Tenho visto entrevistas ou vídeos de médicos americanos que convergem na opinião de que Trump padece de demência frontotemporal. Inicialmente havia quem dissesse que poderia ser Alzeihmer, tal como o pai teve, mas agora todos referem que parece não ser isso mas algo com consequências piores dadas as funções que ocupa.
Pedi ao chatGPT que caracterizasse essa doença e transcrevo parte da informação que obtive.
A demência frontotemporal (DFT) é um grupo de doenças neurodegenerativas que afetam sobretudo os lobos frontal e temporal do cérebro — áreas responsáveis pelo comportamento, personalidade, linguagem e funções executivas (planeamento, controlo emocional, julgamento).
Ao contrário de outras demências, no início a memória pode estar relativamente preservada. O problema principal está no comportamento, personalidade ou linguagem.
Sinais típicos:
- Mudanças de personalidade marcadas
- Falta de empatia
- Comportamentos socialmente inadequados
- Impulsividade
- Apatia ou perda de iniciativa
- Desinibição (dizer coisas impróprias, gastar dinheiro impulsivamente, etc.)
Afeta a linguagem. Pode causar:
- Dificuldade em encontrar palavras
- Fala lenta ou com erros
- Dificuldade em compreender frases
- Problemas em nomear objetos
- Alterações comportamentais:Evidências e sinais de alerta
- Indiferença emocional
- Falta de autocontrolo
- Repetição de comportamentos (rotinas obsessivas)
- Alterações alimentares (ex: comer exageradamente doces)
- Alterações cognitivas
- Dificuldade em planear
- Perda de capacidade de tomar decisões
- Diminuição do pensamento abstrato
- Fala pobre ou com erros
- Dificuldade em compreender ou expressar ideias
- Avaliação clínica e neurológica
- Testes cognitivos
- Exames de imagem (TAC ou ressonância magnética)
- Às vezes exames genéticos
- Evolução média: 6 a 10 anos após início dos sintomas (mas pode variar)
- Geralmente progride mais rapidamente que a doença de Alzheimer
Porque é que o ego instável de Trump está a deixar o mundo em alerta | Podcast do The Daily Beast
O Dr. John Gartner junta-se a Joanna Coles para uma análise profunda e instigante do que ele defende serem os sinais crescentes de declínio cognitivo e comportamental em Donald Trump — desde palavras confusas e histórias desconexas até grandiosidade, paranóia e o espetáculo de adormecer no seu recém-formado Conselho da Paz. Enquanto dissecam a história da conspiração da escada rolante de Trump, a obsessão com a aparência, a fixação em nomear pontos turísticos em sua homenagem e os discursos noturnos nas redes sociais, a conversa alarga-se aos verdadeiros riscos: os códigos nucleares, a política de risco no Médio Oriente, as eleições intercalares e aquilo a que o Dr. Gartner chama uma perigosa combinação de ferida narcisista e poder desenfreado. Com referências à Gronelândia, Gaza, Irão, ao Departamento de Justiça e até à sombra dos arquivos de Epstein, Coles questiona se ainda existem mecanismos institucionais de proteção — ou se o impulso orienta agora as políticas.


