em que estas elites do dinheiro fácil assente em ética nula se divertiam uns com os outros e com jovens de tenra idade à mistura, até que começou a acompanhar Trump e até que, finalmente, acabou casada com ele. Isto quando, quem os conhece, jura que vivem separados e que ela o odeia. Aliás, dizem que, desde há algum tempo, ele já está na fase pós-sexo, já só vai para a cama com hamburgueres.

Acontece que a insólita conferência de imprensa de Melania, que apanhou todos de surpresa, incluindo a Casa Branca em peso, Trump incluído (passe a redundância), negando evidências e apelando a algo que o marido tem feito tudo para impedir, veio colocar ainda mais os holofotes sobre a bizarra relação entre ambos. E, ao tentarem decifrar o que é que ela tencionou fazer com aquilo, há uma teoria que parece ganhar pontos: a de que ela foi ali ameaçar o marido.

Há quem diga que ela o tem na mão, que ela sabe demais e que pode, se achar necessário, tirar-lhe o tapete a qualquer momento. Um mina que pode rebentar quando menos se esperar. Ou seja, uma ameaça, e, dadas as funções dele, uma ameaça não apenas para ele, como, até, uma ameaça para a segurança nacional. Ou seja, há quem alegue, que, se calhar, a ideia da inesperada e incompreensível conferência de imprensa, foi um aviso que não deve ser menosprezado.

Mas há também quem diga que, para além disso, supostamente estará agora a querer preparar o seu futuro para o day after, para quando ele se for, ou desta para melhor ou, simplesmente, quando for corrido. Ou seja, não apenas não quererá ver-se metida em sarilhos por causa dele, os problemas de eventuais maus comportamentos são dele e não meus, como quer ganhar dinheiro à custa de ser quem é, uma mulher bonita, elegante, famosa.

Acontece que ela própria está a ser apertada não apenas por Michael Wolff que talvez consiga sentá-la no tribunal, levando-a a testemunhar sob juramento e a ter que revelar muito do que nem ela nem o marido querem que se saiba, como pela ex-amiga Amanda Ungaro, que tem estado a colocar a boca no trombone e ameaça divulgar muitos esqueletos que Melania quer fechados a sete chaves. Ora uma mulher contrariada, agastada, agoniada e a sentir-se acossada pode tornar-se deveras perigosa.

Mas vá lá saber-se. 

Agora uma coisa é certa: estando o palhaço cor-de-laranja debaixo de fogo internacional por causa da estúpida guerra que está a lançar o caos nos mercados, nomeadamente, no mercado dos combustíveis, derivados e consequentes, encurralado pelos iranianos de um lado e pelos israelitas de outro, sem saber como sair da armadilha em que caiu, e debaixo de fogo interno pela situação da saúde, dos imigrantes, da não criação de emprego, da inflação, da perda de apoio de parte da sua base de apoio, apertado pelos testículos se calhar por muita gente (pelos israelitas? pelos russos? por ela, Melania?), alguma coisa me diz que, um dia destes, algum contratempo, algum estoiro, o retirará do poder antes do fim do seu mandato.

Não tardará o tempo em que começarão a aparecer, como cogumelos, documentários e filmes de todos os géneros sobre este período sinistro (e que, apesar de trágico, tem um lado muito cómico): os personagens, aos olhos de quem não tenha assistido, ao vivo, a este período, parecerão improváveis, implausíveis, demasiado caricaturais: Trump, ordinário, desbocado, boçal, ignorante, cruel, mais a sua galeria de filhos esquisitos, mais as suas mulheres (uma das quais enterrada num dos seus campos de golf para ele pagar menos impostos), a sua guia espiritual, uma farsante que é de gargalhada, os seus médicos que parecem ter saídos de um manicómio, os seus 'amigos' - tudo gente do mais freak que há.

Mas ninguém melhor que Joanna Coles e Michael Wolff para discutirem sobre o assunto. Convido-vos a assistirem a mais uma gostosa cavaqueira.

Eu sei como Melania ameaça Trump: Wolff | Por dentro da mente de Trump

Michael Wolff e Joanna Coles revelam os bastidores do relacionamento mais enigmático da política americana, dissecando o estranho e transacional casamento entre Donald e Melania Trump e o que isso pode significar para a sua presidência à medida que a pressão aumenta de todos os lados.

Desde a sua ausência física da Casa Branca e a sua suposta vida separada em Nova Iorque até ao esforço calculado para construir a sua própria marca multimilionária, os autores traçam como Melania poderá estar a redefinir silenciosamente o papel de Primeira-Dama, ao mesmo tempo que se distancia dos escândalos do marido — incluindo a sombra persistente de Jeffrey Epstein.

À medida que Wolff revela detalhes do seu processo explosivo e a possibilidade de forçar um depoimento sob juramento, surge uma questão mais volátil: se a própria Melania se tornou um passivo político, ou até mesmo uma ameaça potencial, detendo uma influência que poderia abalar os alicerces da imagem cuidadosamente construída de Trump e expor verdades que os seus aliados prefeririam manter enterradas. 


Desejo-vos um feliz dia de domingo

quinta-feira, fevereiro 26, 2026

Quem foram as vítimas de Epstein? As crianças e mulheres violadas e traficadas? Ou também os bilionários, intelectuais e outros que foram atraídos por ele?

 

Neste grande escândalo Epstein muitas coisas me intrigam. Já falei nisto várias vezes antes. Tudo para mim é um mistério. É tudo tão improvável, tão inacreditável... Mais: muitas coisas quase me parecem materialmente inconcretizáveis. Custa crer que um só homem conseguisse ter relações sexuais com tantas mulheres (mais de mil), que tivesse tempo para isso e para milhares e milhares de mails e para viagens e mais viagens, várias de longo curso, para tantas farras e orgias, para tantas sessões de brainstorming com físicos e com biólogos, para reuniões com universidades para seleccionar projectos a financiar, para idas a galerias de arte e para escolher objectos decorativos atípicos... e sei lá que mais. E, nas fotografias, sempre como se tivesse tempo, com calma, com espaço para desfrutar das companhias, das brincadeiras, das velhacarias.

E depois há o cerne: qual o eixo central de toda esta história? A pedofilia e a proxenetismo, envolvendo crianças? A obtenção de material comprometedor para sacar dinheiro aos prevaricadores? Ou o material comprometedor destinava-se a ser cedido ou vendido a agências de informação como a Mossad ou a CIA ou o MI6 ou as derivadas do ex-KGB? Ou, para além disto, ainda mais qualquer outra coisa?

A máquina Epstein movia-se pelo prazer? Pelo dinheiro? Pelo poder? Por outra coisa?

Tenho lido coisas sinistras que envolvem a gravidez de muitas miúdas, o sacrifício de bebés para diferentes fins, manipulação de DNA, e muitas outras loucuras, cada uma mais desvairada que as anteriores, que, como sempre, mantenho na minha cabeça em stand by até que apareçam referidas por congressistas ou por jornalistas de referência. 

Mas, isto para dizer que a leitura ad hoc, avulsa, analisada casuística e não sistemicamente, dificilmente conduzirá a conclusões sólidas.

Vi um vídeo em que um especialista em Data Analytics explicava como estava a desencantar fotografias e vídeos que se encontram encapsuladas em ficheiros pdf, como estão a tentar indexar e sistematizar a informação ou a tentar cruzar informação rasurada com a não rasurada para tentar detectar pontas soltas. Isto porque é tanto mail, tanto documento avulso, tanto power point, tanto documento encafuado dentro de outros documentos, e quase todos cheios de rasuras, que não é fácil identificar o fio da meada nem se é suposto que as coisas se organizem segundo uma lógica única (a da pedofilia, por exemplo), ou se faz sentido que, em simultâneo, multidimensionalmente, se organizem segundo lógicas diversas. E, note-se, aparentemente o que está publicado, e altamente rasurado, é uma pequena parte de todo o material que há. 

Eu, se tivesse meios e tempo, não apenas faria aquilo que o especialista em Data Analýtics fez, como, de seguida, aplicaria aos datos devidamente limpos e sistematizados, a teoria dos grafos. Tenho para mim que será com um modelo que assente na teoria dos grafos que se conseguirá mapear todas aquelas conexões, perceber caminhos equivalentes, pontos de relevância, nós górdios e qual o (ou os) caminho/s crítico/s que movia/m esta pessoa (ou este esquema)? 

Seria um bom tema para as universidades estudarem sob diversas perspectivas (a matemática com tratamento de dados e modelagem, a antropologia e a sociologia, a psicologia, as finanças -- porque afinal, que cash flow era aquele, de onde vinha e para onde ia o dinheiro? -- o direito e a investigação criminal, etc).

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Uma coisa que custa a encaixar em qualquer das partições que façamos para dar lógica a esta história: o que, por exemplo, levava Chomsky ou Stephen Hawking ou tantos outros a frequentar e fazer de tudo para agradar a Epstein? 

Entretanto, li um artigo interessante da autoria de Emma Brookes no The GuardianHow did Epstein ensnare so many rich men? By knowing they were entitled and insecure. Como conseguiu Epstein enganar tantos homens ricos? Sabendo que eram privilegiados e inseguros.

Penso que traz uma perspectiva nova e curiosa, porventura realista, pelo que me permito transcrevê-lo. 

Uma das coisas que tem intrigado frequentemente, à medida que os desenvolvimentos da história de Epstein continuam, é a forma como um jovem que abandonou a faculdade e achava cool cometer gralhas conseguiu persuadir os mais poderosos do mundo a entrar no seu covil. Qual era, precisamente, a natureza do seu "génio"? Era chantagem? Era o esquema de pirâmide social de usar um nome importante para atrair outro? Nada chegou perto de o explicar até que, com a mais recente leva de pormenores dos arquivos de Epstein, algo se tornou subitamente claro: não eram as raparigas e mulheres traficadas que Jeffrey Epstein aliciava. O verdadeiro talento do homem, se assim lhe podemos chamar, estava em aliciar o seu grupo de associados.

Isto não significa, naturalmente, que os homens e a ocasional mulher que se aliaram a um homem a quem nos devemos referir, com toda a seriedade, como "o pedófilo morto" não fossem culpados. No entanto, ao analisar a enorme quantidade de material relacionado com Epstein, desde a investigação profunda do New York Times sobre as suas finanças até ao vasto acervo de correspondência contido nos arquivos, emerge a imagem de um homem que causou danos aos seus pares de uma forma que normalmente se vê dirigida às vítimas. Embora múltiplos testemunhos de sobreviventes indiquem que Epstein considerava as raparigas e mulheres que traficava como de tão pouca importância que nem sequer tinha de se dar ao trabalho de as aliciar – segundo o relato de Virginia Giuffre, Epstein violou-a no primeiro encontro –, todos os seus recursos, através de diversas tácticas, foram direccionados para conquistar a lealdade de homens poderosos.

Analisemos Andrew Mountbatten-Windsor, que, após a sua detenção na semana passada, viu o seu público relaxar subitamente, deixando de se inibir em descrever o homem como ele realmente é. Talvez tenha visto o vídeo de 2022, agora amplamente divulgado, no qual o ex-oficial de segurança de Mountbatten-Windsor disse a um canal de notícias australiano que a alcunha que davam ao seu chefe real era "o filho da puta". Com um pouco mais de civilidade, o deputado trabalhista Chris Bryant chamou na terça-feira a Mountbatten-Windsor "rude, arrogante e prepotente", observações que podem ser úteis para explicar como Epstein conseguiu tamanha lealdade do oitavo na linha de sucessão ao trono. Em Mountbatten-Windsor, vemos um homem vaidoso, fraco e prepotente, a viver na sombra do irmão, e que Epstein pode ter atraído para uma amizade através de uma combinação de lisonja e demonstração de poder.

Crucial para esta abordagem é o facto de, a julgar pelos e-mails de Epstein, ele nunca ter sido subserviente, pelo menos não com Mountbatten-Windsor. O seu tom em relação ao ex-príncipe e à sua ex-mulher, Sarah Ferguson, muitas vezes roça a grosseria, dando-lhes ordens e impondo-lhes comandos numa espécie de paródia de um empresário ambicioso e dinâmico que está ali para oferecer ao casal uma hipótese de algo que nunca tiveram em toda a vida: relevância real e central. "Sarah, podes [sic] pedir a uma das tuas filhas para mostrar [censurado] Buckingham, por favor?", escreveu Epstein num e-mail de 2010 — dois anos após a sua primeira pena de prisão — no qual parece estar a pedir à antiga duquesa de York que mostre o Palácio de Buckingham a alguém. (A “Sarah” do e-mail respondeu no mesmo dia: “Claro”.)

Os professores do MIT provavelmente preocupam-se menos com a relevância do que dois ex-membros da realeza decadentes, mas podem, por outro lado, sentir inseguranças persistentes sobre o seu estatuto em relação às mulheres. Veja-se o caso de Marvin Minsky, o falecido professor do MIT que, segundo o livro de memórias de Giuffre, foi levado para a ilha de Epstein para ser vítima de tráfico sexual. Neste caso, o poder que Epstein exercia sobre homens como Minsky pode estar menos relacionado com o sexo do que com a auto-imagem. No livro de Giuffre, esta alega que, depois de um dia a andar de mota de água e a fazer atividades turísticas comuns, Minsky teve a ousadia de lhe pedir aquilo que Epstein anunciara como “uma das suas famosas massagens”. É uma passagem terrível, sobretudo porque, a acreditar no relato de Giuffre, Minsky está claramente muito constrangido com o que está a fazer. Dizem que Epstein ofereceu a este homem a oportunidade de viver uma versão fantasiosa de si mesmo que – pesquisem sobre ele no Google – está completamente fora da realidade, e, meu Deus, ele agarrou a oportunidade.

Foi aí que o falecido criminoso sexual se destacou: em extrair influência e proteção de pessoas poderosas, identificando e explorando as suas fraquezas. Como tal, compreendia algo melhor do que ninguém: que, por mais diferentes que fossem nos seus pormenores, estes homens, todos senhores do universo, ainda sentiam fundamentalmente que a vida os tinha prejudicado; que tinham direito a mais do que possuíam. Epstein podia ajudá-los com isso e, a julgar por como e com que risco continuavam a agradar-lhe, amavam-no por isso.

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quarta-feira, fevereiro 04, 2026

O grande polvo russo

 

O tema está na ordem do dia e meio mundo tenta juntar as pontas. Mais do que um pedófilo, um traficante de crianças e um charmoso manipulador, Epstein era também um espião? Um agente da Mossad? Ou um agente ao serviço da Rússia? Ou de ambos? Ou também da CIA?

Ou era um agente especializado em Krompomat -- material comprometedor ou documentos incriminadores; expressão originária do russo (abreviação de komprometiruyushchy material), refere-se a informações, fotos ou documentos obtidos para chantagear, desacreditar ou manipular figuras públicas, políticos ou empresários -- que depois alguém, pessoas ou instituições, usariam quando conveniente?

Estarão agora os russos com meio mundo 'ocidental' na mão (políticos, empresários, investigadores -- americanos, europeus e mais uns quantos) bem como com planos de tudo e mais alguma coisa na mão?

Parece que sim. Uma extensão insólita, impensável.

E a verdade é que Alexander Dugin (ou Aleksandr Dugin), o estratega russo, o grande defensor da reconstrução imperial da sonhada Eurásia, já começou a querer recolher dividendos. E, claro, os burros do costume já começaram a divulgar as suas ideias. Já recebi um comentário, que obviamente não publiquei, remetendo para um artigo publicado no blog pró Rússia do costume com um artigo dessa criatura.

Aliás, há não muito tempo, Putin, ele mesmo, fez um comentário que na altura soou a ameaça mas que parecia algo encriptada. Agora percebe-se. E usou expressões que Alexander Dugin agora usa. Estava a avisar, portanto. Trump certamente compreendeu-o pois está a obedecer-lhe caninamente.

Parece que depois de financiarem Epstein e incentivarem a depravação dos ricos, poderosos e bem-pensantes 'ocidentais', depois de recolherem provas e de os terem na mão, os russos agora vêm saltar em cima e hipocritamente denunciar a podridão 'ocidental'.

Claro que existe essa podridão, claro que é uma podridão que enoja, que revolve as entranhas, claro que todos esses tarados, perversos e e nojentos merecem punição, uma punição severa, merecem repúdio absoluto, rejeição social incondicional -- mas são eles, eles e só eles, eles e os que os protegeram. Não é toda a sociedade ocidental. E a sociedade russa (e a israelita) têm tanta fruta podre como a ocidental. Não se pode julgar uma sociedade no seu todo pela fruta podre que há no cesto.

Portanto, caros Comentadores do costume não venham para aqui tentar divulgar a cartilha russa pois aqui não serão bem acolhidos. Já deveriam sabê-lo.

De resto, creio estarmos perante a maior e mais extraordinária operação de espionagem jamais urdida e jamais levada a cabo. Só falta mesmo vir a confirmar-se que Epstein está vivo.

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A título de exemplo:

Epstein estava 'efetivamente envolvido no crime organizado russo' | Christopher Steele

“Rastrearam as atividades e operações de Epstein até à década de 1970.”

O antigo chefe da divisão da Rússia do MI6, Christopher Steele, afirma que, na sua opinião, já na década de 1970, Epstein estava “efetivamente envolvido com o crime organizado russo”.