Actualidade, livros, árvores, amores, ficções, memórias, maluquices, provocações, desatinos, brinca

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domingo, março 16, 2014

Escultura em movimento. Theo Jansen, o escultor holandês que cria seres de um mundo imaginário. São seres que caminham ao vento, caminham como se quisessem voar.


Depois de, no post abaixo, já aqui vos ter disponibilizado mais uma aula prática, desta vez sobre bricolage no feminino, nomeadamente descrevendo a técnica a usar no caso de se quererem colocar prateleiras na parede - e uma vez mais ter recorrido à minha assistente, a desembaraçada Martine Hill - agora parto para outra.


Já não é a primeira vez que aqui vos trago Theo Jansen, o escultor do movimento. 


De vez em quando tenho vontade de rever as suas criaturas aladas que, na praia, entre a neblina, caminham como se fossem barcos imaginários, grandes pássaros de tempos antigos, abstracções saídas de sonhos poéticos.

Coisas assim.




Há uma majestade imaterial nos seus seres de que, volta e meia, me lembro com saudades. 

Hoje assim foi e hoje aqui está Theo Jansen para me transportar para lá da pequenez que nos tolda a visão e tolhe os membros.

Voemos com ele e com os seus seres alados para longe, para o sítio onde as coisas boas são possíveis.








Beach Creatures: Theo Jansen and his Strandbeests


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Relembro
Bricolage no feminino é já a seguir.

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