Actualidade, livros, árvores, amores, ficções, memórias, maluquices, provocações, desatinos, brinca

Actualidade, livros, árvores, amores, ficções, memórias, maluquices, provocações, desatinos, brinca

sábado, março 14, 2015

O ex-Lombinha dos briefings vai espalhar-se outra vez. Agora é com o VEM dos pequeninos. Mas ninguém ainda ali percebeu que o Lombinha não acerta uma?!


Tenho andado com a inspiração virada para outro lado e portanto deixei passar sem referência o regresso à ribalta do meu fofinho preferido, o meu querido Lombinha, ex-dos-briefings.


Esta fotografia ainda é do tempo em que o Lombinha se apresentava com o cabelo em desalinho


Pois lá o vi, agora já mais arranjadinho, o cabelinho mais aparado, todo ele aprumadinho, a tentar mostrar como é inteligente. E ouvi-o e até tive vontade de lá ter estado a dar-lhe um chupa-chupa, tadinho, tão fofo a gabar a iniciativa de trazer packs de 40 emigrantes de volta a casa. Começa com 40 projectitos e depois hão-de vir mais. Fofinho. A milhas da realidade mas, então, que há-de ele fazer se não nasceu para aquilo?

Agora constatei foi que uma vez mais o láparo está a dar mostras de não saber fazer nada, nem sequer perceber o potencial dos seus colaboradores. A experiência do Lombinha a dar cabo de Secretários de Estado que, cada um que lá ia aos briefings ia à vida no dia seguinte, cada tiro, cada melro, foi o que foi. Até que acabaram os briefings antes que o Lombinha acabasse com o Governo. Agora reincidem com outra ideia avançada e, claro está, está mais que certo que, por todos os motivos e mais alguns, esta coisa do VEM é mais um dos abortinhos de estimação do governo do láparo.

Portanto, olha, temos pena, lindo, mas ainda não é desta que te vais safar, ó Lombinha, fofinho. Cá para mim, depois desta reentrada gloriosa, lá terás que te remeter ao silêncio por mais uns tempos.

...


3 comentários:

Anónimo disse...

Realmente, quase também não reconheci esse cabotino! Quanto ao governo, depois das lamentáveis explicações de Passos, as provocações do trauliteiro político do Aguiar Branco, etc e tal, já nada há esperar. Um artigo no Expresso on line, recentemente, sobre Passos, “Pedro I e Pedro 2”, dá-nos uma ideia extraordinária da criatura e que nos faz pensar, ou seja, como foi possível este diletante, este irresponsável, este tonto, pobre de espírito, manguelas de um raio, oportunista e criançola ter chegado a PM? Bem sei, e agora parece mais do que evidente, que quem manda no governo é a Albuquerque, como dantes era o Gaspar. Depois, quando ouvimos o excelente Prof Reis Novais a falar e a dizer o que disse no Pós e Contras, sobre Cavaco e a sua actuação como Presidente, coçamos a cabeça de novo a cogitar como foi possível esta combinação de trastes políticos a lixar-nos a vida durante 4 anos! Realmente, é preciso muito pouca sorte! Pior, por muito má e fraca que seja a oposição, e é, será difícil.
Fiquei igualmente enojado com as explicações dadas pelos tais Partidos do “Arco da (des)Governação”, PSD, PS, CDS, sobre as tais incompatabilidades e exclusividade. Retive uma frase de um escandaloso deputado do PS, que mais ou menos exclamava assim: “mas como é que possível, se não pudermos manter esta situação de acumular o cargo de deputado com as nossas actividades privadas, por exemplo, no caso, no meu escritório de advogados, não perder clientes, enfim, manter essa actividade sem prejuízo de perda de clientela?” Um tipo ouve isto e dá-lhe umas ganas de encher a fronha do dito de palmadas! Então ser deputado é uma actividade em part-time, menor? Aquilo que realmente importa é ter uma actividade privada altamente rentável? Aquilo que importa é o que, através dessa actividade se pode influenciar no Parlamento? O tráfico de negócios e de influêcias?
Enfim, este país nunca irá mudar na sua essência política. Continuará a ser um charco moral. Assim o quer o povo, que não se rala nada com morais e princípios. Um porra!
P.Rufino

Claudia Sousa Dias disse...

Agora é que eu percebo os Romanos do tempo da República!

O cursus honorum e a ascendência ao mais altos cargos da magistratura e senado, reservados aos Patrícios, eram completamente vedados aos cavaleiros ou a quem tivesse qualquer tipo de actividade económica. Infelizmente com o empobrecimento da aristocracia e a necessidade de casarem as filhas e com nababos e filhos com herdeiras ricas obrigou-os a serem um bocadinho mais flexíveis...acho que vai ter de se restaurar uma República à romana mas com gente vida de todas as classes sociais. Mas a separação em função de actividade - leia-se lóbbies comerciais e industriais - tem de ser feita.

Maria disse...

de tudo o que li sobre a estupidez deste programa destaco este comentário

"Só falta agora o programa "VEM-TE" de apoio à natalidade!"

GG