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segunda-feira, fevereiro 23, 2026

Será possível que o mundo esteja nas mãos de alguém que padece de demência frontotemporal?



Tenho visto entrevistas ou vídeos de médicos americanos que convergem na opinião de que Trump padece de demência frontotemporal. Inicialmente havia quem dissesse que poderia ser Alzeihmer, tal como o pai teve, mas agora todos referem que parece não ser isso mas algo com consequências piores dadas as funções que ocupa.

Pedi ao chatGPT que caracterizasse essa doença e transcrevo parte da informação que obtive.

A demência frontotemporal (DFT) é um grupo de doenças neurodegenerativas que afetam sobretudo os lobos frontal e temporal do cérebro — áreas responsáveis pelo comportamento, personalidade, linguagem e funções executivas (planeamento, controlo emocional, julgamento).

Ao contrário de outras demências, no início a memória pode estar relativamente preservada. O problema principal está no comportamento, personalidade ou linguagem.

Sinais típicos:

    • Mudanças de personalidade marcadas
    • Falta de empatia
    • Comportamentos socialmente inadequados
    • Impulsividade
    • Apatia ou perda de iniciativa
    • Desinibição (dizer coisas impróprias, gastar dinheiro impulsivamente, etc.)

Afeta a linguagem. Pode causar:

    • Dificuldade em encontrar palavras
    • Fala lenta ou com erros
    • Dificuldade em compreender frases
    • Problemas em nomear objetos

Evidências e sinais de alerta

- Alterações comportamentais:
  • Indiferença emocional
  • Falta de autocontrolo
  • Repetição de comportamentos (rotinas obsessivas)
  • Alterações alimentares (ex: comer exageradamente doces)
  • Alterações cognitivas
  • Dificuldade em planear
  • Perda de capacidade de tomar decisões
  • Diminuição do pensamento abstrato
- Linguagem
  • Fala pobre ou com erros
  • Dificuldade em compreender ou expressar ideias
Como é diagnosticada

O diagnóstico baseia-se em:
  • Avaliação clínica e neurológica
  • Testes cognitivos
  • Exames de imagem (TAC ou ressonância magnética)
  • Às vezes exames genéticos
Prognóstico
  • Evolução média: 6 a 10 anos após início dos sintomas (mas pode variar)
  • Geralmente progride mais rapidamente que a doença de Alzheimer
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Tem sido o próprio Trump a referir que tem feito testes cognitivos (que ele se gaba de acertar em tudo, a começar por identificar a girafa e o elefante) bem como Ressonância magnética ou TAC. 

E parece estar a perder os poucos filtros internos que tinha e a ter as suas capacidades cada vez mais deterioradas: insulta pessoas, toma decisões erráticas, parece não planear nada do que decide nem acautelar as consequências, inventa as mais desvairadas aldrabices em que parece mesmo acreditar, demonstra não se informar sobre as matérias sobre as quais decide, passa a vida a adormecer nas reuniões, nas conferências de imprensa e até já adormeceu de pé.

Li que há opiniões médicas a referir o seu estado de declínio desde o 1º mandato, o que o colocaria já na recta final do percurso da doença. Como sou leiga na matéria, não consigo avaliar mais do que o que salta à vista de toda a gente (de toda a gente menos dos MAGAs, claro)

Com o poderio militar de que os Estados Unidos dispõem, com um gabinete de gente fraca e bajuladora em que não se consegue perceber quem é que, de facto, manda ali, a ser verdade que Trump padece mesmo de demência frontotemporal, ter à frente dos destinos do mundo uma pessoa que não mede o que diz ou faz parece ser causa para alarme.

Estou certa de que meio mundo deve andar já a estudar formas de 'atacar' o problema caso venha a tornar-se evidente que não pode continuar ao leme do país. O pior é o que ele ainda irá fazer até que o retirem. Por exemplo, a situação do Irão pode ser explosiva e ter consequências dramáticas e duradouras. Mas saberá ele avaliá-las? Tenho muitas dúvidas.

Vejo muitas discussões políticas e muitos comentadores a analisarem as suas decisões como se fossem ideológicas. E não vejo que as analisem como me parece que deveriam também ser analisadas, como provas de um caso clínico.

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Junto o vídeo em que Joanna Coles conversa, de novo, com o Dr. John Gartner para analisarem os acontecimentos mais recentes. Como sempre, é interessante e, até, divertido. Poderão accionar a tradução automática para língua portuguesa.

Porque é que o ego instável de Trump está a deixar o mundo em alerta | Podcast do The Daily Beast


O Dr. John Gartner junta-se a Joanna Coles para uma análise profunda e instigante do que ele defende serem os sinais crescentes de declínio cognitivo e comportamental em Donald Trump — desde palavras confusas e histórias desconexas até grandiosidade, paranóia e o espetáculo de adormecer no seu recém-formado Conselho da Paz. Enquanto dissecam a história da conspiração da escada rolante de Trump, a obsessão com a aparência, a fixação em nomear pontos turísticos em sua homenagem e os discursos noturnos nas redes sociais, a conversa alarga-se aos verdadeiros riscos: os códigos nucleares, a política de risco no Médio Oriente, as eleições intercalares e aquilo a que o Dr. Gartner chama uma perigosa combinação de ferida narcisista e poder desenfreado. Com referências à Gronelândia, Gaza, Irão, ao Departamento de Justiça e até à sombra dos arquivos de Epstein, Coles questiona se ainda existem mecanismos institucionais de proteção — ou se o impulso orienta agora as políticas.

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Desejo-vos uma boa semana

segunda-feira, dezembro 22, 2025

Por cá, decorações natalícias. Por lá, as perplexidades de não saber como lidar com um narcisista em acelerado processo de demência

 

Hoje acordei a ouvir movimentações dentro e fora de casa. Ao fim de um bocado, ocorreu-me que estava a ser cumprido um meu pedido: que as bolas gigantes de Natal fossem penduradas nas árvores do jardim, de preferência antes de Natal. Levantei-me e fui espreitar: a porta da rua escancarada, um frio de rachar. Pensei que devia ter vestido alguma coisa. E lá andava ele, com a caixa das bolonas, fio de nylon, a engalanar o jardim para que o Santa Claus não se esqueça de nós. O cão de roda dele, o pelo todo molhado. Fotografei-os.

Fui também espreitar à sala. Ontem eu já tinha trazido para cima a árvore grande mas hoje já tinham vindo mais umas quantas, as pequeninas. Faltam as grinaldas com luzinhas que não sei onde ele as guardou pois no outro dia andou na garagem a fazer arrumações. 

Não tenho paciência para fazer decorações muito rebuscadas ou complexas mas gosto de ter recantos da casa com luzinhas. E nisso existem discordâncias, pois de bom grado deixaria algumas como presença efectiva, ao longo de todo o ano. Várias das minhas arvorezinhas são tão abstractas que bem poderiam passar por simples elementos decorativos, independentes do Natal. 

O meu marido, minimalista, acha que quanto menos melhor e é frequente que a seguir aos Reis, ao levantar-me, dê com a casa e o jardim já inapelavelmente despidos de bolas, árvores e luzes.

Entretanto, a minha cabeça já está nas comidas do repasto e, como sempre, só me apetece inventar e adicionar. O costume é dizerem-me que não devo dispersar-me por várias coisas pois acabo por ter trabalheiras infinitas. Mas é mais forte que eu. Contudo, tenho a restrição do forno. Precisava de ter um forno duas vezes maior ou, então, ter dois. Infelizmente o forno de lenha está com um problema. O revestimento tem estado a desprender-se e não sei a quem recorrer. E não me arrisco a que caiam bocados nos tabuleiros com comida. Claro que os poderia tapar com papel de alumínio, mas sei lá se, às tantas, não cai algum bocado mais estrutural. Além disso, leva muito tempo a ficar quente. Um forno elétrico maior é que era. Mas não cabe. Portanto, tenho que me organizar e auto-limitar.

Mas, enfim, depois logo conto.

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Agora à noite pus-me aqui a ver as notícias e as novidades e voltou a aparece-me a Joanna Coles, desta vez com o Dr. John Gartner a conversarem sobre o comportamento errático, impulsivo, narcisista, destravado, ganancioso, corrupto, mentiroso, a atitude um alcoólico que acha que tudo pode (Susan Viles o disse) que, ainda por cima, evidência um progressivo quadro demencial.

Quem já lidou com alguém que entrou no enevoado corredor da demência sabe que não vale a pena contrariar ou tentar pôr ordem na cabeça deles. É improdutivo, inconsequente.

O drama maior neste caso é tratar-se do homem com mais poder no mundo. Talvez por isso, não deixa de ser extraordinário podermos assistir a esta situação insólita, perigosa e, ao mesmo tempo, caricata.

O declínio mental de Trump está a acelerar: afirma o psicólogo Dr. John Gartner
| Podcast do The Daily Beast

O psicólogo Dr. John Gartner junta-se a Joanna Coles para analisar o mais recente discurso de Donald Trump na Casa Branca e explicar porque é que o seu ritmo frenético, a rígida disciplina com o teleponto e a velocidade vertiginosa alarmam os profissionais de saúde mental. Com base em décadas de experiência clínica, Gartner defende que a hipomania, o narcisismo maligno e a demência progressiva de Trump já não são teorias abstratas, mas padrões visíveis — acelerados, mensuráveis ​​e cada vez mais descontrolados. Examinam porque é que os testes cognitivos repetidos sugerem a monitorização do declínio em vez dos exames de rotina e como as noites sem dormir, as decisões impulsivas e as publicações compulsivas apontam para um líder à beira de um colapso cognitivo.


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Desejo-vos uma bela semana 

sexta-feira, outubro 24, 2025

Um fantástico Salão de Baile, uma acentuada demência ou uma paranoia tresloucada...? Ou...?

 

Têm-me dito que estou demasiado interessada em Trump, quase como se houvesse o risco de o interesse virar obsessão. Não creio que haja esse risco mas é verdade que o exagero dos dislates, a sua acelerada trajectória na direcção de uma parede, a loucura patente que está, sem oposição, a corroer dramaticamente a democracia, tudo isso me intriga e me dá vontade de antever qual o momento em que a coisa vai ter um fim dramático. Porque me parece inevitável que o fim seja estonteante, dramático.

Já aqui o referi, fazendo-me eco do que tanta gente advoga: em simultâneo com o narcisismo exacerbado, parece óbvio que há uma excessiva ausência de filtros, uma alarvidade que ultrapassa o razoável. Talvez esteja, de facto, demente. E a forma abstrusa como se deixa influenciar, a volatilidade das intenções, o protesto do seu ímpeto vingativo, tudo junto, torna-se um cocktail perigoso demais pois, não nos esqueçamos, está ao comando do país mais poderoso do mundo. E nem falo dos códigos nucleares.

A sua porta-voz confirmou que o Salão de Baile para 999 pessoas e que, segundo ele, tem tido óptimas reviews, é a sua grande prioridade. Com o governo paralisado, com consequências tão pesadas para tanta gente, com tantos e tão graves problemas, a sua prioridade é o Salão de Baile. Vai para as reuniões com plantas, com desenhos. Tal como agora quer mandar construir uma réplica do Arco do Triunfo. Tudo delirante. Depois de ter garantido que não ia mexer no edifício para construir o Salão de Baile, é com espanto e horror que as pessoas percebem que afinal está a demolir a ala esquerda da asa Branca.

Contudo hoje ouvi uma coisa que me deixou um pouco de pé atrás sobre se é só demência e ostentação ou se é também paranoia -- ou se há alguma racionalidade, inconfessa, a justificar tudo isto. Nos tempos de Hitler, em 1936, também foi construído um Salão de Baile. Só que, por baixo, estava o verdadeiro objectivo: um bunker. Sucede que, justamente, por debaixo da ala que agora está a ser destruída existe o Presidential Emergency Operations Center (PEOC). Ora acontece que não deve ser tão grande nem tão moderno nem tão 'anti-nuclear' como Trump deseja. Por isso, será que isto do grande e opulento Salão de Baile, que bate muito certo com a demente ostentação de Trump, não é ao mesmo tempo o pretexto para reformular e reconstruir um novo, huge, fantastic, bigger then anyother nuclear bunker?

Enfim. O que for soará.

Seja como for, partilho o mais recente vídeo em que o psiquiatra Dr. John Gartner conversa com Joanna Coles sobre a deterioração evidente da mente de Trump -- e como é preocupante que aparentemente ninguém se preocupe a ponto de tomar sérias providências. Mais depressa as pessoas gozam com as derivas tresloucadas do que ficam apreensivas com a sua demência que já estão a levá-lo para actos a todos os títulos preocupantes para os Estados Unidos e para o mundo.

É muito interessante. 

Trump's Cognitive Collapse is Clear: Psychologist | The Daily Beast Podcast

O Dr. John Gartner junta-se a Joanna Coles, da Beast, para avaliar o desfasamento mental de Donald Trump. O psicólogo clínico e antigo professor da Johns Hopkins, que alertou precocemente para o "narcisismo maligno" de Trump, afirma agora que o presidente demonstra sinais claros de declínio cognitivo, comparando a sua confusão e grandiosidade a ditadores nas suas fases finais. Coles pressiona Gartner sobre se a demência de Trump o torna mais perigoso ou simplesmente mais delirante, e o que isso significa para o resto do segundo mandato de Trump e mais além. Estarão os Estados Unidos a ser liderados por um homem que está a perder o contacto com a realidade ou Trump ainda é suficientemente astuto para esconder os seus sintomas crescentes?

00:00 - Introdução
02:56 - Explicando o Narcisismo Maligno de Donald Trump
04:09 - Comparar as Ações de Trump com o Alarmismo de Hitler?
10h10 - Porque é que as derivas erráticas de Trump são, na verdade, um sintoma de declínio cognitivo
13h11 - A grandiosidade de Trump é uma componente de uma perturbação de personalidade
15h19 - O vídeo da IA ​​de Trump, "No Kings Poop", é um sinal do sadismo de Trump
16h29 - Trump confundir Irão e Índia é sinal de declínio cognitivo
19h00 - Como as pessoas que rodeiam Trump tentam lidar com o seu declínio cognitivo
20h37 - A incapacidade de Trump para se calar revela o seu distúrbio de pensamento
23h09 - Trump deu sinais de AVC durante a cerimónia de 11 de setembro
27h13 - Porque é que diagnosticar a saúde mental de Trump é urgentemente necessário
32h26 - Como o declínio cognitivo de Biden difere do de Trump
36h30 - O discurso militar de Trump mostra como o seu pensamento é desordenado
39h48 - A comunicação social generalista precisa de cobrir os problemas cognitivos de Trump


Desejo-vos uma boa sexta-feira

domingo, setembro 21, 2025

Narcisista maligno, psicopata, paranoico, sádico e, ainda por cima, demente -- e, no entanto, com acesso aos códigos nucleares.
Assim vai este nosso mundo

 

O que está a passar-se nos Estados Unidos -- em que uma democracia que pensávamos robusta e com mecanismos de defesa e controlo rapidamente soçobrou às mãos de um doido varrido, em que parte da sociedade parece adormecida, passivamente a ser sugada para um regime despótico, em que, por medo, instinto de sobrevivência ou puro oportunismo, outra parte parece adaptar-se bem aos repentes, aos disparates, às conversas erráticas de um presidente que não ouve ninguém, às suas decisões prepotentes e absurdas, ao seu autoritarismo agressivo, aos seus ímpetos vingativos  -- traz-me preocupada.

Ao assistir a isto, constato que as democracias -- regimes assentes na crença da bondade alheia e no respeito pelo outro, mesmo quando o outro é contra a democracia -- são vulneráveis, muito mais frágeis do que eu poderia imaginar. 

E o que assusta ainda mais é que os tiranetes que, por todo o lado, em todos os países, brotam de sob as pedras parecem sentir-se 'empoderados' ao verem estes exemplos em que a maldade impera, impune, vingativa. E, por efeito de mimetismo ou de contágio, vão ganhando cada vez mais força.

Parece haver traços psicológicos comuns entre os diferentes ditadores ou aspirantes a tal, e é normal que assim seja. Uma pessoa mentalmente escorreita, generosa, respeitadora, empática, não consegue mentir sem vergonha, não consegue insultar e humilhar os outros sem ficar com um peso na consciência, não consegue ser vil, cruel para com os mais vulneráveis sem se deitar, à noite, atormentado por remorsos. Apenas os que têm uma 'certa' pancada conseguem ser assim e seguir em frente, sem um pingo de arrependimento, sem um pingo de vergonha, sem um pingo de humildade, sem um pingo de empatia.

Vou partilhar um vídeo muito interessante. É longo mas vê-se de gosto. Está legendado embora, de vez em quando, a legendagem não seja perfeita. 

Tenho vindo a acompanhar os podcasts de Joanna Coles no Daily Beast, nomeadamente o sempre interessante Inside Trump's Head com Michael Wolff. Mas desta vez o convidado de Joanna Coles é outro e é uma pessoa que se exprime de forma didáctica e, ao mesmo tempo, divertida: John Gartner, um reputado psicólogo.

E se é mais ou menos inequívoco, aos olhos de todos, que ter um doido varrido ao comando de um país como os Estados Unidos é um daqueles perigos existenciais contra os quais deveria haver medidas de mitigação, a verdade é que o mais assustador é que verificamos que aparentemente não há. Em situações 'normais', um maluco destes já deveria ter sido afastado e colocado num hospício em que fosse garantido que não faria mal a ninguém. Mas não. O que assistimos é que desde empresários, os mais ricos do mundo, a chefes de outros Estados, todo o mundo o reverencia e bajula. Em vez de se assistir a um movimento colectivo de rejeição, o que vemos é justamente o contrário: todos vão ao beija-mão, todos lhe lambem o rabo.

E eu assisto enojada a isso. Enojada.

This is What Proves Trump’s Dementia: Psychologist | The Daily Beast Podcast

O Dr. John Gartner, antigo professor da Johns Hopkins e co-apresentador do podcast "Shrinking Trump", junta-se a Joanna Coles, da Beast, para apresentar um diagnóstico arrepiante: Donald Trump apresenta sinais de demência, somados a um narcisismo maligno. Com base em décadas de experiência clínica, o Dr. Gartner explica como a linguagem decadente, o andar errático e as anedotas perturbadoras de Trump apontam para uma deterioração cerebral que o torna não só imprevisível, mas também excecionalmente perigoso no cargo. Coles pressiona-o sobre como o narcisismo de Trump se compara com a persona pública do Rei Carlos, se o seu gabinete e família estão a afastar-se da sua volatilidade e o que significa quando um líder com códigos nucleares também apresenta sintomas de mini-derrames e confabulação. Da psicologia de Hitler ao narcisismo benigno de Bill Clinton, este episódio explora a forma como o poder amplifica a paranóia, a crueldade e a decadência — e coloca a questão mais clara de todas: à medida que Trump enfraquece física e mentalmente, ao mesmo tempo que reforça o seu controlo sobre a autoridade, até onde pode ir o trumpismo antes de destruir a América?