Actualidade, livros, árvores, amores, ficções, memórias, maluquices, provocações, desatinos, brinca

Actualidade, livros, árvores, amores, ficções, memórias, maluquices, provocações, desatinos, brinca

quarta-feira, março 19, 2014

'Cavaco pede contenção aos portugueses nas próximas eleições' - votem preto ou votem branco, mas votem bem, votem gato. [Vejam e ouçam, Senhores e Senhoras, a fábula da Ratolândia e perceberão o que vos digo]


No post abaixo já vos confidenciei qual poderia ser um dos meus hobbies nos próximos tempos. Coisa pouco canónica, dirão os meus Caros, sempre desejando que esta aqui que vos escreve se porte bem. Pois. A questão é que esta aqui que vos escreve tem dias. Ou melhor: tem momentos.

Já aqui, agora, estou engagée. Pronta para a luta. No intervalo dou uma escapadinha para me portar mal mas, passado esse momento, eis-me capaz de depor todos os governos de palermas deste mundo.

Ora bem. Não ouvi Cavaco Silva a convocar as eleições europeias. Estava noutra. Os meus horários não são compatíveis com prime times. Apenas li no Expresso online. O Presidente da República apelou hoje aos partidos para que evitem "querelas artificiais e controvérsias estéreis" durante o período da campanha eleitoral para as eleições europeias, que marcou para o próximo dia 25 de maio, bla bla bla, bla bla bla.

E eu a pensar nisto quando vejo um dos vídeos com que o incansável Bob Marley me presenteou - e nem de propósito.

Transcrevo o texto de apresentação do vídeo que deve mesmo ser visto.

A fábula Mouseland (em português: "Ratolândia") foi inicialmente contada por Clarence Gillis e mais tarde popularizada em discurso por Tommy Douglas, político canadiano. A fábula expressava a visão de que o sistema político canadiano estava viciado, pois oferecia aos eleitores um falso dilema: a escolha de dois partidos, dos quais nenhum representava os interesses do povo.


Na fábula, os ratos (o povo canadiano) votavam nos gatos negros (Partido Progressivo Conservador) e depois de algum tempo descobriam o quão difícil suas vidas eram. Depois votavam nos gatos brancos (Partido Liberal) e assim ficavam alternando entre os dois partidos. 

Um dos ratos tem então a ideia de que os ratos deveriam formar seu próprio governo...

*

Ora bem. À bon entendeur, salut !



*

Caso queiram imaginar esta aqui que vos escreve a borrifar um bando de encalorados moçoilos, queiram, então, por favor, descer até ao post seguinte.



2 comentários:

Anónimo disse...

Não o ouvi. Como hoje foi o dia do pai fui, fomos, estar com o nosso filho (o que ainda por cá está, até partir uma vez mais - o que tem o nosso total apoio e poderá suceder lá mais para o Verão. Sempre achámos tolice aquela saudade do filho longe e os pais por cá. O importante é eles estarem bem. Também estivemos fora e não nos afectou nada) e o neto (já que o outro teve de sair do país e ir para outro onde tem um bom trabalho e está feliz).
Assim, não ouvimos o que aquela patética figura de Belém disse, embora agora, que acabamos de regressar a casa, tenha tido a oportunidade de ter lido o que disse.
Estou cada vez mais farto desta gente. Há pouco, estavamos por aqueles lados de Sintra, de onde viemos, num sossego total, num local encantador e um tipo esqueçe o que estes estúpidos do governo e Belém nos fazem, ou deixam fazer. Ainda bem que se pode, momentaneamente, esquecer os maltratos diários e mensais!
Tenha um boa e descansada noite, UJM!
P.Rufino

Bob Marley disse...

não tenho muita paciência para escrever,e provavelmente, mais falta de jeito, por isso admiro quem tenha blogs e o actualize diariamente com novos conteúdos.Pode parecer banal um post por dia,mas olhe que são poucos que mantêm essa pedalada .Daí eu pensar que os leitores podem dar uma ajuda, partilhando coisas (é sempre subjectivo) que encontrem na internet e que possa ser usado num post(curso com futuro - gestão da informação).

eu já coloquei de lado as fontes ditas oficiais, penso que a informação dos blogs (jornais pessoais) é mais relevante(no fundo é um filtro das oficiais, no seu caso, também leio o expresso indirectamente).

depois é só partilhar,em conversas de café, em casa, no trabalho, aquilo que leu e onde leu.

falando em passar a mensagem, se Jesus , tivesse nascido em Portugal, a coisa tinha morrido por cá.É que parece-me que o Portuga, agasalhe o que sabe.Bom se uma pessoa souber duas coisas e disser uma , está a dizer 50% do que sabe, e como sabemos o segredo é a alma do negócio.