sábado, junho 01, 2013

Assunção Esteves, a Miss Prada da Assembleia da República, diz que as pessoas "não podem dissolver o funcionamento das instituições. Se não for assim, já não estamos na ordem democrática, estamos na revolução». E se a temível Miss Prada, a reformada Presidente da AR, o diz... Mas, pergunto eu: Dissolver...? Revolução...? Que ideias vão naquela cabecinha diabólica?


Sobre o P. Lomba (P de Patinho, claro) e o seu surpreendente apoio ao Miranda Calha para as autárquicas falo no post abaixo. Ai Patinho, Patinho que os teus enganos ainda te pregam alguma parida a sério...

Mas isso é no post a seguir. Agora, aqui, a conversa é outra.



Assunção Esteves, a Miss Prada do Parlamento,
vista pelo implacável autor do blogue We have Kaos in the Garden


Aqui há dias li que, na Assembleia da República, tratam Assunção Esteves por Miss Prada tal a forma como trata colaboradores e colegas: que é irascível, temível, intolerante, que atira as culpas para cima dos outros, que tem assessores a vigiar o que dizem dela na wikipedia só para não revelarem aspectos que não lhe agradam muito (como, por exemplo, que optou pela reforma em vez de optar pelo ordenado atribuído à função, que se reformou aos 42 anos, etc) e, em contrapartida, para lá escrever que foi boa aluna no liceu e outras irrelevâncias para quem lê mas que ao ego dela devem fazer bem.

E que, portanto, tem o culto da imagem, nomeadamente o da imagem física, que o penteado informal é cuidadosamente preparado, que se pela por grandes marcas e tal e coisa.

Mas, enfim, que é inteligente e tem uma conversa interessante; senão diriam que é a típica loura burra, de tal forma é birrenta e insuportável. E que não há colaborador que páre junte dela, afastam-se todos como se fugissem do diabo. E que até há quem tenha que emborcar uns calmantes para conseguir aguentá-la.

Enfim.

Mas não era isso que eu aqui ia falar.

A piada está nas palavras que referi em epígrafe e que usou quando nas galerias as pessoas fizeram barulho: devia estar a pensar que isto está mesmo a pedir é que dissolvam a AR e saíu-se com aquela. E devia estar a pensar que tomara que fizessem uma revolução para se ver livre deste desqualificado governo e saíu-se também com aquela. Lapsus liguae incómodos.

O diabo veste Prada, é coisa sabida.




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Se querem seguir para bingo, é descer até ao post seguinte.

3 comentários:

Anónimo disse...

A dita “Miss Prada” e o “inquilino de Belém” deviam era ter vergonha, ou um pingo de decência e – enquanto no exercício das suas funções oficiais, para que foram eleitos, aceitarem receber apenas os seus salários respeitantes aos cargos que ocupam. É assim que manda a dignidade de quem os exerce. Que, pelos vistos, não têm.
Quanto à Madame Prada, é indecoroso que aceite receber uma “reforma” por tão pouco tempo de trabalho efectuado, “a bem da Nação”, o que, até pela idade em que veio a recebê-la, aos 42 anos, é ainda mais escandaloso – mas sublimar do que é o nosso Parlamento.
O seu mau feitio, a sua vaidade, a sua manipulação de dados são conhecidos. Enfim, uma criatura mesquinha, má, intratável, uma figura de Estado para esquecer. Oxalá esta Legislatura termine antecipadamente e nesse sentido nos possamos ver livres dela por atacado!
P.Rufino

jrd disse...

Nunca lhe olhei para os sapatos. Não me diga que são iguais aos que o Ratzinger calçava...

doutoramento disse...

obrigado por esta publicação!!