Ai, liberdade, liberdade... Os Estados Unidos eram o grande país da democracia e da liberdade, uma nação salvaguardada de delírios e derivas totalitaristas através daquele mecanismo dos checks and balances.
Eram. Passado.
Afinal o edifício era demasiado frágil. Em poucos meses, um louco encartado, um narcisista maligno a quem a demência arruinou os filtros e que agora se exibe ao mundo com todos os tiques de um ditador malcriado, estúpido, ignorante e pérfido, destruiu grande parte das salvaguardas.
Quem ousa chamar a atenção para o disparate em curso é intimidado, perseguido, processado, tentativamente aniquilado.
Mas tem tido pela frente nomes grandes da comunicação social que não se têm deixado intimidar.
Stephen Colbert é uma dessas figuras. Com uma graça, um sentido de humor e uma coragem notáveis, noite após noite (até ser afastado, o que acontecerá dentro de um par de meses, como já foi avisado) ele diverte-se à brava. E eu divirto-me com ele.
Repressão na Late Night TV: FCC avança contra Kimmel e Colbert por entrevistas a candidatos políticos
Stephen Colbert está novamente em fuga da polícia, uma vez que Brendan Carr, da FCC, anunciou uma iniciativa para reforçar regras que suprimiriam a visibilidade dos candidatos políticos nos talk shows das grandes estações.
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