Actualidade, livros, árvores, amores, ficções, memórias, maluquices, provocações, desatinos, brinca

Actualidade, livros, árvores, amores, ficções, memórias, maluquices, provocações, desatinos, brinca
Mostrar mensagens com a etiqueta Pharrell Williams. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Pharrell Williams. Mostrar todas as mensagens

sábado, março 30, 2019

Um post onde também se diz: "Porque hoje é sábado"


De saída para mais um dia, e depois de ontem à noite não ter conseguido espraiar-me nem tão pouco responder aos comentários, tendo-me ficado pelo bom humor possível em torno da tristeza do Brexit (e que inclui o tão aguardado e delirante encontro com a Rainha), venho aqui numa fugidinha retomar algumas escolhas para um fim de semana tranquilo e alegre.

Primeiro, Mauro Morandi, o homem que em 1989 chegou à Ilha de Budelli, na Sardenha. Gostou e foi ficando. Vive sozinho no paraíso.



Agora, não é por mais nada a não ser porque gosto do vídeo: a coleção Pharrell para a Chanel 



E pela beleza serena de tudo, os fatos Dior para o bailado ‘Nuit Blanche’


A todos desejo um bom fim de semana 

domingo, setembro 10, 2017

O meu corpo é uma tela e dela faço eu o que quiser?
[3º de 5 posts]


De novo, dois casais. Elas sem nada a referir. Eles, pelo contrário, com o corpo orgulhosamente tatuado de uma ponta a outra. Já não muito novos. Coloridos de uma forma muito idêntica. Sendo amigos, devem ter feito as tauagens no mesmo sítio. 

Interrogo-me: porque se tatua assim uma pessoa? É uma questão estética? Um gesto de auto-afirmação? Com o meu corpo faço o que eu quiser? Uma forma de exprimr a liberdade que lhes vai na alma?

Não percebo. Não gosto. Acho quase uma mutilação. Mas respeito. E, no caso destes dois homens, até achei uma certa piada. Flores e monstros impressos no corpo como se a pele fosse um cenário para as suas fantasias.





Extraordinários. 

Pena tenho eu de não ter coragem para chegar ao pé das pessoas e pedir-lhes que me deixem fotografá-las à vontade, entrevistá-las, trazer para aqui a sua história. Isso é que era. Tenho a certeza que, com estes dois, a conversa haveria de ser animada.

................................

sábado, setembro 17, 2016

In heaven com figos e com pinhas.
[Porque é que isto, como tantas outras coisas, me traz tanta felicidade? - Vou tentar saber.]
E é assim que às árvores e ao verde aqui se junta a música e o cérebro



Até ao último minuto estarei de férias. Embora já tenha a agenda repleta de reuniões para a semana que vem e embora, durante estas abençoadas semanas de lazer, tenha lido e escrito dezenas de mails e feito dúzias de telefonemas profissionais, é sempre com prazer que degusto cada minuto destes dias tão bons.

Agora estou no campo. Para além da normal limpeza da casa e das culinárias e de andar de volta das figueiras como um bicho guloso, comendo figos atrás de figos antes que fiquem todos secos, temos andado no desbaste das árvores e o meu marido também na limpeza de mato. É um fenómeno que mereceria um estudo. De terra pedregosa e inóspita (ingrata, chamou-lhe uma vez um senhor que vivia na aldeia e que, ao princípio, nos ajudava na vã tentativa de abrir covas para plantar árvores) onde apenas medrava um mato rasteiro, transformou-se numa terra mágica onde as árvores ganharam um tamanho assombroso e onde a vegetação espontânea cresce desabaladamente, parecendo agora um mar alto de largas, maciças e perfumadas ondas verdes.


Serei talvez uma pobre de espírito por andar sempre neste estado de rêverie que me traz feliz, independentemente de tudo o que acontece à minha volta ou mesmo no meu corpo (que, por vezes, tenta apear-me das alturas por onde me sinto bem a voar). Mas nada posso fazer contra isso: ser como sou não é um acto voluntário, é apenas a minha maneira de ser.


Por facilidade e para não ter calor, ando de fato de banho. E, qual turista, ando com a máquina fotográfica. Limpamos as ramagens baixas e desnecessárias das árvores, até para não se misturarem com o mato, o meu marido serra os ramos para termos lenha para a lareira, eu recolho as pinhas que dão sempre jeito para atear um bom fogo, e, entretanto, maravilhada, reparo na resina que brilha ao sol, reparo na beleza dos troncos, nos diferentes tons e formas das pinhas, e, nisto, ando leve e feliz como um pássaro.

_____

Depois de jantar, enquanto na televisão dá uma coisa qualquer (abenas temos os 4 canais abertos mais o do parlamento), entretenho-me com um livro de física e com o computador.

Como gosto de fazer testes, fiz um que anunciava que informaria sobre a sanidade da minha mente. O resultado, sem grande surpresa, é que tenho uma wondering mind. Mostro-vos o resultado e deixo-vos o link, caso queiram ver se batem bem da bola ou se são uns ganda malucos (ou malucas, claro).


Os meus resultados:
You have a "wondering" mind.
It means that your mind is always looking for the next challenge, the next thought, and the next fascinating detail that comes your way.
You are a very curious and inventive person who likes to discover new things for yourself.
You love being creative, pouring your heart and soul into something, and then moving on to the great next challenge. 
You are always looking for the next big thing, and that's the secret to your own inner happiness. You don't find happiness by buying stuff or getting approval from other people. You find your own happiness by listening to yourself, and going after the things that fascinate you.
Depois, como ali falava na minha felicidade interior, fui ver se, do ponto de vista neurológico, há alguma explicação para que eu seja assim e tantas pessoas tão diferentes. Já uma vez aqui tinha referido que os cérebros são diferentes mas não encontrei esse meu post. Atirei-me ao youtube e claro que fui remetida para inúmeras conferências Ted, algumas que não me disserem muito pois não me pareceram ter a consistência científica que eu procurava, ou para vídeos que achei mais fundamentados mas com mais de uma hora de duração e que aqui perderiam impacto.

Por isso, depois de ver muita coisa, deixo-me de coisas e limito-me a pôr um curtinho e sem frescuras, apenas boa onda. Não se assustem: chama-se The Cognitive Neuroscience of Happiness mas a happiness sobrepõe-se à Cognitive Neuroscience -- ou o principal protagonista não fosse Pharrell Williams.





Para os que não se importem de ver vídeos maiorzinhos, deixo aqui um de Morten L Kringelbach, que estuda as mentes felizes e que também é boa onda:

The joyful mind: the neuroscience of pleasure and happiness with Morten Kringelbach



___________

E a quem queira saber as últimas da campanha eleitoral nos EUA, permito-me convidar a descer até ao post já a seguir.

____

terça-feira, março 04, 2014

Ainda a festa dos Oscares 2014. Algumas fotografias para relembrar o momento. 'As tuas são maiores que as minhas....?!', interroga-se Irina Shayk. 'So what...?! Que mal tem ele ser novinho e vesgo? Ora essa.' pensa Glenn Close. E um quarteto especial: duas bizarras, a Donatella Versace e a Lady Gaga e um casal feliz, Elton John e o marido David Furnish.


No post a seguir alerto-vos para um vírus perigoso que por aí anda. Tem aparecido por todo o lado, os computadores dos jornais e televisões estão completamente infectados mas a coisa é tão viral que se propaga de todas as maneiras possíveis e imaginárias. Por isso, e porque também aparece por mail ou qualquer outro tipo de mensagem, alerto-vos para a forma usual como ele se pode apresentar.

Alertas informáticos à parte, que isso é mais abaixo, aqui continuo com a festança e a animação nas festas que sucederam a cerimónia.

*

E, entretanto, que entre mais uma das canções nomeadas para a melhor Canção dos Oscares 2014

Pharrell Williams - Happy






Fotografias tiradas na cabina das fotografias instantâneas.



Doutzen Kroes and Irina Shayk.




Glenn Close and guest

*


Um casal dir-se-ia que normal,

Elton John e o marido David Furnish,
e duas freaks de alto calibre: Lady Gaga (vestida com Versace, claro)
e Donatella Versace, esta completamente quitada 

- e a outra para lá caminha

*

Sobre o vírus informático e os cuidados a ter, desçam, por favor, até ao post seguinte.