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domingo, fevereiro 19, 2017

Trump & Putin: um bromance que ainda agora está a começar



Leio que: Rússia pede fim de ordem mundial dominada pelo Ocidente


O ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Sergei Lavrov, pediu hoje o fim da ordem mundial dominada pelo Ocidente e afirmou que Moscovo pretende estabelecer uma relação "pragmática" com os EUA.

Leio também que os líderes europeus estão preocupados com a possível ingerência russa em próximas eleições. Temem as notícias falsas produzidas no exterior, nomeadamente na Rússia, tem os ciberataques.

Aliado deste modo de (des)fazer política, está Trump. Beneficiou disto a ponto de conseguir ser eleito e agora mostra saber movimentar-se no pântano da falsidade. A hipocrisia e estupidez vai a ponto de acusar de Fake News media os que se lhe opõem, especialmente os grandes

(The FAKE NEWS media (failing @nytimes, @NBCNews, @ABC, @CBS, @CNN) is not my enemy, it is the enemy of the American People!  -- tweetou o anormal)

Enquanto isto, e dado o inusitada e quase ridículo da situação, o mundo inteiro parodia a proximidade entre Trump e Putin -- mas vamos ver se, uma dia que percebamos bem as consequências disto tudo, não vamos ter vontade de chorar.








......................

Até já. 

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3 comentários:

Silenciosamente ouvindo... disse...

É terrível o que pode acontecer com tanta estupidez do Trump
e o cinismo frio e terrível de Putin?

Não consegue colocar os videos(por exemplo o do humorista,
sobre a conferência de imprensa de Putin) legendado em
português.

Bjs.
Irene Alves

P. disse...

Se há coisa que não compro é a propaganda anti-Rússia, que tem vindo a ser praticada pelo Ocidente desde há algum tempo. A justificar a existência da Nato e das provocações que aquela organização tem vindo a fazer, ao cercar a Rússia (tirando partido deixado pelo vazio do fim do Pacto de Varsóvia, após a queda da URSS). Só mesmo uma mente doentia poderá acreditar que a Rússia algum dia invadirá a Europa, ou ocupará parte dela! Do mesmo modo, essa mesma propaganda tem vindo a demonizar Putin, como se o líder russo fosse um perigoso ditador pronto a invadir esta Europa etc tal. Fala-se de Putin, mas esquecem-se regimes como o da Arábia Saudita, por exemplo, o principal importador de armamento do Reino Unido e um dos mais importantes dos EUA e cujo armamento mais tarde vai para às mãos do ISIS (via Riad, via Dubai, Barhein, Qatar, etc, tudo regimes protegidos e amigos do tal Ocidente EUA/UE). Aceita-se que o Tibete seja parte integrante da RP da China, numa invasão como a que se verificou então (já lá vão algumas décadas), ou a ocupação ilegal e ilegítima de Guantamo pelos EUA (que é território cubano), mas critica-se a absorção da Crimeia pela Rússia, território que sempre foi russo, embora parte da Ucrânia, artificialmente, quando aquela era uma república da então URSS e porque um Nikita Krutechv, num dia em que provavelmente teria bebido demais, decidiu “ceder” esse território a essa república soviética. A Federação Russa, ao ocupar a Crimeia não fez mais do que recuperar o que lhe pertencia, de jure (e historicamente).
Não estou, pois, minimamente preocupado com a “ameaça” russa, mas estou, sim e muito, preocupado com a prática da canalha de extrema-direita que dita comportamentos e decisões autoritárias e desestabilizadoras das nossas economias, no seio da União Europeia, como os patife do EuroGrupo e o MF alemão W.Schauble.
Ou, também, de gente como Trump, se amanhã vier a optar por uma politica externa agressiva e bélica (no Médio Oriente, com a China, etc).
Obama deixou-nos este legado: a invenção da ameaça russa, coordenada com uns tantos líderes europeus, quer da União Europeia, quer da Nato. Mas, confesso que não estou nem por um segundo preocupado. A Rússia não só nunca atacará a Europa, como não tem interesse nenhum nisso.
P.Rufino

Um Jeito Manso disse...

Olá Irene,

Andei à procura e não encontro com legendas. São excertos de programas muito recentes. Talvez a televisão portuguesa já tenha passado e colocado legendas mas, se o fez, não encontro.

Lamento...

Um beijinho, Irene.