Actualidade, livros, árvores, amores, ficções, memórias, maluquices, provocações, desatinos, brinca

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segunda-feira, fevereiro 27, 2017

Andar ao sol, virada a sul, a ver o azul.
[Ama-me como se fosses um rio -- segredará Lisboa ao seu eterno amante, o Tejo]





Agora que Diana e Tomé se desambiguaram, deixando cair as máscaras e fechando um capítulo e entrando num outro, este, sim, agora, cheio de desafios, e que Dindinha vai descobrir como bem festejar a sua vida, volto-me para outra paixão. Lisboa, a bela.

Lisboa abre-se às pessoas, estende os braços ao longo do rio e chama a si quem por ela anda. Maravilhada com a afabilidade da luz, da temperatura, das cores, das pessoas que por ela passeiam, percorro os caminhos já arranjados, estendo-me numa espreguiçadeira de madeira e quase adormeço de imediato, o calor do sol embalando o meu corpo. Percorro os terraços e as esplanadas sobre as águas, maravilho-me. Fotografo. 








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