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domingo, fevereiro 19, 2012

O Homem de Luís Veiga Leitão; As Gaivotas e as Palavras Interditas de Eugénio de Andrade; Maria Bethânia e o Poema Azul de Sophia de Mello Breyner; e o Circo du Soleil debaixo de água


É no silêncio do caminho aberto:

Quanto maior a alma maior o deserto
maior a sede e a miragem
do mundo à nossa imagem


['Homem' de Luís Veiga Leitão'

Ginjal, este sábado pela manhã


As gaivotas. Vão e vêm. Entram
pela pupila.
Devagar, também os barcos entram.
Por fim o mar.
Não tardará a fadiga da alma.
De tanto olhar, tanto
olhar.


['As gaivotas' de Eugénio de Andrade]

Este sábado, gaivota atravessa a rua numa passagem de peões junto ao Tejo










Tenham, meus Amigos, um belo Domingo - se possível, rodeados de beleza.