As redes sociais estão ao rubro a tentar confirmar se o Bubba de que tanto se fala é mesmo o nickname de Bill Clinton -- toda a gente de cabeça à roda a tentar decifrar o mail de Mark Epstein para o mano Jeffrey no qual questiona Jeffrey se já perguntou ao Steve Bannon se ele sabe se Putin tem alguma fotografia de Trump a encher balões (digamos assim) ao dito Bubba.
E eu, perante isto e desconfiada de tudo o que é viral e já não conseguindo traçar uma fronteira clara entre o que é verdade e o que é inventado, fico sem saber o que pensar. Parece-me muito jogo, com o caraças. Por um lado teria graça, carradas de graça, seria de a gente se rebolar a rir. Mas, por outro, talvez fosse diabólico para além do que conseguimos encaixar, e mais ainda se, de facto, Putin tivesse fotografias disso. Muita coisa estaria explicada.
Mas teria também a sua piada se o galifão, o que se gaba de agarrar as mulheres pela pussy, o que acha que uma mulher que supostamente violou até gostou, até achou sexy, o que em tempos disse que miúdas sim, só não abaixo de 12, o que organizava concursos de beleza e ia aos bastidores ver as miúdas a vestirem-se e despirem-se, afinal tivesse sido apanhado com o Clinton, mimetizando as proezas de Monica Lewinski. Teria, não teria. E eu até devia deixar-me de coisas e escrever aqui uma fiada de lol lol lol e de ahahahah...
Seja como for vou admitir que é surreal de mais para ser verdade. Não pode ser, não é? Convenhamos: não dá para acreditar.
Mas pronto, esse nem é o ponto. O tema é marginal em relação a isso: de concreto, e porque uma sua conhecida parceira sexual o revelou, é que o galifão-mor tem um pénis mínimo, um micro-pénis, uma espécie de pequeno cogumelo cabeçudo. Esse seu micro-pénis tem sido parodiado em desenhos animados, em cartoons, em pinturas... e isso deixa-o furibundo.
Pois eis que parece que um outro valentão -- um a quem certamente Trump inveja a firmeza, a mão forte, a capacidade de organizar grandes manifestações, mormente militares, a arte de chefiar tropas com bravura e desencadear guerras à grande -- afinal também padecia do mal dos pénis minúsculos.
Abaixo já falei do rumor que corre desde os tempos da guerra, de que Hitler só tinha um testículo. Só que, agora, a análise ao DNA colhido numa mancha de sangue comprovadamente dele parece revelar que padecia de uma doença que se caracteriza por baixa testosterona e fraco desenvolvimento dos órgãos sexuais. A velha história de um dos testículos não ter descido ou não se ter desenvolvido parece, afinal, fundamentada. E a juntar a isso um micro-pénis...
Ouvi também uma cientista dizer que naquela condição genética é também comum a bipolaridade ou a esquizofrenia. Se tudo isto for verdade, é caso para pensarmos que, na base de muita guerra e de muitos comportamentos belicistas, se calhar não há sobretudo estratégia mas frustração, maluquice, distúrbios mentais, sentimentos de inferioridade mal resolvidos. Nada de que a história não esteja carregadinha de exemplos.
Partilho um vídeo de duração não excessiva em que se fala de um documentário que vai ser divulgado em breve (nota: queixam-se de que coloco aqui demasiados vídeos em língua estrangeira mas recordo que basta ir às definições do vídeo e escolher que se quer ver com legendas e, no autotranslate, escolher a língua portuguesa)
Um novo documentário investiga o DNA de Hitler -- BBC News
Os investigadores extraíram o seu ADN de uma amostra de tecido com sangue de Hitler, encontrada no sofá onde se suicidou.
Os resultados serão revelados este fim de semana num documentário do Channel 4 intitulado "O ADN de Hitler: O Plano de um Ditador".
Escolhi o meu pão, um baguette rústica, um pão de centeio com nozes.
Quando estava a colocar as embalagens no carrinho um homem que ia dizer que era meio velho mas que talvez não fosse muito mais velho que eu. Contudo, se não era velho, parecia. O pão está em cacifos de vidro e há uma pinça para os retirar através de uma abertura.
Pois o estupor do velho meteu a mão (sem luva) pela abertura e pôs-se a apalpar os pães, um a um, acabando por tirar o que lhe pareceu melhor. Várias pessoas assistiram incrédulas àquilo, fazendo esgares umas para as outras. Mas eu não me contive. 'O que é que o senhor está a fazer? A apalpar o pão?'. Pois o estúpido virou-se para mim: 'Que mal é que tem?' Perguntei-lhe se não sabia. Desafiadoramente disse-me que não. Expliquei-lhe que as outras pessoas não têm que levar pão já apalpado por ele. E ele: 'E que mal tem isso?'. E eu: 'Não sabe? Acha higiénico?'. O velho furioso: 'Apalpei sim, senhor. E não vejo mal nenhum nisso'.
Pensei que todos os Boaventuras desta vida devem dizer o mesmo.
Olhei em volta a ver se via alguém da Segurança para me queixar mas não vi. E toda a gente que ali estava a assistir, visivelmente incomodada, ficou calada. É o costume. Nas redes sociais toda a gente manda bocas. Ao vivo, de frente para os parvos, a malta prefere ficar calada.
Resumindo: fiquei furiosa.
A seguir, na caixa, estava na ponta a enfiar no carrinho as coisas que o rapaz da caixa ia passando. Nem levantava a cabeça, ia jogando a mão e enfiando no saco que estava no carrinho. Às tantas pareceu-me que já tinha guardado o saco das maçãs mas pensei que estava equivocada. Depois laranjas. Pensei o mesmo mas, como era tanta coisa e tudo tão rápido, julguei que o meu cérebro estava a brincar comigo. A seguir veio um saco de salada mas como tinha comprado dois pensei que se calhar aquele era o segundo. Mas quando apareceu um saco de agriões, uma embalagem de legumes para a sopa, um detergente multiusos amarelo aí percebi que alguma coisa não estava certa. Dei o alerta: 'Estão a passar coisas que não são minhas' e já lá estavam mais umas poucas já passadas pela caixa. O rapaz parou. Apontou para o que estava antes da caixa. Disse-lhe que não, não eram coisas minhas. O rapaz disse que não havia separador, que as coisas do cliente seguinte tinham sido postas encostadas às minhas..
Aí o homem que estava atrás de mim acordou e ficou em transe, como se eu estivesse a arrumar coisas que não eram minhas. Furioso: 'O que é isso? Isso é meu!'. Respondi: 'Bem sei. O senhor não pôs o separador'. E ele, furioso por eu estar a pôr em causa a sua eficiência: 'Ora essa, não pus? Pus, sim senhora. Então não está ali?' E apontou o separador a seguir às suas coisas. Eu disse: 'Sim. Mas não pôs entre as minhas coisas e as suas'. E ele, verdadeiramente furioso: 'Então não está ali?' E voltou a apontar para o separador no fim das suas coisas. E ameaçador: 'E faz favor de não ficar com as minhas coisas'. O rapaz da caixa atrapalhado, tendo que chamar o supervisor, e explicando: 'Um cliente não colocou o separador, registei as coisas como se fossem da cliente da frente'. E o cliente: 'É mentira, pus, está à vista de toda a gente'.
Quando, no parque, estava a contar ao meu marido que um velho atrás de mim tinha armado uma confusão, vi-o a vir com o carrinho dele. E disse: 'Olha, lá vem ele'. E o meu marido disse: 'E achas que é velho? Se calhar não tem uma idade muito diferente da nossa'.
Fiquei a pensar.
Fiquei também a pensar que o velho do pão deve ter chegado a casa a dizer que uma dondoca se tinha metido com ele por ele estar a apalpar o pão e que o velho da caixa deve ter contado à mulher que uma dondoca qualquer quis ficar com as compras dele e depois ainda se desculpou por ele não ter posto o separador quando toda a gente viu que tinha posto, sim senhor.
Tudo relativo. E tudo muito doido.
Tirando isso.
Esteve frio de tarde. Tive que voltar a usar uma capa de lã.
Agora estou aqui a escrever isto, o cão dorme aqui, deitado ao lado da porta de vidro. Deve estar cansado, tanto que correu de um lado para o outro. Cão de guarda a sério.
A robínia aqui à porta está florida com os seus delicados cachos de florzinhas brancas. Se não fosse tão tarde, ia agora lá fora fotografá-las porque à noite ficam lindas.
Ao jantar, como sobremesa, comi nêsperas que colhi pouco antes. Tínhamos uma nespereira que já cá existia, pelo menos trinta anos. Agora já existem mais quatro e estão todas carregadas. A natureza é mãe.
Depois de jantar estivemos a ver mais um episódio de Sommerdahl, uma série fantástica que passa às 10 na RTP2, uma das poucas coisas que se conseguem ver na televisão e, cá em casa, quase a única que agrada simultaneamente aos dois.
Posso ainda contar que, de tarde, estive a escrever. O meu marido perguntou o que é que eu estava a escrever. Disse-lhe que um conto, para um livro de contos. O meu marido perguntou: 'Vê lá se não é nada que vá envergonhar o teu filho'. Estava a gozar porque lhe contei que, quando contei ao nosso filho que tinha escrito um livro e que ia concorrer a um prémio, ele me perguntou se era alguma coisa da qual ele se envergonhasse. Nesse caso, disse-lhe que não, era inócuo. Mas neste caso, dos contos, tive que responder ao meu marido que temo bem que ele vá envergonhar-se, sim (isto admitindo que o livro um dia será publicado, claro). O meu marido encolheu os ombros.
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Vivo uma vida simples e os avanços tecnológicos incomodam-se não pelos seus inquestionáveis benefícios mas pelos riscos que comportam, em especial quando não há regulação, não há consciência colectiva dos reais perigos, não há tempo para pensar e avaliar bem no que estamos a meter-nos.
A tecnologia é cada vez mais acessível, mais ubíqua, mais aberta. E a tecnologia anda por uma estrada e a ética anda por outra, paralela. E, para os distraídos, relembro que as paralelas nunca se encontram.
Os dois vídeos abaixo mostram temas distintos. Mas são faces de um futuro, nuns casos um futuro mais próximo, noutros um futuro um pouco incerto.
Já nem falo no ChatGPT, uma coisa fabulosa e diabólica (já proibida em algumas instâncias, mas que, mesmo proibida, há-de reencarnar noutros produtos). Mas falo em veículos sem condutores ou, ainda mais preocupante, em mecanismos para reverter o processo de envelhecimento.
Os vídeos não estão ainda traduzidos mas aqui os deixo. A quem possa interessar.
Putting an autonomous vehicle to the test in downtown London
I recently had the opportunity to ride in a car made by the British company Wayve, which has a fairly novel approach to self-driving vehicles. While a lot of AVs can only navigate on streets that have been loaded into their system, the Wayve vehicle operates more like a person
David Sinclair is a man who claims his ‘biological age’ is 10 years less than his actual age of 53. The Harvard Geneticist is a leader in longevity science. Watch him in a riveting conversation with Kalli Purie, Vice Chairperson, India Today Group at the #IndiaTodayConclave. The two discuss the formula to look younger, how healthy sugar is for you, whether fruits are a good substitute for sugar, the newly-researched stress-busting food, the benefits of red wine and the magic of metformin.
As imagens, uma vez mais, não têm nada de nadica a ver com nada. Mostram a arte de Marianne Evennou, uma decoradora que faz maravilhas com pouco, inclusivamente decorando com arte e engenho pequenos espaços. Apeteceu-me partilhar convosco, só isso.
O Fernando Ribeiro, num comentário ali mais abaixo a propósito de um outro vídeo maravilhoso sobre o DNA, deixou um outro que vi com interesse e, ai mãezinha, com que vontade de ir atrás daquilo. Já o mostro lá mais em baixo.
Estive a ver. Dá ideia de que, por detrás da curiosa iniciativa, há um concurso patrocinado por uma agência de viagens: pode ganhar-se uma viagem a um dos países que consta do nosso cadastro do ADN. Nada mau.
Mas o engraçado não está aí, está na identificação das nossas origens (se é que isto se pode dizer assim - e, se não for, os cientistas que, por favor, me corrijam)
Saber onde nasceram os meus antepassados é uma coisa que a mim me desperta interesse.
Durante muito tempo, muita gente, por exemplo na rua, achava que eu seria francesa. Dirigiam-se a mim: Française? Presumo que teria a ver com o facto de eu, durante bastante tempo, ter usado cabelo rapadinho, muito a la Jean Seberg, e blusas justinhas, calças justinhas ou vestidinhos desempoeirados.
Gosto muito de França, muito mesmo, e não só de Paris. Também de toda a Normandia, e volta e meia tenho vontade de regressar a Saint-Malo, ou o sul de França, ou aquela costa maravilhosa que se junta à de Itália, o mar muito verde lá em baixo.
E gosto muito de Itália, muito, e tenho muita vontade de ir conhecê-la melhor. Ainda recordo com espanto, e já disso aqui falei, aquela vez em Génova em que descíamos a pé as ruas empedradas até ao porto, aquelas casas banhadas pelo sol quente do entardecer, e, de uma ruela saía um canto, uma jovem mulher cantando árias enquanto, ao lado, um homem jovem tocava violoncelo. Um momento sublime na minha vida. Um momento assim passa a habitar a nossa memória de uma forma feliz e transcendente.
Também sempre me senti bem em Espanha. Até ao AVC do meu pai, ia umas duas ou três vezes por ano a Madrid, quando não mais. Agora saio cada vez menos do país, parece que não fico descansada indo para longe. Também gosto de Barcelona. Mas, de todas, a cidade espanhola de que mais gosto, mas que gosto mesmo muito, é San Sebastian, a bela basca Donostia. Difícil até explicar o quanto me atrai aquela cidade. Adoro lá andar, parece que lá é que eu deveria ter nascido. Acho que, um dia que me reforme, tudo farei para lá passar no mínimo umas duas semanas por ano. Mas não sei se é por sentir que tenho sangue espanhol. Não sinto isso.
O meu avô paterno tinha um certo ar oriental. Há chineses de idade que se parecem um bocado com ele. Não que tivesse olhos rasgados mas, não sei, acho que havia nele traços orientais. E tinha uma calma oriental. Gostava de estar no jardim ou na horta, tranquilamente, a tratar das suas coisas. E gostava de ir à pesca, e ia de bicicleta. Os filhos passavam-se com ele, que era um disparate, que um dia ainda tinha um acidente. Ele não lhes ligava. Até aos oitenta e tal anos lá ia ele, na maior paz, de bicicleta para as suas pescarias. Tinha antepassados orientais, com certeza. Talvez japoneses, mais do que chineses. Não faço ideia.
O outro avô era muito alto, muito louro, olhos azuis muito claros. Descenderia dos povos das terras frias do Norte, talvez. Lembro como me pegava ao colo e me colocava às suas cavalitas, lá bem no alto.
As minhas avós eram mulheres portuguesas típicas, acho eu. Algarvias. A minha avó paterna mais conservadora, a outra muito liberal.
E isto é até onde posso dizer.
Mas se me desligar do que sei dos que conheci, e tentar abstrair-me e pensar nas minhas origens, tenho para mim muito claro que devo descender de mulheres etruscas. Sinto-o como se guardasse em mim memórias desses tempos. Quase me parece que são tempos não muito longínquos. Acho que eram tempos muito bons esses e se eu, em abstracto, pudesse escolher um ambiente em que gostasse, ainda hoje, de viver, era para a reconstituição desses tempos que eu gostaria de ir.
Ou, em alternativa, poderia viver na beira de um rio, num bosque, ser talvez índia, andar nua, balouçar-me numa cama de rede e folhas, estar sempre feliz, a rir, a banhar-me, a apanhar flores ou a escolher sementes. Ou a fazer colares, brincos, e a brincar - ah como eu gosto de brincar.
Ou, quem sabe, a frequentar salões literários e boémios, em tertúlias e noites de perdição, inspirar poetas e pintores, ordenar que me lessem poemas, que cantassem para mim, que me massajassem os pés (bem... isto não deveria fazer parte), que me servissem chás e me ensinassem sobre mundos novos.
Mas não é que ser musa me agrade especialmente, só se for musa distante, uma allumeuse.
Ascendentes negros ou indianos não me parece que tenha, mas, enfim, não faço ideia.
Contudo, posso ter primos venezuelanos ou argentinos (que estupidez, agora não me lembro).
Já aqui falei disto, perdão, pois, pela repetição. Um dos meus bisavôs era muito rico, tinha muitas propriedades, casas e dinheiro. Mas era um boémio que estourou tudo no jogo e com 'mulheres'. Então, um belo dia, sem se despedir, fugiu. A mulher não lhe perdoou. Criou o meu avô e os restantes filhos mantendo uma raiva àquele marido que naquele desamparo a tinha deixado. Ninguém na família mexeu uma palha para saber dele. E se ele fez alguma tentativa para saber da família, não deve ter tido sorte.
Muitos anos depois, seria já ele um ancião, alguém vindo de lá falou que ele ainda era vivo, que vivia numa quinta, na maior solidão. Ninguém se condoeu. Acho que nem foi isso, acho que, na verdade, para toda a gente era como se, ao fugir, se tivesse suicidado.
Também já o contei: se ainda ninguém lhe chamou um figo, ainda hoje deve haver um belo terreno no Algarve que nos pertence e que nem o meu pai nem o irmão se deram ao trabalho de registar. Antes, em vida ainda do meu avô, era preciso uma certidão de óbito do pai dele. Poderia ter-se averiguado junto da embaixada. Depois, já era mais do que óbvio que não estava já vivo de certeza pelo que nem a certidão de óbito era precisa. Zero. Ninguém mexeu uma palha. Depois morreu o meu avô com noventa e tal anos. Agora o meu pai e o meu tio já estão nos oitenta e tais e obviamente que já não serão eles a tratar do assunto. Para aí uma vez por ano, eu e a minha prima dizemos, olha lá, temos que ver o que fazemos àquilo lá do terreno, devíamos pedir a algum solicitador. E ambas dizemos que sim. Mas algum papel deveríamos ter para pôr o assunto a mexer. E ninguém mexe uma palha para descobrir que papel seria este.
Da minha parte, sinto que aquela terra pertence a uma história que não acabou bem e que não sinto como tendo a ver comigo. O lado monetário da coisa não me diz nada, como se o dinheiro que aquilo valerá não compense o esforço de descobrir um papel gasto pelo tempo.
A história da minha família tem sido, assim. Desfazerem-se de tudo, sem olhar para trás. Tudo gente assim. Incluindo eu.
Portanto, às tantas, descendo é de nómadas, de gente desligada, de gente que andou a cruzar o mundo sem ser de lado nenhum. Talvez seja mesmo o mais provável. E essa ideia agrada-me. Agrada-me pensar que estou de passagem e que, de uma forma ou de outra, tenho vindo passando por aí.
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Este é o vídeo de que o Fernando Ribeiro falou e que vos convido a ver:
The DNA Journey
Vamos fazer o teste e ver se somos primos? Teria graça, não teria?
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E não vem a propósito mas apetece-me dançar. Elevar-me, voar, libertar-me da gravidade desta vida.
(Na volta, tenho é gaivotas como antecedentes)
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Apetecia-me ainda ouvir um poema em português.
Queria um poema de um homem dito por um homem ou de uma mulher dito por uma mulher. Nenhum me prendeu (provavelmente porque me estava a apetecer alguma coisa especial, só pode, já que oferta no youtube é o que não falta).
Vai, portanto, um poema de que gosto muito, de uma mulher, Maria Teresa Horta, dito por um homem que diz muito bem, Pedro Lamares:
Segredo
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Das fotografias que ilustram o texto se diz no Bored Panda:
These rare and beautiful vintage portraits of Native American girls were taken between the late 1800s and the turn of the 19th Century, yet despite being over a century old, many of them are still surprisingly clear.
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Desejo-vos, meus Caros Leitores, uma belo sábado.