Actualidade, livros, árvores, amores, ficções, memórias, maluquices, provocações, desatinos, brinca

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sábado, janeiro 02, 2016

O discurso de Cavaco Silva, Aníbal, o último, no primeiro dia de Ano Novo


Não vi. Claro. Sou maluca, não? Era o que faltava, começar o ano a ouvir o Cavaco. Está bem, está.

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[Para nos retemperarmos, fomos passear, ao cair da noitinha, para a beira do rio. Tinha acabado de chover, estava tudo molhado. Mas aquela réstea de luz sobre as águas estava uma belezura. Fiz umas fotografias que vinha com ideia de vos mostrar. Mas, enquanto passava as fotografias para o computador e as mondava, apercebi-me das cenas que acabei de descrever. Agora já estou com sono que este meu primeiro dia foi obra. Bom, feliz, animado, mas de uma tal animação que estou que nem posso. Por isso, por ora, por aqui me fico e amanhã logo vejo se as mostro e se falo sobre aquilo que tinha em mente.]

Desejo-vos, meus Caros Leitores, um belo sábado.

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1 comentário:

Bmonteiro disse...

Nada de doida ou maluca.
Antes, a fazer por aproveitar melhor o tempo, nem que seja a escrever.
Ou eu a ler a Catedral Vermelha, ou reler o Quinto Império (74-75).
Fazer por defender a saúde.
No mês dos ainda vendedores de ilusões.
Num país pobre, televisões pobres com programas baratos:
Fogos de artifício de Ano novo, repetidos à exaustão; Jorge Jesus à exaustão; Maria de Belém vai com as outras, dia após dia; os Exmos dinossauros em campanha.
Quando falam, leio.
Para tudo acabar no OE 2016.