Actualidade, livros, árvores, amores, ficções, memórias, maluquices, provocações, desatinos, brinca

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segunda-feira, junho 04, 2018

Não sou sócia, accionista ou, sequer, comissionista da casa Chanel.
Mas gosto de tudo o que vem de lá, que hei-de eu fazer?


Fiz uma pergunta que parece arraçada de pergunta retórica. Mas não é. É um pergunta que tem resposta. Sei bem o que fazer. Jogar no euromilhões. 

Gosto de tudo. Toilettes, perfumes, jóias, relógios, óculos, maquilhagens, publicidade. Há em tudo aquele toque de bom gosto que me parece a um tempo requintado, moderno, simples, feminino, romântico. Tem aquele pequeno problema do valor. Uma pessoa andar de Chanel de alto a baixo requer muito investimento. Mas é um investimento que, cá para mim, vale cada cêntimo. Falo por mim que, mal ponho umas gotinhas de Nº 19, de Coco, de Allure, de Chance e, sobretudo, do Nº 5 não me lembro do custo mas sinto-me, automaticamente, diferente (para melhor, claro). 

Claro que, nisto, a gente pode sempre dizer: gaba-te cesto. Mas quero lá saber.

Pena é que me fique pelos perfumes. Bem gostaria de andar, de alto a baixo, de Chanel.

Mas mais. Se eu vivesse em França há muito que teria tentado tudo por tudo para lá trabalhar. Deve ser maravilhoso.  Claro que, nos pisos em que se trata da gestão, os números perdem o perfume e tornam-se tão empestados de ebitdas como todos os outros. Mas como sempre gostei de andar junto às bases, haveria de arranjar maneira de poder cirandar pelos ateliers, pelos jardins, haveria de poder assistir às provas, aos estudos.

Mas não. Por mil motivos, qualquer possibilidade disto se poder concretizar já era. Portanto, para além de usar os perfumes Chanel, fico-me pelos vídeos que são sempre de um charme e bom gosto que me encantam (e pardon pelo pleonasmo).

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Deauville é uma cidade da Normandia e, mais do que falar da sua história, quero apenas dizer que é muito bonita e que comi lá umas belas ostras. Já aqui referi algumas vezes a minha vontade de lá voltar. Foi dos passeios mais bonitos que fiz e se bem que, em regra, não sinta a nostalgia do regresso aos lugares onde já fui feliz, à Normandia tenho sempre vontade de voltar.


Não conheço o Bleu de Chanel. O meu marido é Acqua de Gio desde que ela existe e, ao contrário de mim, neste tipo de coisas, quando gosta, não sente vontade de andar a arriscar. Um dia destes, vou ver se gosto e ainda ouso oferecer-lhe. Mas, seja como for, os vídeos são sempre uma maravilha.


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E, já agora, os Mandamentos Chanel. Aprender não custa.
Amén.


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