Há lá forma mais eficaz de seduzir uma mulher do que dizer-lhe poesia? E, melhor ainda, infalível, se for em francês -- aí haverá mulher que resista?
E o humor? Há lá também arma mais eficaz? Qual é a mulher que resiste ao humor?
E à maluquice?
E tudo junto: poesia + humor + maluquice? Há lá cocktail mais afrodisíaco?
Se calhar há. Se calhar as mulheres ajuizadas preferem outro género de cocktails, por exemplo: ter muita erudição + usar botões de punho + escrever um blog a armar-se em engraçado.
Mas não sei. Não estudei suficientemente o assunto para me poder pronunciar. Portanto, abrevio que isto não são horas para a metafísica e passo já aos meus queridos malucos.
Pedro Paixão fala de Poesia
(Ah. Já agora uma pergunta: a poesia é coisa para preguiçosos?)
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Traduzir sem rede. Editar à pressa. Emprestar o nome. Riscos, riscos, riscos. Risos.
Luiz Pacheco, o Tradutor
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A sopa ou a cultura?
Alberto Pimenta, Vítor Silva Tavares e o caldo verde
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João César Monteiro e a Comédia de Deus
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E, para terminar em beleza, o querido Candidato Vieira
Em férias
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É verdade: será que não há malucas? Só malucos?
Tenho que puxar pela cabeça: gostava de ter aqui malucas.
Enfim... é certo que estou eu aqui que, no que se refere a maluquice, tenho para dar e vender...
Mas gostava de aqui ter outras. Será que não há malucas encartadas em Portugal?
Só betinhas, atadinhas, amarguradinhas, azougadinhas, liricazinhas, tiazinhas, vizinhas?
Malucas a sério só eu?! Bolas. Quero companhia.
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E, para mudar de registo, queiram, por favor, descer até à beleza dos neurónios, à beleza do imenso e invisível espaço que nos rodeia, à beleza da poesia.
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Ah... E não deixem de visitar os comentários aqui já abaixo. Dir-me-ão se não há ali um negócio apetecível...
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