O difícil mundo dos negócios exige gestores à altura. Reduzir custos é muitas vezes imperioso e sorte de quem nunca se viu nessa situação, seja em que lado da mesa for.
O Sr. Pereira enviou a sua directora de Recursos Humanos avaliar qual o funcionário que deveria ser demitido.
Demitido - Área 58
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Do Público:
Primeiro-ministro afirma que nunca foi notificado da dívida, criada entre 1999 e 2004, e que ela prescreveu em 2009, facto de que diz ter tomado conhecimento em 2012. Apesar disso adianta que pagou já este mês, voluntariamente, cerca de 4 mil euros, depois de ser questionado pelo PÚBLICO.
O primeiro-ministro explica que, já em 2012, depois de estar a chefiar o Governo há cerca de um ano, foi confrontado — não dizendo por quem — com dúvidas sobre a regularidade da sua situação contributiva. Nessa altura, acrescenta, questionou o Centro Distrital de Segurança Social de Lisboa, tendo-lhe sido respondido que “estava registada a quantia de 2880,26 euros, acrescida de juros de mora à taxa legal em vigor”.
Independentemente do facto de a referida quantia corresponder aproximadamente à dívida que tinha em Agosto de 2002 — segundo os documentos obtidos pelo PÚBLICO — e não incluir a que foi gerada desde essa data até Setembro de 2004 (atingindo o total de 5016 euros), a resposta do gabinete do primeiro-ministro confirma que, pelo menos entre 1999 e o Verão de 2002, Passos Coelho nada pagou à Segurança Social.
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De um mail enviado por um Leitor:
É possível supor que somos governados por gente séria e que um qualquer Passos, que acumula casos atrás de casos, não tem vergonha na cara?
É sequer possível imaginar que um ministro “lambreta” não passa, desculpe a linguagem, de um cagalhão com duas rodas?
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