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quinta-feira, fevereiro 23, 2017

Cenas que me fascinam


Há muitas. Não poderia sequer enunciá-las. Coisas que têm a ver com pessoas, com a mente das pessoas, com a natureza, com artes, com livros, com física, com matemática (especialmente se forem cenas maradas), com música, com a forma como os artistas vêm o mundo.

E com culinária. E com decoração. E com mar. Também com rios. E com coisas que não percebo. Essas são as que prefiro. Em particular coisas que não existem. E com as sombras que a luz desenha. Com extravagâncias. Adoro extravagâncias.

Em suma: com mil, mil, mil coisas.

Exemplifico com uma. No dia em que leio notícias que dão conta da nossa pequenez (e passo a transcrever):


Descobertas sete "Terras" num sistema solar distante


A maioria destes novos mundos serão rochosos e pelos menos três deverão ter oceanos de água líquida e, quem sabe, talvez vida.
A descoberta é anunciada como sensacional: são sete "Terras" duma vez, em torno de uma única estrela, todas com as dimensões aproximadas do original - o nosso próprio mundo -, e tudo indica que a maioria desses exoplanetas é de natureza rochosa (como o original), e três pelo menos terão oceanos de água líquida na superfície. Ou seja, têm as condições certas para a possibilidade de lá existir vida.
Neste momento é impossível dizer se haverá vida nalgum destes novos mundos, que estão na órbita de uma estrela chamada Trappist-1 (o nome é o do telescópio do ESO, instalado no Chile, que permitiu fazer a descoberta), a cerca de 40 anos-luz de distância daqui. Mas para os cientistas, a descoberta deste verdadeiro jackpot planetário vem também confirmar uma coisa essencial: os planetas idênticos à Terra serão a regra, e não a exceção, na órbita das estrelas da Via Láctea. E a vida, provavelmente, também.

Descubro este vídeo que me deixa fascinada:

Vivemos num multiverso?



E, já agora, um outro vídeo que versa um tema que me prende:

Porque é que o tempo passa?



...

Até já.

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