Actualidade, livros, árvores, amores, ficções, memórias, maluquices, provocações, desatinos, brinca

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quinta-feira, março 08, 2018

Qual a password da procuradora?
O alegado José Silva apenas alegadamente sacou cenas do futebol ou, de carrinho, descarregou mais umas coisitas?
E, por lá, só há um alegado José Silva ou há mais técnicos informáticos que se dediquem a manter viva a chama do Correio da Manhã ou da Sábado?

[Não sei a resposta. O que sei é que a coisa está em segredo de justiça e, isso, santa paciência, é para ser levado a sério]

Por isso, passo à frente e, no dia da Mulher, dou a voz a três grandes meninas





Seja como for, são temas que não domino. Não domino nem conheço. Quando vejo na televisão aqueles personagens, muitos com ar sinistro, desligo. Uns são cabeçudos, outros uns trauliteiros, outros têm voz de bagaço. Gente que não faz o meu género.

Mesmo que a televisão fique a emitir, eu deixo de ouvir. Nada daquelas conversas me interessa. Nem percebo o que dizem. Parecem umas vizinhas desavindas, hipócritas, mal-educadas, intriguistas, arruaceiras. Portanto, não percebendo nada da matéria, claro que não vou falar sobre isso. O mundinho do futebol português fede demais para o meu gosto

O tema apenas vagamente despertou o meu interesse pelo hipotético crime informático subjacente. E não tanto por isso mas por me interrogar acerca do que poderá isso significar: os sistemas da Procuradoria são abertos, vulneráveis? Quantos mais processos terão sido violados? Com que fins? Há controlo? Ou as toupeiras podem movimentar-se à vontadinha nos meandros dos sistemas informáticos? Ou, para ajudar à festa, os procuradores são uns totós e deixam os user names e as passwords num post it colado ao monitor?


Ou não? Escondem-nas a sete chaves mas não faz mal porque as passwords são do mais básico que há? Benfica_penta. Vieira2018. ABC123. Coisas assim.



Enfim.

Contudo, nada está provado e pode acontecer que estejamos na presença de mais uma cegada judicial daquelas em que uns quantos são indelevelmente manchados para que mil anos depois, quando já os julgamos mais que mortos, sejam declarados inocentes ou os processos arquivados por falta de provas.

Portanto, fico-me por aqui. 

Acho que dia 8 é o Dia da Mulher e não sei se as mulheres devem marimbar-se para isso ou agradecer a gentileza.


Nem sei bem o que destacar a propósito disto do Dia da Mulher. Não gosto de vitimizações mas também não quero menosprezar as diferenças absurdas ainda existentes entre as condições e as possibilidades ao alcance de homens e mulheres. Por isso, dizer o quê?
Que as mulheres subestimam a força e o valor que têm?
Que os homens que acham que as mulheres estão num patamar abaixo deles devem ser atrasados mentais?
Não sei. O que me ocorre dizer é que ser mulher é uma coisa boa e que deve ser usufruída em todas as suas vertentes.


Estou a escrever e a pensar que deveria aqui ter fotografias de mulheres sofredoras, em campos de refugiados, em cenário de guerra, em salas de tratamentos oncológicos, a viver na rua, a viver em casas sem condições em subúrbios pobres e tristes. Mas daqui a nada tenho que estar a pé. Por isso, deito mão do que me é mais fácil: mulheres que representam a fantasia, o charme, a graça, a insolência.

E limito-me, também, a trazer aqui três meninas que já são grandes mulheres. Poderia ir buscar de outras áreas mas é o problema de sempre: o meu tempo é curto e o meu sono é grande.

Portanto, lamentando não poder diversificar ou aprofundar o tema, espero que gostem do som de Grace VanderWaal (14 anos), Alma Deutscher (13 anos) e Angelina Jordan (12 anos)





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E queiram, por favor, descer para verem o Serviço Público a la UJM: algumas ideias geniais.

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