Actualidade, livros, árvores, amores, ficções, memórias, maluquices, provocações, desatinos, brinca

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terça-feira, abril 12, 2016

Elton John e David Furnish de candeias às avessas? O Furnish pulou a cerca para uma cena de ménage a trois? E tanto proíbem as notícias que, por todo o lado, não se fala noutra coisa. E eu, que hoje estou com a cabeça feita em água, só me apetece frioleiras destas.


Ou seja, agora que já falei de macacos com pdfs às costas e do meu lindo lombinha dos briefings, tenho que confessar que estou incapaz de falar de dinheiro em offshores e das mescambilhas que os advogados e fiscalistas encartados para lá engendram. Estou é capaz de ir daqui a arrastar-me até à cama. Por isso, perdoem-me: volto-me para a fofoca. Mas não vou desenvolver porque o sono já me atrapalha os movimentos.

A cena parece que tem a ver com o pulanço de cerva do David que em vez de ficar com a sua velha gorda resolveu procurar carne fresca e aos pares. A coisa soube-se, passou a aparecer na imprensa mas, ao que consta, tudo sob a capa de alusões, ménage à trois, young gay, and so on. Eis senão quando Sir Elton mandou avançar a cavalaria e lançar uma proibição: que ninguém levante o tema na comunicação social.

Portanto, os jornais escondem, apenas insinuam. Em público, a mediática dupla continua muito in love, sempre a sorrir, lots of lovely jokes: parece um casal apaixonado. Mas a coisa parece não estar pacífica, até malas parece que já estiveram a caminho da porta.

E eu poderia pesquisar umas coisas para apurar as chineladas e impropérios, os segredos de alcova -- mas já estou a dormir. E ainda queria responder ao Leitor José Neves que diz que eu não tenho andado a perceber bem o que tenho andado a ler, mas já tenho os dedos em piloto automático, a ver se me aguento até lá.

Portanto, atalhando, para ver se ainda me sobra capacidade para lá ir dizer de minha justiça, abrevio e passo directamente ao que importa.

Elton John visita Little Britain



Os únicos gays da terra.
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E desçam, desçam, que pode ser que não se arrependam que, entretanto, eu vou explicar ao leitor José Neves porque é que não deve esperar tanto de mim. Sou bronquinha mesmo, nada a fazer, um caso perdido. Isto mesmo só com uma big sessão de hipnose, uns a lerem-me aos ouvidos e, ao mesmo tempo, e despejarem-me gregos cá para dentro, por sonda gástrica, por intravenosa, por cateter, tudo ao mesmo tempo. E nem assim, acho eu. Um caso perdido -- vão por mim.

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