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sexta-feira, maio 08, 2026

Será mesmo verdade que a Inteligência Artificial vai curar todas as doenças e reverter o envelhecimento...?
Se calhar é.
Vamos pensar nisso...?
Ou isso é uma seca e vamos mas é, antes, tentar perceber porque é que os Clubes de Leitura e os Retiros são maioritariamente frequentados por mulheres...?
Ou deixamos isso também para outro dia?

 

Cá por casa e arredores não querem que eu fale de Inteligência Artificial e do que por aí vem. Dizem que não é preciso falar tanto, que já não se aguenta e que, para mais, talvez não seja como por aí se diz. E eu acho que vai ser, talvez até em domínios em que agora não pensamos. 

Por exemplo, a propósito das cabines clínicas acredito que vai ser como as máquinas multibanco. Ao princípio pensava-se que as pessoas iam continuar a ir ao banco, que o dinheiro é coisa séria, de muita apegação, que não é para ser transaccionado numa máquina no meio da rua. E veja-se: eu nem ao multibanco já vou, já é raro, já é tudo via app, praticamente nem há já dinheiro físico. Quando tive que ir ao banco, aquando da morte da minha mãe, para mim foi um atraso de vida, já não estou habituada. Acredito que com a saúde vai ser o mesmo. Mais depressa vou a uma cabina, sou avaliada, sou medicada, se calhar saio de lá com os medicamentos na mão e, eventualmente, prescrição para outros exames ou consultas de especialidade, tudo já marcado, do que fico meses à espera de uma consulta, depois tempos na sala de espera, depois ir à farmácia ou andar a ver onde posso fazer os exames. 

Acredito que é o caminho. Agora avaliem-se as consequências disto a todos os níveis. Tal como dantes havia grandes agências bancárias, cheias de empregados, e agora há poucas e com pouca gente, assim acontecerá com os centros de saúde ou clínicas de ambulatório. Continuará a haver, mas poucas, para temas que terão que ser tratados presencialmente. Tal como hoje há contact centers dos bancos, aliás já com bots a atenderem, tudo na base do algoritmo, assim haverá para os temas da saúde, para esclarecer dúvidas, para assuntos mais particulares. Não tenho dúvida que será o futuro. Continuará a haver, isso sim, cuidados de enfermagem, cuidados que requerem mão -- e toque -- humano. Porque mesmo as cirurgias... veremos se não será quase tudo na base da robotização.

Mas, a levar a sério as previsões mais optimistas -- e aí vou com mais cautela --, dentro em pouco a inteligência artificial encontrará a solução para o envelhecimento e a solução para todas as doenças.

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Veja-se, por exemplo, esta conversa:

Peter Diamandis: A IA vai curar todas as doenças, reverter o envelhecimento e é preciso estarmos preparados para isso

Peter Diamandis é uma das mentes mais extraordinárias a que já tive o privilégio de chamar amigo, um homem que não só prevê o futuro, como o constrói. Hoje, no Open Book, vamos mergulhar no seu novo livro "We Are as Gods" (Somos como Deuses), e acredite, o que ele tem a dizer sobre a IA, o envelhecimento e a próxima década da história da humanidade vai mudar a sua perspetiva sobre tudo.

Peter H. Diamandis é autor de best-sellers do New York Times e fundador de mais de vinte e cinco empresas nas áreas de IA, tecnologia da saúde, espaço, capital de risco e educação. É cofundador da Singularity University e curador da Abundance360. Possui diplomas em genética molecular e engenharia aeroespacial pelo MIT e um doutoramento em medicina pela Harvard Medical School. O seu podcast Moonshots aborda a IA e outras tecnologias exponenciais e costuma ultrapassar 1 milhão de ouvintes por episódio.


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 Ouvi, até, um a dizer que o importante é chegarmos a 2030 pois haverá um antes e um depois, a nível de longevidade.

Não sei.

Claro que associada a essa idade virá a inquietação: qual o propósito de viver se a vida tenderá a ser quase infinita (a menos que haja acidentes), sem um propósito, sem necessidade de trabalhar? A que novos objectivos nos agarraremos? 

Como será a vida no planeta?

Custa a pensar nisso. Se quisermos aventurar-nos por aí as dúvidas são tantas que preferimos pensar que talvez não seja assim, que é quase uma futilidade preocupar-nos com um tema tão abstracto.

Pois eu não creio que seja longínquo ou abstracto.

Com milhões ou biliões de robots humanóides a serem produzidos, logo a terem que ser escoados, com a corrida desenfreada a ver quem chega primeiro à meta, é inevitável que os receios e as preocupações humanistas vão tender a ficar pelo caminho.

O tempo para regular ou para dosear já foi. E não foi aproveitado. Agora já entrámos na fase da concretização.

Quem me ouve, em família, ou quem me lê aqui, pensará que é uma obsessão minha. Não é. Falo nisto há muito tempo. 

Já o disse: o tema da minha tese foi a tecnologia percursora da inteligência artificial. Era um tema tão novo que não havia na faculdade ninguém habilitado a avaliar-me. O trabalho que fiz, um modelo que concebi e que funcionou e que me surpreendeu e que surpreendeu quem o avaliou foi bem uma amostra do imenso poder que tem um modelo assente na matemática mais pura e dura, com funções testadas e validadas, com a estatística e as probabilidades a serem o motor, e com todas as heurísticas e todo o arsenal matemático a fundamentar todos os outputs. Na altura tive que usar o Centro de Cálculo da Gulbenkian pois os meios informáticos ainda eram muito limitados em Portugal.

Agora, com os super data centers, com o que já se desenvolveu, com as funcionalidades de machine learning todas activas de forma ubíqua, com o mundo inteiro a contribuir para a aprendizagem dos algoritmos (todos as nossas pesquisas, todas as nossas interacções com os Chatgpts, os geminis e os claudes desta vida, com os mails, com as redes sociais -- tudo é um manancial estatístico poderosíssimo, praticamente infalível). E ao alcance de todos. Uma coisa assim já não pode ser travada.

Claro que posso hibernar no campo, andar a podar árvores, a fotografar florzinhas, a ler e a escrever, e abstrair-me desta revolução em curso. Mas ela está aí.

Tenho estado a testar em simultâneo o ChatGPT, o Gemini e o Claude *. Lanço o mesmo desafio aos três. Trabalhos complexos que eu levaria anos a fazer e que, se não fossem feitos só por mim, implicariam uma equipa durante meses ou anos -- com eles, são dias. E são dias porque comparo, valido, corrijo (de vez em quando falham e, como são matérias que domino, a minha intuição facilmente me diz que, por vezes, alguma indicação não está correcta). E o que estou a fazer não é rocket science -- encontrar cura para as doenças, afinar modelos para detecção precoce de tumores,  automatizar fábricas de uma ponta a outra, fazer topografia de lugares inacessíveis através de informação colhida por satélites. Não, nada disso, o que estou a fazer é coisa mais b-a-ba. Mas, pelo que vejo, não tenho dúvidas. Muito, muito trabalho humano vai desaparecer. A formação vai ter que ser adaptada. Por exemplo vai ser preciso aprender a colocar bem as questões, a contextualizar, vai ser preciso saber aferir -- isto nos domínios da interacção, bem entendido.

Não me alongo pois começo a falar disto e vou por aí fora. O tema não apenas assusta como apaixona. 

Há muitos anos li um sociólogo francês dizer que neste século a maior parte dos empregos estaria nos domínios do lazer - cultura, entretenimento, turismo, bem estar. Talvez estejamos quase lá.

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* Já agora, caso queiram saber a minha opinião: Claude, um bom bocado à frente. Uma máquina. Uma máquina... mas uma máquina do caraças.

Amanhã tenciono publicar o seguinte estudo (e depois me dirão): 

ANÁLISE E PROPOSTA DE REFORMA

O SNS que Portugal Merece

Diagnóstico do Sistema de Saúde Português,

Benchmarking Internacional e Roteiro de Reforma

Maio de 2026

Estudo de política de saúde · Dados: OCDE, INE, DGLAB, Conselho de Finanças Públicas


Nota: Não sei o que é que o Albertino -- ou lá como é que o amigo da ministra se chama, sei que não é Albertino mas agora não me apetece puxar pela cabeça, são duas e meia da manhã, estou com sono -- vai fazer naquilo do pacto que o Tozé encomendou mas estou capaz de lhe enviar isto a ver se abrevia as conclusões. 46 reuniões...? É isto a famosa improdutividade portuguesa. Matam-se a trabalhar, lá isso é verdade. O problema é que é a fazer coisas inúteis. 

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E, já agora, informo que, quando comecei a escrever, tinha em mente não falar disto, não queria maçar quem acha que parece que estou sempre a tocar a mesma nota -- queria abordar um tópico que me intriga: porque é que os clubes de leitura ou os retiros são quase todos maioritariamente frequentados por mulheres e porque é que tudo aquilo me parece uma pepineira, uma chachada sem ponta de graça. Mas agora já me parece que não vem a propósito. Além disso há que reconhecer que, se quem os frequenta, lhes acha graça, o que é que eu ou alguém tem a ver com isso, não é? E, na volta, eu é que sou a modos que analfabruta. Acho que, mesmo que fosse para discutir um livro escrito por mim, eu não teria nada a dizer. Nada. Cada um que faça a leitura que lhe apetecer, eu não tenho nada a ver com isso. Com qualquer autor, é isso: escreveu, escreveu, está escrito, lavou as mãos e o livro que se faça à vida. O que é que um círculo de mulheres arranja para dizer sobre o que o pobre do autor para ali escreveu...? Não sei... Só sei que não me interessa saber o que é que os outros acharam sobre um livro. Quando muito, posso ter interesse em saber se alguém cujas opiniões em geral prezo gostou ou não gostou. E chega-me. Mas, enfim, se calhar sou eu que sou bicho do mato. Não liguem.

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Desejo-vos um dia feliz

terça-feira, janeiro 13, 2026

O nariz (perfeito) de Scaramucci.
E, de novo, a afirmação inequívoca do meu voto no próximo dia 18

 

O ano amanheceu ainda mais perigoso do que estava em 2025. Se antes os riscos decorriam do poder desavergonhado de imperialistas, tarados, psicopatas sanguinários, agora junta-se a isso o desconhecido risco de termos a nação mais poderosa do mundo nas mãos de um doido varrido. Mas podia ser um doido varrido normal. Só que não é. Trump é um narciscista maligno, um mentiroso compulsivo, um sádico, um ganancioso, um desavergonhado, uma pessoa sem pudor nem filtros de qualquer espécie, uma pessoa destituída de compaixão ou empatia.

Se está de facto demente, como vários médicos afiançam, se apenas tem todos os seus defeitos elevados a um expoente até agora ainda não experimentado isso não sei. Só sei é que a verdade é que, ao mesmo tempo, se detecta que há uma inteligência perversa por detrás de tudo o que ele faz. 

Sou levada a crer que há gente interessada em muito do que ele procura, gente interessada em regressar ao país de onde foram levados a sair e que querem regressar, vingar-se, investir em força, gente que quer garantir terras raras a custo quase zero,  gente que quer ter lítio assegurado a preço de chuchu para os próximos anos, gente que quer assegurar petróleo adquirido a preço de saldo, misturada com gente que tem uma visão geo-estratégica de um mundo dividido em três blocos. Provavelmente há um caldo de gente que fervilha e manobra nos bastidores para que tudo isso se consiga. E, dando corda a toda essa gente e vendo o que, para si próprio, pode retirar -- comissões, dividendos, bónus, presentes, parte nos negócios --, está ele, o bufão, o grande corrupto, o negociante que despede aprendizes na televisão, o grande animador que procura share nas televisões, que se baba por primeiras páginas, que se alimenta da atenção que recebe dos outros.

Implacavelmente, Trumpe hostiliza, ofende, humilha, ameaça, despede, persegue, esmaga quem lhe faz frente. E, no entanto, ele aí está, eleito pela segunda vez, as suas grandes mesas e salões de baile sempre repletos. Ao contrário do que a decência recomendaria, muita gente não lhe vira as costas. Pelo contrário, bajulam-no, lambem-lhe o rabo, deitam-se no chão para que ele passe por cima.

Custa a perceber. Mas é isto que acontece.

Só que são factores desconcertantes a mais: não se consegue prever qual a sua jogada seguinte, qual o próximo golpe, qual a afronta que se vai seguir.

Joanna Coles tenta perceber como funciona a sua cabeça e como funciona o círculo de serventes que o rodeia. A entrevista a Scaramucci é interessantíssima. Recomendo-a vivamente.

É isto que o ganancioso Trump está realmente tramando com o petróleo

This Is What Greedy Trump's Really Up To With Oil | The Daily Beast Podcast

Anthony Scaramucci junta-se a Joanna Coles para uma conversa franca sobre o que Donald Trump está realmente fazendo na Venezuela — e por que o caos é o objetivo. Scaramucci argumenta que a ação na Venezuela é motivada menos pela democracia ou segurança do que pelo petróleo, dinheiro e enriquecimento pessoal, e é moldada por teorias da conspiração e pressão política. Ele também analisa o apetite de Trump pela crueldade e pelo espetáculo, os sinais de alerta na escalada da violência do ICE, o afastamento silencioso de aliados como Marco Rubio e JD Vance, e por que republicanos que sabem mais ainda se alinham a ele. A conclusão: Trump não está a descontrolar-se — ele está focado, transacional e cada vez mais disposto a destruir instituições para se manter no poder.


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Quanto às presidenciais, volto a dizer: para PR voto em função do que que antevejo que seja a personalidade, o carácter, a atitude da pessoa e a forma como se move dentro do quadro de valores que me parece fundamental para assegurar um desempenho conforme com a Constituição e com os tempos presentes.

Assim, na primeira volta:
  • não votarei em pessoas que não gostam da democracia nem respeitam os nobres valores republicanos, 
  • não votarei em quem nunca fez mais nada na vida senão ser um videirinho, um leva e traz, 
  • não voto em quem sempre se revelou uma amiba -- sem coluna vertebral, sem punch, sem cérebro (e portanto, sem ideias),
  • não voto em quem ainda está agarrado à morta e enterrada ideia de amanhãs que cantam, 
  • não voto em quem apenas votarei se passar à 2ª volta com o 1º que aqui referi
  • não voto em quem não tem qualquer hipótese de coisa alguma. 
Votarei, pois, em Gouveia e Melo pois, embora não o conheça bem (enquanto aos outros conheço o suficiente para os enquadrar no que acima referi), intuo que tem coluna vertebral, que tem ideias razoavelmente alinhadas com as minhas, que tem uma consistente capacidade de acção e reacção dentro do quadro constitucional, e que conseguirá não nos envergonhar no desempenho das suas funções.

Isto, como referi, na 1ª volta. 

Como, a partir das sondagens, parece claro que haverá uma 2ª volta, nessa altura avaliarei as hipóteses em cima da mesa e decidirei.

domingo, novembro 23, 2025

Demasiado perto do fogo para sobreviver

 

Está frio e, nesta season, acendemos pela primeira vez a lareira. De manhã fomos comprar lenha. Temos muita, muita mesma, nossa, mas essencialmente pinheiro. Ora o meu marido queixa-se da lenha de pinheiro, que faz muito fumo, que suja muito e mais não sei o quê. Por isso, trouxemos uma carga de azinho e sobro e, creio, alguns ramos de oliveira.

Gosto dos cheiros destes grandes armazéns de lenha. São intensos, telúricos.

E, portanto, jantámos na mesa junto à lareira. Um quentinho mesmo bom. 

A lareira dá para esse lado e dá para o lado oposto, onde estão os sofás. O cão que de desinteligente não tem nada, hoje em vez de dormir no poiso habitual no piso de cima, hoje foi repimpar-se no sofá em frente à lareira. 

Provavelmente os mais puristas dirão que os cães não devem escolher o sítio onde querem dormir mas nós somos assim, liberais. Só não o deixamos ir para a parte da casa onde está o quarto. E quando cá dorme o pessoal também não o deixamos ir para a zona dos quartos que lhes estão destinados. Tirando isso, ele é gente como nós. Claro que temos a certeza que o seu instinto de sobrevivência o manterá afastado o qb para não se queimar ou aquecer de mais. 

No verão estende-se no chão do corredor, que é de pedra, ou, lá em cima, no chão que, embora seja de madeira, é fresco. Quando vem o fresco, sobre para uma almofada de tipo colchão que está num banco entre pilares. Quando vem o frio, procura o conforto dos sofás. Mas isola-se, ou seja, não vem deitar-se ao nosso lado nem tão pouco na sala em que estejamos. É discreto.

Entretanto, imagine-se, não sei se será por ver enfeites de natal, bombons, presentes, bolos, camisolas e pijamas e luzes e luzinhas natalícias por tudo o que é sítio, já começámos a pensar no que poderá ser a ementa de natal. Ando com vontade de, uns dias destes, experimentar fazer duas receitas de bacalhau, que nunca fiz, para avaliar se os esquisitinhos que torcem o nariz ao bacalhau (em especial, os miúdos) aprovarão. Também vi um arroz de forno com borrego ou cabrito desfiado que também me pareceu bem. E devia prendar-me e começar a experimentar fazer sobremesas mas, mal penso nisso, recuo logo. A nível de doces quilo de que eu mais gosto não é consensual e não me apetece fazer coisas  que não acho graça e que, ainda por cima, que podem não ficar bem ou não agradar. 

Ah, e tenho ainda mais uma coisa a dizer. Quando viemos para esta casa, dei roupa e deitei fora muita coisa (deitei for, não, coloquei naqueles contentores da roupa) e, contra a opinião do meu marido, guardei algumas que já não me serviam mas de que eu gostava. Por ele, tudo isso, devia ir de asa sem dó nem compaixão. Eu, como tinha a esperança de voltar a caber dentro dela, guardei. E tive razão: agora que já peso menos de 60 kg, muita coisa voltou a servir-me que é um mimo. Uma alegria para mim. Se ainda conseguir reduzir mais um ou dois quilos, então, seria ouro sobre azul. Mas não sei se consigo. É precisa uma disciplina do caraças. Lambona como sou, sempre com fome, tenho que manter-me determinada em permanência... e isso não é fácil. Mas, então, descobri uma camisola que tricotei e de que gostava bastante. Inventava modelos, dava-me imenso gozo. Deveriam os meus filhos ainda ser pequenos, presumo que pré-Zara ou quando só a havia no Porto e, portanto, não tão à mão. Portanto, há quanto tempo isso foi... Pois está-me praticamente boa. Lá está... se perdesse os tais dois quilitos melhor ainda ficaria. Mas, enfim, já não está mal. Lavei-a, pu-la ao sol, e está quase como nova... Fiquei mesmo contente.

E é isto.

A despropósito, mas a propósito daquilo que escrevi lá em cima, demasiado perto do fogo para sobreviver, partilho um vídeo bastante interessante. Em tempos próximo de Trump, Anthony Scaramucci cedo percebeu que o melhor que tinha a fazer era pôr-se ao fresco e, desde então, não se cansa de alertar para os riscos de estar próximo do doido mais varrido de que há memória (o agora estar completamente in love pelo Mandani é de uma pessoa bater dez vezes com a cabeça na parede a ver se está acordada ou a ter sonhos fantasiosos)

daqui

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Trump Is Too Close To The Fire To Survive | The Daily Beast Podcast Clips

@therealanthonyscaramucci conversa com Joanna Coles sobre o que pode estar nos arquivos de Epstein e o que lhes acontecerá a seguir, incluindo a probabilidade de censuras graves. Além disso, os dois falam sobre as perspetivas para o futuro de Trump e do movimento MAGA, e se JD Vance teria a capacidade de manter o MAGA vivo após a saída de Trump.


Desejo-vos um belo dia de domingo