Mostrar mensagens com a etiqueta MAGA. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta MAGA. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, abril 15, 2026

Temos a prova: Trump é o pior idiota da história.
-- É ele e o J.D. Vance, que já é visto como o novo gato Oscar... --

 

Depois dos passeios e lides no campo, 

-- e se me veem no Instagram (e já tenho 726 seguidores... -- dá para acreditar...?) --, 

estarão a acompanhar as minhas deambulações pelo meio das árvores, umas de pé, outras já cortadas às postas, pelo meio das silvas e etc., eis que agora, recolhida, tenho estado a ver uma dupla com que me divirto grandemente: conversar ou ouvir a conversa entre gente inteligente é outra coisa.

Joanna Coles solta gargalhadas de gosto, e eu com ela, e, quando David Rothkopf afirma que o morto que Jesus Trump tenta acordar do seu leito de morte não é outro senão Jeffrey Epstein, por pouco não projecta todo o chá que tinha na boca. 

E eu, que tenho estado a beber um belo chá de curcuma, por pouco não fiz o mesmo. O Jon Stewart achou que era ele e, de facto, assim de lado, quase poderia ser. Mas, vendo bem, parecido, parecido mesmo, o morto é bem capaz de ser o Epstein. 


E isso torna a maluquice ainda mais disparatado, mais insólito. 

Outro momento delicioso, embora de humor negro, é quando J.D. Vance é comparado ao gato Oscar, o célebre gato que quando se deitava ao pé de uma pessoa no lar em que vivia, pouco depois a pessoa estava morta. Por mais de 100 vezes, isso aconteceu. Andava por ali a vaguear e, de vez em quando, entrava num quarto e aconchegava-se ao pé da pessoa. De duas a quatro horas depois, já estava, a pessoa quinava. Por fim, a família já corria com o gato, chega para lá, ó urubu. Punham-no fora do quarto, fechavam a porta. Mas o gato não se afastava, ficava à porta a miar.

Ora acontece que o J. D. Vance foi visitar o Papa Francisco e, hélas, pouco depois, o Papa morreu. Agora foi pôr-se ao lado de Órban e, ups, Órban levou uma banhada monumental, incrementada pelo efeito J.D. Vance.

Mas, enfim, é ver porque aqui fala-se de tudo. Por exemplo, estará a base MAGA a desmoronar-se? E o que dizer da derrota da Hungria,  do desastre do Irão?

I've Got the Proof: Trump Is History's Worst Idiot | The Daily Beast Podcast

David Rothkopf, correspondente principal de assuntos globais do Daily Beast, junta-se a Joanna Coles para explicar porque está convencido de que a história vai julgar Donald Trump como o idiota mais poderoso e o maior idiota de sempre. Numa conversa abrangente e dinâmica, Rothkopf e Coles analisam os crescentes conflitos de Trump — do Vaticano ao Irão — juntamente com o espetáculo surreal das suas publicações autoproclamadas como "divindade" e as consequências globais das suas decisões. Exploram também as repercussões políticas nos Estados Unidos e no estrangeiro, incluindo a surpreendente derrota de Viktor Orbán e o que isso sinaliza para o futuro do populismo de direita. É uma análise perspicaz e provocadora sobre o poder, a instabilidade e a realidade cada vez mais bizarra que molda a política global.


sábado, abril 11, 2026

O Tó Zé Seguro, o SNS, o Governo e o Rutta
-- E cá está o meu marido, outra vez, a varrer o terreiro a varapau --

 

Segundo o Expresso, Belém (será que continua a existir a fonte de Belém?) vai preparar um relatório sobre a Presidência aberta do Seguro. Admito que será uma espécie de caderno de encargos para o governo, referindo o que tem que ser feito. Como é relatado pelas populações e autarquias, à verborreia habitual do governo, prometendo ajudas com enorme rapidez, não corresponderam ações efetivas sendo os atrasos na chegada das ajudas mais do que muitos. 

E não são só os atrasos nas ajudas. Pelo que se vem ouvindo, parece que nada foi feito de relevante para mitigar o que aconteceu. Sabermos pelo Seguro que ninguém no governo se tinha preocupado com o enorme problema que é a quantidade de combustível existente nos terrenos. Ora isto só revela uma coisa: a enorme incapacidade do governo para tomar decisões e para actuar com competência. 

Aposto que, quando sair o relatório/caderno de encargos, o Montenegro, engolindo o elefante, vai dizer, com aquele ar de sacana que o caracteriza, que o documento "assenta que nem uma luva na política do governo". 

Já aqui o recordei e vou voltar a isso: ao  SNS. É urgente que o Seguro volte ao assunto porque os indicadores sobre o SNS são cada vez piores, é preciso pôr o dedo na ferida, tentar minimizar as dores e dinamizar soluções. 

Tenho para mim que os principais problemas do SNS são:

  • a ministra e os lobbies que a suportam e que querem privilegiar os privados, 
  • a Ordem dos Médicos com as suas atitudes super corporativistas 
  • e a falta da qualidade dos gestores que estão nos postos chave do SNS. 

As chefias são nomeadas pelo cartão do partido e não pela competência e capacidade de gestão. E esta questão da gestão é tão problemática que o SNS manda para entidades privadas, para frequentarem cursos de gestão que custam milhares de euros, dezenas e dezenas de chefias que, de cada vez que abrem a boca, revelam um completo desconhecimento do que é o b-a-bá da gestão e a única coisa que sabem fazer é queixar-se de não terem autonomia para fazer nada. 

Em resumo, o dinheiro dos contribuintes também é esbanjado na formação de recursos que podem ter jeito para muita coisa mas não têm, seguramente, jeito para gerirem serviços no SNS e só são nomeados pelo cartão partidário. É necessária acabar com este forrobodó. 

Pior que o Rangel a apostar que os americanos cumprem estritamente o tratado das Lajes (provavelmente só ele e Montenegro é que acreditam -- uma vergonha a posição do governo sobre a guerra do Irão) foi o que o Rutta disse ontem sobre a posição do Trump e dos países da NATO na guerra do Irão. Este tipo de parvos bajuladores sem espinha dorsal ainda não perceberam que só consegue vencer o Trump quem lhe faz frente e o que se passa com a guerra no Golfo é um bom exemplo. São estúpidos e covardes. É uma vergonha exercerem as funções que exercem.

Não menos vergonhosa é a posição que a direita tem sobre a tudo o que envolve a identidade de género, nomeadamente a recente polémica sobre as terapias de conversão. As provas científicas contrariam a opção destes gajos e as ordens dos médicos e dos psicólogos são absolutamente contra as opções da direita. Cada vez mais a direita portuguesa (de que o actual PSD não é capaz de se distanciar) se aproxima dos membros do culto MAGA defendendo posições revanchistas, reaccionárias, sem qualquer fundamento científico e estupidamente desrespeitadoras das opções individuais. Provavelmente acham que devem pôr padres abusadores a aconselhar menores sobre as respetivas orientações sexuais. É difícil descer mais baixo. 

Será que ainda existem sociais democratas no PSD e, se existirem, o que pensam sobre este tipo de retrocesso civilizacional?

quinta-feira, fevereiro 19, 2026

À frente dos destinos dos EUA (e do mundo) está um doido varrido, um mentiroso, um narcisista maligno, cruel. As Piedmont Raging Grannies apontam o caminho para que a coisa se resolva.

 

A presença de Trump nos ficheiros Epstein é avassaladora. Há acusações e descrições gravíssimas. Mas a técnica dele é sempre a mesma: nunca assume, nunca se desculpa, e, como manobra de distração, atira as culpas para cima dos outros. Deve pensar que o que interessa é o que os broncos do MAGA pensam. E, como se sabe, esses não só não pensam como apenas se informam junto da rede social do Trump ou do diz-que-diz-que de outros membros do culto MAGA. Portanto, pode dizer as aldrabices que lhe ocorrerem que os trogloditas do MAGA papam tudo. Em cima disso, lança atoardas em todos os sentidos, faz ataques, desencadeia ofensivas, bombardeamentos, o que calhar. Vamos ver no que vai dar tantos meios de guerra a caminho do Irão, a caminho e em volta. Vamos ver. Tudo, em primeiro lugar, para distrair as atenções do que consta dos malditos ficheiros Epstein.

Os democratas, sempre certinhos, racionais, andam desnorteados sem saber como lidar com um animal destes. 

Começam a despontar alguns, felizmente. Com sorte um deles será o próximo presidente dos Estados Unidos.

Mas será que se vai ter que esperar que Trump se aguente até ao final do mandato? Mais 3 anos? E nem me refiro à ideia que grassa na cabeça daqueles doidos, que é abocanhar o próximo mandato. Não me refiro porque acredito que ele não se aguenta até lá, a maluquice já começa a traduzir-se em barracadas a mais. 

As avozinhas do Piedmont Raging Grannies apontam o caminho: a destituição com base na incapacidade objectiva em assegurar uma governação coerente, não perigosa, não traidora, não violadora da Constituição.

A Vigésima Quinta Emenda

O Artigo II, Secção 4 da Vigésima Quinta Emenda à nossa Constituição declara: O Presidente, o Vice-Presidente e todos os funcionários civis dos Estados Unidos serão destituídos do cargo mediante impeachment e condenação por traição, suborno ou outros crimes e delitos graves.

Não acha que já está na hora?

segunda-feira, fevereiro 02, 2026

Para fechar um dia de festejo aquariano, Jen conversa com Joanna e é um gosto ouvi-las a comentar a petite histoire que se esconde por detrás da História
(no caso, a História em tempo real)

 

Cheguei aqui com vontade de falar da canção incrível que um dos meninos compôs para surpreender o avô, e que até me comoveu. O destinatário, que não é de grandes arroubos, também ficou sensibilizado, Claro que quando digo que o menino compôs é uma forma de expressão. Uma forma de expressão um pouco assustadora, confesso. Ele fez a letra, uma letra certeira, divertida, amorosa. Mas, depois, recorreu à Inteligência Artificial para a música e a para a interpretação. A minha filha sugeriu que apelasse ao género Zeca Afonso. Ficou perfeito. Se não tivessem dito, julgaríamos que alguém tinha composto a música e alguém, pessoas de verdade, tinham tocado a música e cantado. Incrível.

[Qual o impacto que isto terá no futuro nem sei avaliar. Quando alguém quiser uma banda sonora para um filme ou para uma novela ou para o que for, imagine-se a diferença, a nível de orçamento...]

O restaurante tinha uma televisão gigante que os meninos pediram para pôr creio que na Sport TV. Por superstição (tema, aliás, abordado na letra da canção), o avô não viu. Mas sofreu, quando a ala benfiquista festejou, e animou-se quando a ala sportinguista festejou, em especial, no final do jogo em que um deles, justamente o autor da canção, soltou um grito digno de um verdadeiro leão.

Escuso de dizer que o jantar foi a animação e a festa de sempre. 

Depois de chegarmos a casa, recebemos uma outra canção, um dos outros meninos enviou uma outra canção, um verdadeiro hino benfiquista sobre o jogo do outro dia e sobre o golo do Turbin. E francamente é a mesma sensação: está incrível, parece que uma banda interpreta a sério uma canção feita de propósito para festejar o jogo do outro dia, jogo que ele e o pai viram, ao vivo, no Estádio da Luz. Claro que a letra é obra do inspirado menino mas o resto é obra da AI. Se ouvissem, podem crer que ficariam admirados.

Mas, se vinha para aqui conversar sobre isto, a verdade é que ao ligar o computador, a realidade impôs-se. E nem falo das consequências da Kristin e do que se teme com a subida das águas e com a chuva que não para. Falo agora das trumpalhadas que têm andado a infernizar a vida a meio mundo.

...   ...   ...   ...   ...

Não tenho dúvida que estamos a viver tempos que ficarão para a História. Tal como Mark Carney frisou no seu memorável discurso de Davos, este não é um momento de transição mas sim um momento de ruptura. Como uma falha tectónica que se acentua, de dia para dia, levando ao afastamento de umas placas e à aproximação de outras, assim as fissuras políticas que afastam os que antes eram aliados e que agora se comportam como adversários levando a inesperadas aproximações. E o que tomávamos por adquirido revela-se, de súbito, inexplicavelmente frágil. Os paradigmas caem ao mesmo ritmo a que se assiste a insólitas ameaças, a perigosos atentados à liberdade e à integridade dos cidadãos.

Se tudo isto se deve a uma demencial avalancha de decisões aleatórias, destinadas a desviar as atenções de crimes ainda mais graves, ou se isto tem por origem um caso extremo de narcisismo maligno e cruel ou se é apenas o caso de um velho demente que está a ser manipulado por forças 'poderosas', umas ideológicas outras meramente corruptas, não sei. Talvez seja uma mistura de tudo. Mas tudo vem em catadupa, uma permanente avalanche difícil de acompanhar. As televisões, os jornais, os podcasts chamam analistas políticos, historiadoras, comentadores de economia, finanças, geo-estratégia, psicólogos, médicos -- de tudo um pouco. As justificações dividem-se, multiplicam-se... mas conclusão que a todos convença isso nem pensar.

Se Joanna Coles é uma daquelas conversadoras que dá gosto acompanhar pois ri com espontaneidade, tem apartes oportunos ou divertidos, mostra uma curiosidade muito pessoal, não deixa escapar uma deixa, Jennifer Welch é uma das podcasters a quem meio mundo presta cada vez mais atenção. Sabe escolher os convidados, tem um sentido crítico apurado e uma acutilância que, em minha opinião, condiz com o seu fácies.

Nesta conversa (relembro que poderão escolher a opção da legendagem e, aí, na autotradução, escolher a língua portuguesa), elas conversam sobre grande parte dos temas da actualidade mas fazem-no de forma livre, com observações que não é por serem engraçadas que são menos relevantes.

Why Thin-Skinned Trump Is Just Like a Teenage Girl: Welch | The Daily Beast Podcast

Trump, tão sensível, é como uma adolescente

Jennifer Welch, do podcast de sucesso "I've Had It", junta-se a Joanna Coles enquanto as notícias se descontrolam completamente — da detenção de Don Lemon e do que Welch chama um caso de teste assustador para silenciar jornalistas independentes, à súbita enxurrada de arquivos de Epstein, às manobras jurídicas do Departamento de Justiça e à profunda vingança de Trump contra a imprensa, que dura há décadas. Welch disseca o mito da masculinidade no cerne do movimento MAGA, a adoração submissa ao homem forte que o sustenta e a cultura evangélica que ignora o abuso enquanto prega a autoridade moral. Ao longo do caminho, Welch liga a exploração, o ressentimento e a repressão num único sistema operativo que alimenta o trumpismo — e levanta a questão que paira sobre tudo isto: se esta é a fase de teste autoritário de Trump, o que virá a seguir quando as proteções finalmente cederem?


Desejo-vos uma boa semana

quarta-feira, novembro 19, 2025

Rep. Marjorie Taylor Greene -- será possível que afinal existam mesmo milagres...?

 

Marjorie Taylor Greene foi até há pouco tempo uma das MAGAs mais ferrenha. Era uma nacionalista cristã, ultra conservadora, ultra populista, da ala mais direita e radical, beligerante, trumpista até à raiz dos cabelos. E, claro, também apoiante de Putin. 

Incitava à violência para alimentar o 'nós contra eles' tão enraizado na doutrina trumpista, apoiava e divulgava teorias da conspiração contra os democratas que não se ensaiava de comparar aos nazis, apoiava os movimentos de supremacia branca -- ou seja, era a encarnação feminina do que de pior o MAGA tem.

Era. Verbo ser no passado.

Contudo, o contacto mais de perto com a realidade das vítimas de abuso por parte de Epstein e dos amigos a quem ele cedia as miúdas bem como  suspeição que algumas movimentações israelitas em torno dos congressistas e senadores americanos bem como da entourage de Charlie Kirk começaram a toldar-lhe a visão binária que mostrava ter e, para espanto de toda a gente, desatou a expressar em público as dúvidas que tinha, os incómodos que os conselhos para que se mantivesse calada lhe estavam a causar. De repente, parecia que tinha sido virada do avesso.

Nos últimos dias o seu apelo mais veemente a que se divulgassem todos os ficheiros Epstein bem como  retratação face ao seu anterior comportamento agressivo e à beligerância da ala mais radical dos republicanos, com referências directas a Trump, levaram a que ele passasse a referir-se a ela como Marjorie Traitor Brown, retirando-lhe o apoio e levando a que ela se visse ameaçada de várias maneiras, inclusivamente de morte.

Contudo, mostrou-se corajosa e não apenas respondeu à letra como divulgou todas as ameaças, mantendo o que tinha dito, colocando-se ao lado das vítimas e prometendo lutar para que todos os pedófilos que abusaram delas, fossem eles quem fossem, fossem condenados.

O discurso que fez para justificar o seu voto foi a prova de que algo se passou dentro dela pois até chamou traidor a Trump acusando-o de trabalhar para outros países e para si próprio. E, influente como era dentro do movimento MAGA pode ser que isto acorde a consciência dos devotos de Trump que, até aqui tudo lhe têm aparado.

Não sou de acreditar em milagres. Os únicos em que acredito são os da natureza: a perfeição das flores, a majestade das árvores, a sobriedade das rochas, a força ou a suavidade do mar, os tesouros que se escondem no interior da terra e nas profundezas do mar. Ou, até, a graça dos cogumelos que sem já formados de dentro da terra. Ou a delicadeza do canto dos pássaros. Ou o amor dos cães por nós. Enfim. Tudo isso. Se me puser a enumerar tudo o que me ocorre fico aqui a escrever até amanhã.

Agora acreditar que uma pessoa pode mudar tão radicalmente como Marjorie Taylor Greene mudou...? É difícil. Mas, pelo menos aparentemente, é o que está a acontecer.

E agora que o Congresso e o Senado já votaram a favor e que parece que Trump também vai libertar os malditos ficheiros, começam a correr insistentes rumores de que todos foram já devidamente expurgados todos os nomes republicanos envolvidos. Já corre inclusivamente o nome da empresa contratada para limpar os ficheiros.

Trump diz agora que o tema Epstein é um tema que envolve apenas os democratas e já deu ordens para a Justiça ir atrás deles. A corrupção moral de Trump e da seita que o rodeia é assustadora.

Entretanto, começaram a ser divulgadas gravações de conversas de Epstein e não sei como é que Trump e os seus ainda defensores vão lidar com as discrepâncias entre isso e os ficheiros aparentemente 'limpos'. E ouvi uma gravação da vítima mais conhecida, Virginia Giuffre, entretanto morta por suicídio, na qual ela diz coisas tão surpreendentes e estranhas que me abstenho aqui de referir pois receio que seja alguma montagem. Contudo, tudo o que se sabe de forma comprovada já é bárbaro e louco demais, uma malfadada história que se desenrola em torno de um enredo que nenhum mente humana normal se lembraria de inventar.

Partilho vídeos que atestam a nova versão de Marjorie Taylor Greene bem como, por fim, um vídeo tocante que penso que ilustra a dimensão do mal que tantos 'ricos, poderosos', tarados e criminosos levaram a cabo.

BREAKING: Marjorie Taylor Greene Unleashes On 'Coverup Of Rich, Powerful Elites' Before Epstein Vote

During debate on the House floor, Rep. Marjorie Taylor Greene (R-GA) demanded support for the release of the Epstein files. 



‘They Are Not Victims — They Are Survivors’: Marjorie Taylor Greene (MTG) Tears Up Defending Epstein Victims

 DRM News broadcasts the bipartisan press conference led by Rep. Marjorie Taylor Greene (R-GA) and Rep. Ro Khanna (D-CA) introducing the Epstein Files Transparency Act to mandate the declassification and public release of all Jeffrey Epstein-related documents

Marjorie Taylor Greene Blasts Trump as 'Traitor,' Praises Epstein Survivors in Emotional Speech for Full File Release"

"‘They Are Not Victims — They Are Survivors’: MTG Tears Up Defending Epstein Victims, Demands Complete Disclosure of Names"

"Rep. Marjorie Taylor Greene: ‘I Was Called a Traitor’ for Standing with Epstein Survivors – Vows ‘Real Fight’ Is After Today’s Vote"


Brother of Epstein Survivor Virginia Roberts Shares Emotional Story, Demands Justice 

Sky Roberts delivers a heartfelt speech in the U.S. Congress, sharing the harrowing story of his sister, Virginia Roberts, and her abuse by Jeffrey Epstein and Ghislaine Maxwell. He calls for justice, accountability, and immediate action to protect survivors and future generations. His moving words honor Virginia’s legacy and demand Congress act decisively. For more details, watch our story and subscribe to DRM News.

---------------------------------------------------------------------------------------

E queiram descer um pouco mais caso queiram conhecer a minha opinião sobre o debate Marques Mendes - António Filipe

-------------------------------------------------------------------------