Ou, então, não. Qual São João. Diz que é um Angelo Encarnato. Mas qual anjo, qual carapuça. Onde é que estão as asas? Nunca vi nenhum anjo assim e os santos também não rezam assim.
Parece é o mesmo que foi avistado como veio ao mundo, apenas um leve pano a esconder-lhe as pudibundícies, exibindo o corpo todo trabalhado, na volta um consumidor avant la lettre de testosterona. Tem é ali um pneuzinho mas isso também não faz mal nenhum até porque, como dizia a outra, uma barriguinha enfeita sempre. Só o penteado é que já não está com nada. Devia ter apanhado, ficava-lhe melhor. Se bem que, olhando melhor, agora já não sei se é pano se é saia aquilo que ele ali tem. Na volta, tinha era vindo de assessorar a Joacine, um Livre igualmente avant la lettre, e resolveu pôr-se ali a jeito de uma foto para o Insta. E, calma, nada a ver, cada um é como cada qual, saia de machos, saia de pregas, mini-saia, que diferença faz. Ora essa.
Bem podem os eternos falta-de-assunto atirar as mãos ao alto, aqui d'el rei, o Baco apresentou-se ao serviço de saia, que a mim tanto se me dá. Fico é com curiosidade em perceber se está ou não depilado e se, sim, se a depilação é das brasileiras ou das artísticas. Tirando isso, zero.
(Tenho uma mente perversa, nada a fazer.)
Bem podem os eternos falta-de-assunto atirar as mãos ao alto, aqui d'el rei, o Baco apresentou-se ao serviço de saia, que a mim tanto se me dá. Fico é com curiosidade em perceber se está ou não depilado e se, sim, se a depilação é das brasileiras ou das artísticas. Tirando isso, zero.
(Tenho uma mente perversa, nada a fazer.)
Seja como for, São João Baptista ou Baco uma ova. O calmeirão é é Mona Lisa, isso sim. Uma Mona Lisa que, quando in the mood, ri-se e diz, 'anda cá que és meu' e, pimbas, qual bandeira hasteada, ergue um fogoso falo.
Armada em Madonna, olharzinho distante, sorriso subtil de quem diz que sim, está bem e, afinal de contas, por baixo da saiinha, um pirilau de dar inveja a muito galalau.
Armada em Madonna, olharzinho distante, sorriso subtil de quem diz que sim, está bem e, afinal de contas, por baixo da saiinha, um pirilau de dar inveja a muito galalau.
(E vai com música, que vai melhor)
Portanto, como se diz, ele há coisas. E que ninguém faça um esgarzinho inteligente a insinuar que é malícia minha. Qual malícia. Ou que estou a picar. Eu? Eu não. Só se for a picar bolos a ver se estão no ponto. Sim, porque no intervalo de posts de arte e de história, temas a que me dedico com reconecta sabedoria, costumo estar sempre é numa de bolos. E se não sabem que reconecta é sinónimo de reconhecida, santa paciência, não é problema meu. E, se não era sinónimo, passou a ser. Mas, enfim, ia eu a dizer que há mentes perversas para tudo. Honni soit qui mal y pense.
Até porque isto do São João Baptista ser, afinal, o Baco e, cereja em cima do bolo, a Mona Lisa, é capaz de ser a pura verdade. Pelo menos é o que consta. E se non è vero, è ben trovato.
Até porque isto do São João Baptista ser, afinal, o Baco e, cereja em cima do bolo, a Mona Lisa, é capaz de ser a pura verdade. Pelo menos é o que consta. E se non è vero, è ben trovato.
Estou a falar, é claro, de Gian Giacomo Caprotti da Oreno, aka Salaì, que, segundo reza a rádio alcatifa, parece que não era apenas discípulo dilecto de Leonardo como, também, seu amigo especial, predispondo-se a ser retratado de muitas maneiras. Agora uma coisa é certa: pelo sorrisinho bem disposto e pela envergadura peniana, as sessões corriam-lhe de feição e tinha que se esforçar para conter o riso e, sobretudo, para não saltar para cima do mestre.
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E isto vem a propósito de uma coisa mas não digo já o que é. A ver se ainda me atiro a ela.
Com vossa licença, claro.


















