Actualidade, livros, árvores, amores, ficções, memórias, maluquices, provocações, desatinos, brinca

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segunda-feira, fevereiro 10, 2014

Maitê Proeça em 'Maitêndo Fundo', uma cena de 'As Brasileirinhas'. Pornografia pura e dura. Orgia das brabas. Negão de sunga. Anão. Enfermeira. Tudo.


A Stephanie tem disto. Vira tudo do avesso, incluindo as cabeças. Eu acho que foi de andar na rua esta tarde - quando devia estar em casa - que fiquei assim. Um vendaval que só visto, tudo pelos ares. As minhas ideias sem que eu lhes consiga deitar a mão.


No post abaixo, voei até às alturas. Sem rede. Um voo na vertical. Um desafio às minhas vertigens. Um desafio aos limites. Poderia dizer: um exemplo. Mas digo exactamente o contrário: não sigam o exemplo!

Mas, logo a seguir, entrei pela porta dos fundos e fui até à Sex Shop à procura de uma orgia a sério. Felizmente, por ser dia de Stephanie, a tempestuosa, havia promoções e, assim sendo, a festa foi ainda mais completa, direito a bónus e tudo. Só visto.

No entanto, isso é em baixo. Aqui, agora, a conversa é outra. 

*

Aqui dou conta dos riscos que uma pequena imprevidência pode fazer correr. 

Maitê Proença não leu o guião com atenção e entrou, por engano, no filme errado. Não era uma cena de As Brasileiras mas, sim, de As Brasileirinhas. Só que as brasileirinhas não é coisa de criança, não, é coisa mesmo de adulto. De adulto taradão.

Quando deu por ela, já era tarde demais. 

Um equívoco, queixar-se-á ela. 

Nada. Desatenção. Desleixo. Quem manda entrar à confiança numa cena, sem cuidar de acautelar o lance?

Ora Maitê, você também já tinha idade para ter mais cautela, menina...!

Mas, enfim, mulher quando chega a certa idade vira desatinada mesmo (pelo menos é o que o meu marido passa a vida a dizer).

Adiante, que eu não estou aqui para criticar ninguém. Quem nunca se distraíu que atire a primeira calcinha.


Que comecem as gravações. 
Acção!



Maitêndo Fundo. Maitê Proença na Porta dos Fundos



*

Relembro: por aí abaixo há mais. Dois posts, dois. E nada de franzirem o sobrolho que a culpa não é minha. 

Não digo que a culpa é do Sócrates (por exemplo: que esta minha maluquice teve início nessa altura), mas desculpabilizo-me invocando o mau feitio da Stephanie. Vira-me os miolos do avesso, essa malvada.

*

Permito-me ainda convidar-vos a visitarem o meu outro blogue, o Ginjal e Lisboa onde hoje tenho oportunas palavras de Isabela Figueiredo às quais junto o vídeo de apresentação do seu livro Caderno de Memórias Coloniais, onde poderemos também ver fotografias da actualidade até quando era bebé. Bonita e com uma bela voz.

*

E, assim sendo, despeço-me por agora. 
Desejo-vos, meus Caros Leitores, uma boa semana a começar já esta segunda feira. 
Saúde, sorte e boa disposição é o que vos desejo.

1 comentário:

Bob Marley disse...

Nelson Rodrigues, em a Vida como ela é - 40 episódios - https://www.youtube.com/watch?v=HH42jWq4alk