Ontem foram o "Lentão" e a D. MAI que nos brindaram com discursos ridículos. Hoje veio o PR brindar-nos com um discurso sonso, a rondar o patético. Qual Karoline Leavitt (porta-voz da Casa Branca, seguidora acéfala e defensora feroz do Trump), veio o Marcelo fazer de porta voz do governo e, depois de várias banalidades sem préstimo, referiu que o Luís estava "muito preocupado com a situação".
Recordo que o Marcelo também disse que o Luís estava "preocupado" com o estado da Saúde, e as coisas continuaram a piorar de dia para dia.
Suponho que, por muito mal que pensem do Luís, os portugueses julgam que ele se preocupa, pelo menos os mínimos, com estas duas catástrofes. No entanto, há que dizer ao Marcelo, que felizmente acaba em breve o mandato do pior PR dos últimos cinquenta anos, que os portugueses se borrifam para os estados de alma do Luís e para aquilo que o Marcelo acha dos mesmos. O que os portugueses querem é decisões rápidas e acertadas e informação coerente sobre os assuntos importantes. Os portugueses precisam é de um PR isento, que não aja em função da cor política do governo e que, quando necessário, critique o governo.
É certo que os portugueses não precisam nem querem um secretário do governo na Presidência como demonstraram na primeira volta das presidenciais ao não votarem no Marques Mendes. No entanto, desde que Montenegro foi eleito, o Marcelo tem exercido as funções de secretário de estado do governo em Belém. Com todo o amadorismo e incompetência que o governo tem demonstrado, este é o tipo de PR de que certamente o País não precisava.
Já agora dois assuntos conexos.
1 - Os geradores não chegam onde são precisos porque o governo, à semelhança do que aconteceu no apagão, pretendeu que fossem os motoristas dos ministros a levá-los e depois perceberam que não cabiam nos carros?2 - O comentário mais estúpido e cretino que ouvi sobre a devastação causada pela tempestade foi feito pela Clara Ferreira Alves no Eixo do Mal. Mais uma vez, torna-se evidente que fala por falar sem conhecer minimamente os fatos. Dizer que Lisboa e Porto passaram pela tempestade sem estragos porque são cidades ricas e que Leiria sofreu uma enorme devastação porque é uma cidade pobre é estúpido e não tem qualquer aderência à realidade.O que também é extraordinário é que os "colegas" de programa não lhe tenham explicado que, embora a tempestade tenha atravessado todo o território continental, o seu centro de impacto e os danos catastróficos concentraram-se na Região Centro, particularmente no distrito de Leiria. A Clara, no Eixo do Mal, consegue frequentemente dizer uma coisa e o seu contrário e revela uma falta de preparação assustadora relativamente aos assuntos sobre os quais opina.Deve haver uma razão escondida para a manterem a comentar. Qual será?
1 comentário:
Acabo de ver na TV as pessoas em fila para receber artigos comestíveis oferecidos por particulares. Nada justifica nesta situação de calamidade, o Estado hipocritamente assobiar para o lado, e não providenciar bens alimentares básicos às pessoas carenciadas resultado da tempestade.
Não era difícil o Estado contratualizar com os hipermercados um capaz alimentar minimamente aceitável para suprir as necessidades básicas das famílias. Bastava estes supermercados dar o dito cabaz alimentar em função do NIF, ou BI e depois as caixas (penso eu) faziam o rastreio, e no fim o Estado pagava a fatura evidentemente. Quando há vigarices na banca, o Estado paga, pagamos todos até ao tutano, quando há catástrofes assobia para o lado e a sociedade que ajude quem necessita. Isto é uma filha-da-putice de gente sem escrúpulos para com a desgraça, mostrando incapacidade de decisão e sobre tudo, insensibilidade social.
Quanto a Clara F Alves, é uma insistência, criou um personagem exprimida, não dá sumo nenhum. Não me merece adjetivação qualificativa porque não há ponta por onde pegar nesta Senhora.
Marcelo?! Já não o suporto de maneira nenhuma1 Estou tão farto dele…Passo á frente como se não existisse.
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