Actualidade, livros, árvores, amores, ficções, memórias, maluquices, provocações, desatinos, brinca

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sexta-feira, junho 03, 2016

Toda a nudez será perdoada


Depois das extraordinárias, e algo perturbantes notícias de que falo no post abaixo e que acho que deveriam merecer alguma reflexão da nossa parte, apetece-me dar por finda a minha jornada, com um post dedicado à beleza em toda a sua nudez. Se mostro corpos ou rostos é por mera facilidade. Poderia falar de palavras nuas. Poderia falar de silêncios. Mas não é fácil ilustrá-los. Poderia procurar alguns poemas que conseguissem transmitir aquilo que tenho em mente: a carne quase viva, a evanescente fronteira entre a invisível capa que nos protege e a nossa intangível alma. Mas não sei se conseguiria. Estou a pensar num excerto de um certo poema mas agora não tenho energia para ir procurá-lo.

Fico-me, pois, pelas imagens.










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Olga Jegunova interpreta Impromptu in G flat Op. 90 No. 3 de Franz Schubert

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E desçam, por favor, para percorrerem um arco temporal de mais de cinco mil anos.

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