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domingo, maio 18, 2014

Cátia Palhinha sem cuecas no SABADABADÃO...! Eis a fotografia e o vídeo que a mostram, aos saltos, entre Júlia Pinheiro e João Baião, com a natureza toda à vista. E daqui uma coisa posso eu concluir: a Cátia do Big Brother não é adepta da depilação brasileira. Nada disso, é mais à francesa. Coloco aqui porque acho que esta fotografia, apesar de tudo, deve ser menos pornográfica do que o Paulo Portas ao pé do relógio a zeros.


Depois de um dia no bem-bom, com caminhada matinal à beira rio, depois, à tarde, no remanso, com descanso, leituras à sombra do pinheiro, e depois, pela noite, jantar e passeio de novo numa Lisboa em que se ouve mais alemão, francês ou italiano do que português, eis que chego a casa tarde e más horas, sem saber de coisa nenhuma. 

Campanha eleitoral? Não dei por nada. Saída limpa? Não sei o que isso é. 

As televisões deverão ter mostrado o Portas ao pé do seu relógio, provavelmente pensando que Portugal já não está nas mãos dos credores (... mas como... com uma dívida pública à volta dos 130%...?!?!), ou o Moedas a cantar vitória por ter chegado ao fim o programa da Troika (... em que todas as reformas ficaram por fazer e em que se limitaram a roubar os portugueses para os entregar aos bancos que tinham dívida pública...?), ou até o Cavaco a vangloriar-se por não ter sido preciso um 2º resgate (... mas será que se a liquidez que abunda nos mercados se deslocar para outros quadrantes, a nossa economia se vai aguentar quando parece que todo o equilíbrio está afinal dependente de uma fábrica em Sines...?), mas eu não vi nada.


Chego a casa, pois, depois da meia noite, ligo a televisão e estava a dar o Eixo do Mal. Felizmente não estava aquele Luís Pedro Nunes que não sabe bem o que diz e que dá pontapés no léxico como se fosse na gramática ou vice-versa que, para ele, isto da língua portuguesa tem um bocado que se lhe diga. Em vez dele estava o simpático e sensato Pedro Magalhães das sondagens que dizia coisas interessantes.

Estava eu, portanto, a pensar que talvez falasse disso quando me enchesse de coragem e me deslocasse do sofá até à trincheira onde, entre livros, aqui vos escrevo.

Pois bem. A vida passa a vida a trocar-me as voltas. Vou ver os mails e, como de costume, a caixa transbordante. Leio tudo mas não consigo tempo para responder a cada mail que me enviam. Desabafos, confissões, partilha de informação, de tudo eu recebo. Para cada um eu deveria ter uma palavra simpática, de agradecimento, de conforto, de atenção. Mas não consigo ter tempo. 

No entanto, hoje um mail em particular me chamou a atenção. 

Transcrevo o que estava escrito:

Como o seu blog aceita fotos de momentos televisivos únicos, aqui vai o momento em que a Cátia do Secret Story se põe aos saltos no programa do Baião ainda há pouco.


Cátia Palhinha com a passarinha ao léu entre Júlia Pinheiro e João Baião
SABADABADÃO em festa
Cátia Palhinha, sem cuecas e a dar ar à pluma entre Júlia Pinheira e João Baião

Vou ver a fotografia e lá está: a sorridente Cátia com a passarinha emplumada ao léu. 


Pensei: será possível? Teria mesmo acontecido? 

Vou ao Google e faço uma pesquisa que eu, nisto, sou profissional a sério: valido a informação, faço cross-check, não vou atrás de qualquer coisa. 



E lá estava, agora em vídeo. A Cátia Palhinha, em directo, entre a Júlia e o Baião, aos saltos, e sem cuecas, coxa grossa, sorriso franco, a inocência de sempre.


Mesmo sem querer, a gente interroga-se: ter-se-á esquecido delas em casa? Será que anda geralmente assim? Estaria apenas com calor?

Não interessa. Nem vem mal ao mundo. Proporcionou um inesperado momento televisivo, não roubou ninguém e, se calhar, até levantou levantou o moral a algumas pessoas.


Por isso, viva a Cátia Palhinha!



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E uma outra coisa posso eu ainda concluir: vendo esta fotografia e este vídeo fico tão esclarecida quanto às intenções dos partidos relativamente às eleições europeias como quanto vejo os candidatos pelas ruas de bandeiras às costas a dizerem banalidades ou palermices.

No outro dia vi o Nuno Melo a passar uma garrafa ao mal encarado do Rangel, dizendo-lhe qualquer coisa como isto, Se não tiveres nojo, bebe agora tu. O que haveria o outro de dizer: não bebo, que tenho nojo de ti, ó meu mete-nojo...? Claro que não disse nada, com um sorrisinho amarelo completamente frouxo, lá se pôs a beber pelo gargalo. 
Ora, francamente, entre uma cena destas e uma Cátia aos saltos e sem cuecas, não sei se não acho mais graça à saltitona e encalorada Cátia.

E assim anda esta pindérica campanha. De rua em rua, de feira em feira, a mendigarem um beijinho, a dizerem criancices, com conversas de vizinhas, se o Sócrates vai ao almoço do PS, se não sei quê. Parece que ainda não aprenderam que esta forma de fazer política já não está com nada, que as pessoas abominam isto. 

Ainda ontem a minha filha me dizia que não estava com vontade de ir votar porque lhe parece que não há uma única candidatura que lhe pareça credível e que vá fazer a diferença. Insisti, preguei, que sim, que talvez tenha razão mas que agora, por favor, ajude a mostrar um cartão vermelho a esta cambada de trogloditas.

Não sei se a convenci.

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Depois deste post, aconselho-vos a descerem até ao seguinte: tenho lá um vídeo que a Leitora JV me enviou e que é qualquer coisa. Tocante. Empolgante.

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Acho que há bocado tirei umas fotografias com piada à minha amada Lisboa. Gosto imenso de andar na rua à noite e andar em Lisboa, nas partes da cidade de que mais gosto, é uma maravilha. Também tirei umas fotografias in heaven, que está quase uma selva. Por lá, a natureza está numa pujança avassaladora.

Mas são duas e tal da manhã, amanhã é um novo dia e não posso levantar-me ao meio dia e, portanto, com vossa licença, não vou agora passar as fotografias da máquina para o computador nem me vou pôr a descrever campo e cidade: vou recolher-me aos meus aposentos. E, depois, ainda quero ver se acabo o livro que me está a apaixonar. Por isso, até já.


Desejo-vos, meus Caros Leitores, um belo domingo! 
Enjoy!

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quinta-feira, dezembro 20, 2012

Tânia Ribas de Oliveira já é mãe. O Tomás nasceu no dia 18, pesa 3,200 kg, é a cara do pai e mãe e filho estão bem - e isto porque, se o natal é a celebração de um nascimento, falemos pois de nascimentos. E, de caminho, falemos de outro grande profissional da comunicação: João Baião de quem se fala que será o padrinho do bebé


Depois de já ter despachado o expediente - como poderão ver nos dois posts abaixo, nos quais falei da demissão de Nogueira Leite e da mensagem de boas festas de Maria e Aníbal Cavaco Silva (mensagem que, como poderão ver, é assim a atirar para o sinistro, diga-se) - eis que passo, então, a coisas mais agradáveis e mais adequadas ao espírito natalício.

Há pessoas na televisão que são simpáticas, afáveis, boas profissionais e que, por algum estranho motivo, quase parece passarem despercebidas no meio do circo mediático ou do circo pseudo-intelectual que gira em torno da fama efémera das chamadas estrelas.

Uma delas foi aqui, num comentário, referida há pouco tempo por um Leitor: Tânia Ribas de Oliveira. 



Tânia Ribas de Oliveira quando ainda estava grávida: feliz, luminosa


Com um sorriso bonito, um olhar luminoso, Tânia é uma presença sempre agradável, alguém que faz uma boa companhia a quem a vê.  Dá ideia de ser uma menina muito simples, muito boa pessoa.

Se há coisa digna de ser vista é o par divertido, de uma alegria contagiante, formado por ela e por outro fantástico profissional da televisão, João Baião. Há, entre os dois, uma química revestida de amizade que se traduz num clima de afabilidade que passa para os que os rodeiam e para quem assiste ao seu trabalho.



Um dos mais simpáticos casais televisivos:
a simpática Tânia Ribas de Oliveira e o fantástico  João Baião

Muitas vezes, se calha o zapping passar por um programa em que está o João Baião, abstraio-me um pouco dos artistas que actuam e com cujo género musical muitas vezes não me identifico, mas fico a vê-lo em actuação. 

Sempre sorrindo, ele salta, ele brinca, ele diz palavras generosas, meigas, às pessoas da assistência. Do princípio ao fim, ele conserva uma energia inacreditável, e uma espontaneidade, e uma alegria, e uma graça, sem igual.



Um senhor televisão que sabe divertir, que gosta de pessoas
e que tem um corpo elástico, feito de alegria


No meio de idosas a quem trata por meninas, de jovens mulheres que fazem coros e dançam em palco com fio dental e bunda generosa, bota pela coxa, mini saia pelo umbigo, ali anda ele aos saltos, dançando, dizendo piropos, distribuindo beijinhos e alegria.

Pois bem, vem isto a propósito de ter lido que Tânia Ribas de Oliveira já é mãe. O filho nasceu ontem, chama-se Tomás, pesa 3,200 kg e é muito saudável, como ela disse, acrescentando ainda que é a cara do pai, João Cardoso (que é seis anos mais novo que ela mas que não parece de tal forma é juvenil o aspecto dela, que tem 36 anos mas que parece ter vinte e seis).

Um nascimento é sempre uma boa notícia. Natal é nascimento. Ao contrário do que muitas vezes somos levados a pensar o Natal não é a época da compra desenfreada de bens de consumo, não é o dia da troca de presentes, não é o dia do bacalhau e do peru, não é o dia de todos os fretes (para quem este tipo de momentos é um frete): o Natal é o tempo em que se lembra um nascimento muito especial, o de Jesus (polémicas cronológicas à parte), alguém que lutou e morreu por causas.

Mas volto a Tânia, para lhe desejar as maiores felicidades para o seu querido Tomás. E, claro, nesta época conturbada na RTP, uma época que, a quem vê de fora, aparece marcada pela delação, pelo assassinato moral na praça pública, pelas situações dúbias, desejo a Tânia e ao João Baião as maiores felicidades no seu futuro profissional. Que nunca se sintam descartados, que se sintam sempre motivados e acarinhados. Que sempre o seu valor seja reconhecido pois o seu profissionalismo, a sua dedicação e, sobretudo, a empatia entre eles e entre eles e o seu público é ímpar, sem preço.

(E para o que me havia de dar hoje, já viram....?)

*

Lembro-vos ainda que muito gostaria de vos ter lá pelo meu Ginjal e Lisboa, a love affair. Hoje as minhas palavras caminham ao lado de alguém que se encontra partido ao meio, tal como o descreve Mia Couto num poema muito especial. A música de Elger é linda, um violoncelo tocado com toda a magia por uma mulher para quem o violoncelo parece parte do corpo

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E desculpem-me a insistência mas não se esqueçam também: abaixo deste há mais dois post novos. É só deslizarem até mais abaixo.

(Digo isto várias vezes porque, senão, amanhã, quando perguntar ao meu marido se gostou dos posts, vai ficar muito admirado por eu fazer a pergunta no plural pois, como de costume, só terá visto o primeiro, nunca se lembrando de espreitar a ver se o de baixo é novo ou da véspera. Por isso, não estranhem a insistência: é que isto é sobretudo para ele)

*

E tenham, meus Caros Leitores, uma bela quinta feira!