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terça-feira, setembro 13, 2016

Mas, ó UJM, isso é só mar, pesca, praias...? Não há nem uma gazela...?
[ 4º de uma série de 11 posts com títulos parvos]


Ora essa. Então não haveria de haver gazelas...? Claro. Então podia lá eu estar num lugar onde não houvesse gazelas...? Impossível.

É vê-las postas em sossego, curtindo a doce existência do prenúncio do outono, elas comendo a macia erva enquanto, em redor, as negras aves (gralhas? corvos?) as acompanham, em harmonia, comendo talvez as sementes ou os insectos.

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E é descer para ir vendo o que se segue.

...

4 comentários:

João L. disse...

Estava aqui a imaginar a UJM à pesca mas suspeito que, caso o peixe mordesse o anzol, o animal ficaria para ali a dar às barbatanas até à exaustão pois a UJM estaria noutra onda a olhar a dinâmica da água, o brilho do mar, o entrelaçar das algas .... Nada que eu não perceba.

Um Jeito Manso disse...

Olá João,

Quando escreveu isto nem sonhava a quantidade de coisas com que eu, de facto, estava entretida a ver e que, agora, que acabei a minha jornada nocturna, já estão patentes.

Como verá, o peixe bem poderia esperar pois de massagista tailandeses, a nadadores-salvadoras, meninas acrobatas e bebés quase surfistas, de tudo passou pela minha vista.

Uma terça-feira feliz para si, João!

bea disse...

O que mais gosto nas gazelas é o assustadiço das perninhas nervosas. Bom, os olhos também as traem. Mas sinceramente não vejo que façam aqui no meio de praia e areia e quejandos.

Um Jeito Manso disse...

Olá bea,

Ao pé das gazelas havia também avestruzes e lamas. Imagine. No campo, a caminho da praia... Nem percebi o que era aquilo pois não me pareceu um parque público. Provavelmente alguém que gosta de animais de tipo inesperado...