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segunda-feira, setembro 08, 2014

Que homens eram aqueles que não faziam sombra no mar?







Deixa que a escuridão se instale completamente sobre a terra
e acende só então o pequeno candeeiro
para que a tua sombra encontre a noite do mundo.













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A fotografia foi feita no outro dia na Meia Praia.

O poema chama-se 'A noite do mundo' e faz parte do livro 'A Misericórdia dos Mercados' de Luís Filipe Castro Mendes.

A pintura é de António Palolo e surge aqui na sequência de comentário abaixo que muito agradeço. Ficam muito bem aqui estes homens azuis que parecem também procurar a sua sombra.

O pequeno excerto do bailado pertence a "Fluence" na coreografia de Robyn Mineko Williams e dançado pelo Hubbard Street Dance Chicago.

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4 comentários:

xilre disse...

Talvez não fossem homens mas anjos, como os pintados pelo António Palolo.

DE-PROPOSITO disse...

Deambulei por aqui.
E, desejo felicidades.

Um Jeito Manso disse...

Caro xilre,

Esta sua ideia tocou-me. Não sei se era no que já lá coloquei que estava a pensar mas eu, agora, acho que aqueles homens azuis, que parecem anjos, completam na perfeição o post.

Muito obrigada.

Um Jeito Manso disse...

Caro De-Propósito,

Muito gostaria que deambulasse mais vezes e que, de cada vez, se sentisse em casa.

Muito obrigada pelos votos de felicidades que retribuo.