Lisbon’s debts are high, and foreigners own most of it
Portugal has a high debt-to-GDP ratio, and it owes most of its government debt to foreigners.
Soube desse artigo ao ouvir Marisa Matias num debate sobre a Grécia na RTP 1 com Braga de Macedo, Paulo Trigo de Morais e José Manuel de Fernandes num debate na RTP sobre a Grécia.
(Só vi um bocado mas fiquei a tentar adivinhar o critério para escolher as pessoas que levam à televisão. Será que querem respeitar umas quotas? Por exemplo: uma mulher de esquerda tida por conhecer o Syriza, um tido por muito inteligente e próximo do PSD, um tido por moderado, justo e próximo do PS e, por fim, um tido por muito limitado? Talvez seja. Uma coisa equilibrada, portanto).
O que os ouvi dizer estava em linha com eles próprios. Braga de Macedo disse que a saída precipitada da Grécia da zona euro seria uma bagunça, o Paulo Trigo de Morais disse coisas acertadas, que a crise da Grécia afecta a todos, etc e tal, Marisa Matias no fim, para rematar, referiu o que mais abaixo transcrevo, e o outro não disse uma que merecesse registo. Nunca diz. Mas convidam-no para todo o lado. Deve ser por aquilo do equilíbrio, só pode.
Bem.
Para aligeirar o texto que se segue, que entre o momento musical. E este é dos bons.
Leitor a quem agradeço enviou-me um vídeo já com uns meses e que acho que até já aqui divulguei mas, porque tem piada e continua actual, aqui o coloco de novo.
V for Varoufakis
NEO MAGAZIN ROYALE mit Jan Böhmermann
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Ora bem. Que entre, então, o artigo que é um baldinho de água fria na cabeça do láparo.
ESQUEÇAM A GRÉCIA. PORTUGAL É UMA BOMBA-RELÓGIO “À ESPERA DE REBENTAR”
Entre avanços e recuos, a crise na Grécia poderá estar em vias de se resolver – pelo menos por mais uns meses. Mas um conceituado analista financeiro acredita que a verdadeira crise na Europa poderá estar muito longe da Grécia, mais concretamente num país que é uma bomba-relógio à espera de explodir: Portugal.
O analista britânico Matthew Lynn afirma esta quarta-feira na sua coluna de opinião no WSJ Market Watch que o nível de dívida pública portuguesa, acima dos 130%, poderá ser já “insustentável”.
No artigo em causa, “Forget Greece, Portugal is the eurozone’s next crisis“, Lynn salienta que Portugal tem o maior índice de dívida publica em percentagem de PIB na zona Euro, e que a maior parte da dívida é detida por estrangeiros.
Segundo o financeiro, a economia portuguesa não se encontra no estado de permanente crise da economia grega, que “está nos cuidados intensivos”, mas não parece capaz de conseguir uma recuperação sustentada.
Portugal, diz Lynn, “ainda está em sarilhos“, e poderá ter que enfrentar uma situação de incumprimento. Lynn antecipa mesmo que as eleições legislativas de Outubro poderão despoletar uma segunda crise em Portugal.
“À superfície, Portugal parece estar muito melhor do que há três anos, depois de ter saído com êxito do programa de assistência da troika“, continua o analista, “e a economia parece estar a crescer”.
Se, depois da Irlanda, também Portugal conseguir efectivamente recuperar da crise, “será uma vitória estrondosa para a União Europeia e para o FMI”, cuja receita baseada em austeridade se revelou “uma catástrofe” na Grécia.
O problema, diz Lynn, é que Portugal poderá afinal não estar salvo.
Segundo o analista, a evolução positiva de alguns dos principais indicadores económicos – consumo, desemprego, exportações, investimento – parecem não ser sustentadas.
Mas o verdadeiro problema, defende o cronista, é mesmo a dívida.
Portugal tem uma dívida pública de 130% do PIB, e 70% dela é detida por estrangeiros.
Até há países, como a Finlândia ou a Letónia, com maior percentagem de dívida detida por estrangeiros. Mas têm muito pouco endividamento. Itália, por outro lado, tem uma enorme dívida pública – mas quase toda contraída internamente.
Belo trabalhinho que o Láparo e Companhia têm andado a fazer, belo trabalhinho, sim senhor.
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A fotografia lá em cima mostra Rihanna no seu novo vídeo mas é tão tétrico e nonsense que não o mostro. Só a ela, de pistola em punho ao pé de outra amordaçada, junto à desgraça da dívida portuguesa. Afinal isto anda tudo ligado.
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Mudando de assunto: está na hora de reflectir -- mas vamos com boa música.
A lua sobre o rio, aqui na minha janela
Dustin O'Halloran com We Move Lightly
Deixem, então, que partilhe convosco mais uma grande crónica de um dos homens inteligentes deste País
Muitas vezes, quando se compara a tendência crónica para a Europa entrar em convulsão política, com a capacidade dos EUA para navegarem as borrascas da história, sem perderem o rumo da lei e da ordem garantido pelo seu federalismo constitucional (como se viu agora com o histórico acórdão do Supremo Tribunal que fez recuar a homofobia em toda a União), ouve-se dizer: "para chegar ao federalismo os EUA tiveram de passar por uma guerra civil". Trata-se de uma afirmação vazia de sentido. Ortega y Gasset deu talvez a melhor explicação. Para ele, há muitos séculos que a Europa constitui uma "sociedade", alimentada pelos laços históricos e materiais tecidos pelos seus povos. Contudo, é uma sociedade sem um sistema de governação funcional. Para Ortega, as guerras europeias (incluindo as duas mundiais) são formas brutais de "governo europeu". O holocausto de pessoas e de bens faz parte da crónica incapacidade de os europeus construírem um regime comum baseado na lei e na liberdade. O grande sonho da União Europeia residiu na esperança de que, depois de tantas guerras civis, também nós europeus percebêssemos que só é possível vivermos em conjunto respeitando a dignidade dos cidadãos e a igualdade dos Estados. Em 2010, a grandeza deu lugar à cruel realidade de uma zona euro, que em vez de defender os povos contra os riscos da globalização os imolava numa folha de Excel destinada a saldar os danos da ganância de um sistema financeiro, que a venalidade política deixou sem regulação nem limites. Veremos se a Grécia regressa, depois de jugulada a rebeldia, ao redil hegemónico de Berlim-Frankfurt-Bruxelas. À rédea curta de uma Europa, sem alma nem rumo, que confunde cansaço com anuência e medo com lealdade. Contudo, uma Europa assim nem precisa de inimigos. Derrota-se a si própria.
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E, assim sendo e nada mais tendo a acrescentar, despeço-me porque tenho que ir ver que roupa hei-de vestir e que maquilhagem hei-de pôr para fazer pendant com a toilette -- coisas interessantes que me desviam o pensamento das maçadas que acima divulguei.
Mais do que a maquilhagem ou a roupa, é tudo uma questão de atitude
Yves Saint Laurent - rímel Babydoll com Cara Delevingne
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Tenham, meus Caros Leitores, uma bela sexta-feira. Gozem-na bem, está bem?
A. Pode parecer estranho -- especialmente ao próprio, mas eu, que tanto me arreliei com o Luís M. Jorge, autor do blog Vida Breve, quando ele se atirava como um possesso ao Sócrates, apoiando o Passos Coelho e chegando, até, a propor umas linhas mestras para que o PSD as usasse na campanha eleitoral para derrotar o PS -- venha agora aconselhar a leitura de alguns dos seus posts mais recentes.
Há cerca de quatro anos, achei uma coisa espúria o apoio que ele manifestava em relação a Passos Coelho. Sócrates podia não ser um santo mas, caraças, Passos Coelho era muito pior. Não era, contudo, essa a sua ideia (chegando, uma vez, a dizer-me que pior que o Sócrates só a peste bubónica). A história dirá quem, de facto, mais danos irrecuperáveis causou ao País.
Seja como for, apesar de manter a sua convicção em relação a Sócrates, inteligente e senhor de uma escrita sempre escorreita, Luís M. Jorge produziu uns posts acerca da Grécia que remetem para documentação interessante sobre a actual miséria que assola a Europa (e, em particular, o nosso Portugal que qualquer dia é mesmo de plástico, chinês, uma bagatela).
E, portanto, assim sendo, e porque reconheço o valor a quem o tem mesmo que possa não subscrever todas as opiniões, recomendo a leitura de:
Que a Europa acorde a tempo de reconhecer aos gregos o direito à dignidade e às pessoas inteligentes o direito a pensarem.
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Desejo-vos, meus Caros Leitores, uma excelente terça-feira.
E que tenham boas surpresas, e encontrem raras afinidades electivas, e que tenham saúde e sorte e tudo de bom, incluindo sorte no euromilhões.
Quando se faz planeamento e controlo de gestão, olham-se para os números de forma abrangente e compreensiva, tentando perceber as tendências, como é que as variáveis externas impactam nas internas, a origem dos problemas, a razão de ser dos desvios face ao expectável, etc, etc. Geralmente olham-se com mais atenção os grandes números, que são os que influem decisivamente na condução das organizações, e não se perde tanto tempo com miudezas já que o esforço de as olhar em detalhe não paga o tempo que com elas se gastaria.
Em contrapartida, os contabilistas devem garantir que as contas estão certas ao cêntimo, que não há verbas transviadas, mal classificadas, etc. Apenas com uma contabilidade certa, correctamente balanceada, as pessoas do planeamento e do controlo de gestão podem focar-se com acuidade nas 'gordas', descansadas por saberem que, se quiserem ir aos peanuts, as verbas lá estarão devidamente arrumadas e conferidas.
Ora bem, vendo o disparate que desde há uns cinco anos se passa na gestão da crise financeira europeia, concluo que a Europa está entregue a gente com espírito de contabilista. Não estou a menosprezar os contabilistas, note-se. Mas os contabilistas devem fazer contabilidade, não gerir a União Europeia.
O assunto deve ser analisado por gente com visão, com uma visão holística, estratégica, humanista, gente que perceba o que correu mal na aplicação do ideal europeu e saiba corrigir a rota da condução desta União, gente que saiba o que é a Política.
Não é possível que se esteja a arrastar tamanha crise, uma crise que envergonha quem tenha dois dedos de testa, por causa de trocos. É que o que está em causa na crise financeira grega são amendoins. Houve lá excessos? Claro. Onde é que não houve? Houve lá, como houve em todo o lado, em especial em países com economias vulneráveis e que, ao longo de anos, serviram para alimentar os negócios alemães (no material de guerra, então, foi uma festa! de tudo os alemães venderam). A correcção dos desequilíbrios deve ser feita de forma inteligente, respeitando a dignidade dos povos, pugnando pelo desenvolvimento e pelo equilíbrio.
O que está a ser feito, a querer impor castigos à viva força, só me faz lembrar aquela senhora e o movimento por si capitaneado, uma tal Isilda Pegado que, em conjunto com os PaFs, querem que as mulheres que abortam não apenas paguem taxa moderadora como vejam antes a ecografia e a assinem. Gentinha mesquinha, má, má, que gosta que os outros ajoelhem vergados sob o peso da culpa. Uma vergonha.
Ora aquilo a que assistimos é que parece que na condução dos destinos da Europa se juntaram os contabilistas, as isildas, os láparos desta vida, os chernes e seus derivados, e, ainda, os agentes escusos que se ocupam dos jogos de poder e falhanço (porque, não nos esqueçamos, há sempre alguém que muito ganha quando alguém muito perde) - e o sarilho é infindável, uma teia cada vez mais ensarilhada, uma cambada de estarolas mentecaptos que não sabe sair do labirinto onde se enfiaram. E, claro, os abutres estão à espreita.
Mas, enfim, pode ser que um dia destes, algum desses palhaços ganhe tenência ou que comecem a aparecer Políticos (com maiúscula), inteligentes, honestos, corajosos, e que este regabofe acabe.
Nesse dia, só espero que haja festa rija, bailes na rua, alegria, esperança, balões pelo ar.
Ora, nem de propósito recebi, de um Leitor a quem muito agradeço, um vídeo extraordinário. Melhor que o fogo de artifício da Madeira, que os balões de S. João, melhor do que tudo o que já se viu. É na Tailândia e é do além. E é o que deveria haver quando a Europa voltar a ser um espaço de liberdade, democracia, desenvolvimento e respeito pelas pessoas.
Giant Circular Rocket
(Para dias de festa rija)
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As imagens acima usadas para enfeitar o texto, que revelam o sentido de humor de quem as produziu, são da autoria do grego Manos Kaperonis (@manoskaperonis)
Há quem diga que, para compreender os outros, nada como nos calçarmos com os sapatos desses outros (sou uma desmiolada com os ditados, e isto que escrevi não me está a soar nada bem; deve ser outra coisa mas, enfim, agora não me ocorre nada melhor).
Ora, aqui a ideia é mudar de cabelo (ou de cabeça, mantendo o cabelo) a ver se compreendem os assuntos com a cabeça dos outros: a sonsa da Merkel a perceber o entalado do Tsipras e o cabelo da sabuja da Lagarde(Lacoisa)** com a cara do pedaço do Varoufakis**.
Enfim, mesmo que não produza efeito prático, tem graça. Ao menos isso, que os gregos e os europeus em geral não percam o gosto pela alegria de viver.
[** As palavras Lacoisa e o pedaço do outro (pedaço do outro salvo seja, claro) não é de minha lavra: ver por favor, comentário abaixo da sempre inspirada Leitora Rosa Pinto]
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Recebi também, por mail, um outro vídeo que aqui divulgo, desejando que o povo grego que se vê como que enclausurado numa jaula com um leão, e quase parecendo que de lá não vai conseguir sair com muita saúde, tenha a presença de espírito e a coragem que Charlot teve.
(E quem diz o povo grego diz toda a gente que se vê aflita, metida num sarilho dos grandes, aparentemente sem razão para ter esperança: há sempre razões para acreditar). Por exemplo, eu tenho esperança. Apesar das sondagens, acredito que o povo português, nas eleições, vai fazer aos PaFs o mesmo que Jara fez ao Cavani* -- e, portanto, haja esperança, minha gente).
Charlie Chaplin na jaula do leão
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* Dizia eu que, apesar da aparente falta de assertividade de António Costa, que está a custar a arrancar, (e apesar do ar desbotado e infeliz dos cartazes do PS...), ainda estou convencida que, entre o PS, o PCP, o BE e o Livre, os portugueses vão fazer aos PaFs o que o Jara fez ao Cavani.
Aos que não acompanham estes gestos de salão, explico. E que me desculpem as pessoas finas que frequentam o Um Jeito Manso. Eu também sou fina, ora essa, mas, meus Caros, às vezes tem mesmo que ser.
A jogar em casa, o Chile eliminou os uruguaios, detentores do título, num jogo carregado de polémica e com duas expulsões na seleção do Uruguai. Uma delas, a de Cavani, foi crucial no desfecho da partida e está a correr mundo devido ao gesto do defesa chileno Jara, que provocou o avançado uruguaio ao introduzir um dedo no rabo do avançado.
Nem mais.
(Temos pena.) ...
Resumindo e baralhando: Está mais do que na hora de nos vermos livres de pró-chernes, ácaros, pinókias, vice-portas, cães com pulgas, schäubles, lagardes rastejantes, hollandes pastelões, vírus, láparos e bicheza ruim de toda a espécie.
Neste caso, do láparo, (como nos restantes): lixo com ele.
E a seguir, toca de lavar as mãos com um bactericida dos valentes.
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Desejo-vos, meus Caros Leitores, uma bela sexta-feira.
Aliás, todas as sexta-feiras são de uma beleza estonteante. Belas e boas, boas, boas.
Transcrevo o que recebi por mail lamentando não conhecer o autor. Se alguém me souber informar, aqui o referirei. Posso não concordar com uma ou outra observação mas, em nome da isenção e a favor do serviço público de bem informar, aqui me faço eco desta lista comparativa de potenciais candidatos a próximo presidente da República.
A formatação está estranha e, ao copiar, arrastei o fundo branco do mail. As minhas desculpas, pois, pelo look mas, enfim, dá para perceber que é um copy paste e não de minha lavra.
Marcelo Rebelo de Sousa
A favor: Popular e erudito. Audiências televisivas garantidas.
Contra: Oitocentas leituras recomendadas por semana. Exames obrigatórios. Ter Judite de Sousa como chefe da casa civil.
António Guterres
A favor: Amigo da Angelina Jolie. Aqueles lábios prometem beijos inesquecíveis (os dele, não os da Angelina).
Contra: Desistir rapidamente quando as coisas se complicam. Facilmente nos trocaria por meia dúzia de sudaneses famintos.
Santana Lopes
A favor: É a alegria de qualquer festa.
Contra: Ser o Santana Lopes.
António Vitorino
A favor: Arruma-se facilmente em qualquer sítio.
Contra: Apreciar tanto o som da própria voz que correríamos o risco de ter comunicações presidenciais diárias de oito horas à boa maneira latino-americana.
Rui Rio
A favor: Alguém que parece não se importar de ser odiado. Terá de ser muito competente para compensar. (Ou não.)
Contra: Instituição de regime presidencialista. Transformar o país inteiro num circuito para corridas de carros antigos. Transferir a capital para o Porto e rebaixar todas as outras cidades do país à categoria de aldeia. Criação da Região Autónoma do Norte (com fronteira meridional em Portalegre).
Marinho e Pinto
A favor: Ser uma pessoa que diz o que o povo gosta de ouvir.
Contra: Tudo.
Maria de Belém Roseira
A favor: Poderia ser a primeira mulher a ocupar o cargo.
Contra: Ser possível perdê-la durante ações de rua na campanha eleitoral.
Alberto João Jardim
A favor: NÃO!
Contra: NÃONÃONÃONÃONÃONÃO! Por favor…
Mário Soares
A favor: Na sua cabeça, ainda é presidente.
Contra: Faria a campanha toda contra Álvaro Cunhal.
Carvalho da Silva
A favor: Possibilidade apelativa de ter um presidente de pulôver e a primeira greve presidencial da história.
Contra: O nome demasiado parecido com Cavaco Silva traria problemas com o voto míope.
Sampaio da Nóvoa
A favor: Quem?
Contra: A sério. Quem?
Fernando Mendes
A favor: Não se queixaria de não conseguir viver com reforma elevada por conhecer o preço certo de inúmeros bens de consumo.
Contra: Proximidade entre a residência oficial e os Pastéis de Belém.
Bruno de Carvalho
A favor: Esforço, dedicação, devoção e glória. O estandarte presidencial é a bandeira portuguesa sem o vermelho.
Contra: Comunicados seis vezes por dia no facebook. Cortes de relações e blackouts semanais.
Iannis Varoufakis
A favor: Imagem descontraída. Querer bater o pé a quem manda.
Contra: Ser grego.
Maomé
A favor: Bons contactos em esferas de decisão superiores.
Contra: Retrato presidencial problemático.
Cavaco Silva
A favor: O facto de estar constitucionalmente impedido de se candidatar.