Actualidade, livros, árvores, amores, ficções, memórias, maluquices, provocações, desatinos, brinca

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quarta-feira, março 09, 2016

Porque é que não li nem vou ler o livro do Henrique Raposo, nem fui à apresentação do livro, nem aqui falei antes sobre tão ponderoso problema. E vou já adiantando: a razão é a mesma que me levou a deixar de ler o Expresso.


Eu digo qual é a razão: é que eu cá não sou de perder tempo com aquilo que não me agrada. Mais: não sou de gastar o meu inexistente latim a comentar conversas de treta escritas por quem se acha especial e não passa de um vulgar convencido, alguém que alinhava, sem talento, meia dúzia de linhas desajeitadamente condimentadas com uma vulgar pseudo irreverência. Mais ainda: ainda sou menos de pagar para ser maçada.

E, portanto, que me desculpe quem me desafia a comentar o livro de Henrique Raposo sobre o Alentejo ou a comentar as acesas reacções nas redes sociais: não comentei e não vou comentar porque nada disso me interessa. 


Henrique Raposo, o Alentejano camiliano...?

Até abro uma excepção: LOL LOL LOL


Há bocado, ao ligar a televisão, ouvi-o a dizer que não gostam dele porque é camiliano e que a sociedade queirozeana não o suporta por isso. Desliguei logo. Camiliano?! Que aquela criatura não se enxerga dei-me eu conta quando passava os olhos pelo que ele escrevia quando comprava o Expresso. Mas que haja gente que se dê ao trabalho de o ir ouvir dizer baboseiras com aquele ar de quem está ali para partir a louça toda é que me espanta.

Se eu achasse que isto é um jogo e que agora vivo e morro e depois levanto-e e vou viver outra vida e depois morro e levanto-me e recomeço, para aí umas 10 vidas, talvez ainda me desse ao trabalho de me forçar a ler textos do Henrique Raposo, do Henrique Monteiro, do José Gomes Ferreira, do João Vieira Pereira, do Ricardo Costa, da Raquel Varela, da Helena Matos, etc, etc. Assim, meus Caros, como o mais certo é que tenha apenas esta vida, uso o meu escasso tempo de vida com o que acho que tem qualidade. Não leio nem ouço nada do que venha de gente em quem não reconheço qualquer qualidade. Não compro nenhum jornal porque, embora ainda subsistam por lá algumas pessoas capazes, praticamente foram todas cilindradas pela mediocridade, pela vacuidade. Considero que é este tipo de pessoas que tem cavado a cova onde o jornalismo português tem vindo a enterrar-se.


E, claro, ainda menos compro qualquer livro escrito por qualquer destas criaturas.


Voilà. Tão simples quanto isso. 
____

E já cá volto para me despedir do ex e para dar as boas vindas ao novo.


4 comentários:

P. disse...

Nem mais! Subscrevo INTEIRAMENTE aquilo que aqui diz. Todos essas personagens cabotinas também não perco um segundo a ler o que dizem e muito menos a comprar um livro deles!
Quanto ao maravilhoso Alentejo, deixo-lhe (a si e a outros eventuais Leitores) uma outra bem melhor sugestão de livro:
"Roteiros Enogastronómicos - Da TERRA à MESA - ALENTEJO"
Envio-lhe por e-mail.
Bom apetite e este sim é o Alentejo de que gosto. De ler, de desfrutar, de ir comer, de ir provar um bom vinho, de conviver com aquelas gentes amáveis e divertidas, de apreciar as paisagens, de o fotografar, etc. Que nada tem dessa patética criatura, convencida, ignorante (camiliano!!!), em resumo, um pobre tolo! Que em vez de escrever, cospe.
P.Rufino

Anónimo disse...

Desculpe mas eu tenho que deixar aqui uma frase sobre este assunto.
Então é assim: Henrique Raposo não passa de um palerma.
obrigada
L.

Um Jeito Manso disse...

Olá P. Rufino,

tem toda a razão: o Alentejo é uma terra magnífica e para comer e beber é do melhor que há. Ainda há pouco tempo lá manjei umas iguarias bem regadas que foram uma maravilha.

Quanto ao raposo, um saco de vento a quem não se percebe como há quem dê ouvidos.

E obrigada por tudo, P. Rufino!

Um Jeito Manso disse...

Olá L,

Pois nem mais. isso tal e qual. Um palerma. Dos encartados.

Nada a agradecer, L. Eu é que agradeço ter posto os pontos nos iis.

Um abraço, L.!