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sexta-feira, outubro 21, 2016

Sérgio Figueiredo entrevista António Costa (juntamente com José Alberto Carvalho)
e eu pergunto:
a quem é que a gente tem que se dirigir para pedir que nunca mais o deixem aparecer à nossa frente a fazer entrevistas,

arrogante, pesporrente, insuportável?
É que não há paciência para aturar espertinhos insolentes destes...!


Estou a ver a entrevista na TVI. António Costa tem uma paciência infinita para aturar a criaturinha. Responde, explica, ensina -- e sempre sorrridente para com um Sérgio Figueiredo convencidinho, antipático, mal humorado, com ar mal disposto.

Bem informado, uma conversa muito bem estruturada, uma visão clara -- assim António Costa nos aparece. E sorridente, bem humorado. Dá gosto um governante assim: disponível, com uma visão muito clara das suas opções e leal para com os seus parceiros de coligação.

E, no fim, os entrevistadores a quererem acabar a entrevista e António Costa, como se estivesse numa boa, na cavaqueira, a querer ficar à conversa. E guardou a 'boca' do diabo para o fim, uma biqueirada bem humorada no láparo.


Esta atitude por parte dos governantes -- de proximidade e afabilidade ao mesmo tempo que didáctica e tranquilizadora -- aproxima a política do povo. António Costa, uma vez mais, mostrou que é eximínio nisso. Assim é que é.

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Em contrapartida, aquele brilhantinoso Sérgio Figueiredo... Acha-se. Acha-se o maior, o mais esperto, o mais irreverentezinho.

Não se aguenta um homenzinho assim, todo cheio de si próprio, todo ele jactância, impertinente. Durante toda a entrevista, uma pessoa está incomodada, com vontade que ele se cale e deixe o José Alberto conduzir a entrevista. Tanta prosápia roça a má educação, credo. 

Por estas e por outras é que eu seria incapaz de andar nisto da política ou de exercer cargos que me obrigassem a ter que aturar criaturas assim. À terceira já me tinha saltado a tampa e não respondia por mim.

O drama para a TVI é que o dito Sérgio é director. Portanto, não sei se há lá quem o possa mandar enfiar o rabo entre as pernas e limitar-se a fazer jogos de paciências ou palavras cruzadas. Ou isso ou pô-lo em frente ao espelho a ver se ele se farta de si próprio.



Tudo menos aparecer-nos à frente. 


(NB: No DN já não o leio: Sérgio Figueiredo é um escorpião de cabeça vazia.)


1 comentário:

Anónimo disse...

Também vi. O tipo, esse Sérgio, é um cabotino! Um convencido do pior! Um cretino!
P.Rufino