Ainda não cheguei ao ponto a que chegou Ana Kasparian mas, tal como ela, estou para além de revoltada, incomodada, enojada. Aquilo que tenho sabido vai para além do que a minha capacidade de entendimento julgava possível. Se antes me tivessem falado das coisas que tenho lido e visto, afastar-me-ia a sete pés, acharia que a pessoa que assim falasse era demente, demoníaca, possuída. Odeio teorias da conspiração, odeio tudo o que me soe a rituais, a macacadas. Não sou capaz de ler livros ou ver filmes de horror.
E, no entanto, o que as imagens contidas nos ficheiros já disponibilizados e os testemunhos e os mails e os relatórios mostram vai para além de tudo o que eu julgaria possível. Diria que só uma mente doente, muito doente, poderia inventar tais absurdos. E, no entanto, ali está tudo. Aconteceu. Milhares e milhares de documentos comprovam-no.
E está tudo, há anos, nas mãos do FBI.
E os criminosos, os sádicos, as indesculpáveis e malignas criaturas continuam à solta. Não foram levados à Justiça, não estão a pagar pelas inúmeras monstruosidades que levaram a cabo.
Porquê? Porquê, caraças? Porquê?
Sofro pelos horrores que aquelas crianças sofreram. Aparentemente várias foram torturadas até à morte. Não pode haver perdão para coisas tão horríveis.
Todos os que participaram deveriam ser expostos, julgados, condenados, apodrecer na cadeia.
Epstein Files -- As vítimas foram BRUTALIZADAS
O diário de uma vítima autista de Epstein, de 16 anos, alega que o poderoso financeiro Leon Black a brutalizou. Cenk Uygur e Ana Kasparian discutem o assunto no The Young Turks.
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