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sábado, abril 11, 2015

O sexo, a idade e as extrapolações matemáticas


E porque é fim de semana, casual time, mais uma das anedotas que me chegam por correio e que, com vossa licença, me permito transcrever, agradecendo ao leitor que ma enviou e juntando-a a uma fotografia que acho extraordinária.

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No parque da cidade, o avô passeava com o neto. Quando foram urinar, perguntou o neto:

- Ó avô quanto achas que pesa a minha pilinha?

- A tua acho que pesa 20 gramas.

- E a do meu pai?

- A do teu pai para aí 500 gramas.

- E a tua, avô?

- A minha deve pesar mais de 100 kg

- Ui avô... porque dizes isso?

- Porque ontem à noite era eu e a tua avó a tentar levantá-la e não conseguimos.

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A anedota parece-me fazer pendant com a fotografia que pertence à série “We Can Be Heroes”  de Martin Beck e da qual tive conhecimento através do Bored Panda

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3 comentários:

Anónimo disse...

Pois bem, um tio avô de minha mulher, casado em segundas núpcias com a avó dela, ambos já falecidos, aqui há já alguns anos atrás, era danado, aos oitenta e coisa, para a “patuscada”. Dizia, ou, melhor, queixava-se a dita avó (uma simpatia), mais coisa, menos coisa: “o Tio Encavo (chamemos-lhe assim) não me dá descanso! Solicita-me (parece que dizia “acomete-me”, à boa moda antiga – bons tempos de boa terminologia!) pelo menos uma ou duas vezes por semana, quando eu já não estou nem aí! O que me haveria de acontecer!” Mas, a dita senhora, um pouco menos idosa, pacientemente, lá lhe correspondia (supor-se-ia com o “devido carinho”). Isto, lá em terras beirãs, não se conhecendo na altura quer o Cialis, quer o Viagra. Sou de opinião que, talvez, umas boas caminhadas, muito e dedicado trabalho (ele trabalhou quase até falecer, aos noventas e coisa), queijo da serra, uns enchidos, boa pinga e bons petiscos (jantava abundantemente, dormindo algum tempo depois como um justo), umas boas risadas, sexo aos oitenta e coisas assim, seriam as receitas para manter em boa forma o “o velho e dedicado mastro”. Só pode! Que outras razões, digam-me lá? Como não era devoto (o que não é garantia), não vislumbro outras.
P.Rufino

Rosa Pinto disse...

Bem, matematicamente falando, a anedota leva a concluir a existência de uma relação de proporcionalidade directa entre as duas grandezas (idade e "mastro"). Nada mais errado. Não existe qualquer relação de proporcionalidade, quer directa, quer inversa.
Uma boa "navegação", já que estamos muito marinheiros, depende de boas condições climatéricas, do barco, da tripulação, por aí.

Rosa Pinto disse...

* queria dizer inversa....