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Adele protegida pelo estonteante Peter Van der Veen |
O homem chama-se Peter Van Der Veen, é holandês e é mil vezes melhor vestido do que despido. Já foi antes bodyguard da Lady Gaga.
Como CV, isto estava a parecer-me curto e, portanto, lá fui em busca do seu rasto. Preguiçosa como sou, ou o que quero está na primeira página de selecção da google ou desisto. Acresce que, como não tenho conta no twitter, no facebook ou no instagram, não consegui saber nada mais que se aproveitasse. Que já foi Mr. Europe daquilo de body builder e que todo ele é músculo - mas não era disso que eu estava à procura, que isso a mim diz-me pouco. Queria sabê-lo amante de Borges, a saber montes de poemas de cor, queria sabê-lo com formação de base em matemática ou em física, queria sabê-lo a participar em conferências sobre o buraco do ozono - coisas assim que fazem com que a minha consideração por um homem bonito suba ligeiramente. Mas não, não descobri nada disso. Vi-o foi todo descascado, todo músculo, armado em bom. Não gostei. Gosto de homens normais, com alguns defeitos para que a gente possa desfeiteá-los quando nos sentimos menos poderosas e com necessidade de nos vingarmos de alguém, ou seja, homens com corpinhos na base do dad bod.
Mas, se despido fica desinteressante, já vestido tem muito que se lhe diga.
Na minha actividade profissional ou na minha vida social, não existem motivos que me levem a contratar um guarda-costas deste calibre pelo que vou ter que sonhar que me saia o euromilhões e que, portanto, para me defender de quem tente assaltar-me, eu precise de protecção extraordinária; ou sonhar os riscos que vou correr quando me transformar em empresária de sucesso numa área com que ando para aqui a congeminar.
Mas, enquanto isso não acontece, quem anda a desfrutar da beldade e a causar uma inveja galáctica é a Adele. Por onde ela passa, lá vai a beldade atrás. Prefiro vê-lo de fato, todo giraço, mas também não sou esquisitinha: até de cãozinho ao colo ele fica bem.
De resto, a Adele merece. No outro dia, deu outra vez um show danado. Com o Jimmy Fallon and the Roots interpretou o seu êxito Hello tendo, como acompanhamento musical, instrumentos musicais infantis.
A canção deixa de ser sentimental e torna-se uma animação, todos em ambiente de festa, balançando e fazendo coros, e ela, alinhando na brincadeira, com aquele seu vozeirão, a transformar também este momento num imediato hit que, apesar de ter sido divulgado apenas no dia 24 de Novembro, à hora a que escrevo, já vai com 13 951 080 visualizações no Youtube.
Jimmy Fallon, Adele & The Roots interpretam "Hello"
(com instrumentos musicais infantis, de sala de aula)
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Desejo-vos, meus Caros leitores, uma bela semana, a começar já por esta segunda-feira.
Sejam felizes, está bem?
A vida é curta - não dá para não aproveitarmos tudo o que ela tem de bom (mesmo que seja pouco)
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