sexta-feira, janeiro 02, 2026

Abrir as hostilidades, lendo as mentes

 

Neste momento já não é o primeiro dia do ano e, portanto, escuso de fazer um post muito alinhado. Pensei fazer um post sobre a natureza, sobre uma extraordinária borboleta, ou sobre o que ler faz ao cérebro, e claro que só faz bem, ou sobre acontecimentos marcantes ou sobre os avisos, que se sucedem, sobre os riscos da Inteligência Artificial.

Mas o meu dia foi muito bom, mas com a primeira metade um pouco cansativa. Nestes dias, ponho o despertador para me levantar cedo e, de imediato, entro em erupção criativa a nível culinário. Só me apetece fazer coisas, um buffet completo. O meu marido entra em stress, diz que é um disparate, que eu deveria simplificar. E pergunta-me o que vou fazer. Digo que só sei quando fizer. Ele pensa que estou a desconversar mas não é. é mesmo. Faço sem antes ter pensado no que ia fazer. Pergunta-me: 'Mas nunca fizeste isso. Leste em algum sítio?'. Não. É tudo, ou quase tudo, na base do improviso. E tudo na base de muitas etapas preparativas. Tudo feito com grande prazer. Mas, como é para muita gente, a coisa complica-se. Por exemplo, fiz um lombos de salmão em papelotes com puré de batata e ovo e espinafres salteados, o peixe pincelado com uma emulsão de mostarda, sumo de lima e sal. Várias etapas: cozer as batatas (normais e doces) e os ovos, saltear os espinafres, fazer o molho, e depois dispor tudo nas folhas de papel vegetal. Muitas. A bancada de um dos lados ficou toda ocupada, até com papelotes sobrepostos. Depois tudo para o forno. Mas isto foi uma das coisas. Uma de muitas. Até fiz uma pizza. Tudo. E foi bem apreciada. Acho que nem a provei. Fiquei foi com vontade de fazer mais. Pode ser que depois conte. Hoje não.

A tarde foi tranquila, boa. Uns jogam, outros veem televisão, tudo tranquilo e animado, um ou outro com uma pancada de sono tal o reveillon, mas, enfim, a alegria do costume. 

Mas o que eu quero dizer é que hoje não estou numa de falar nem de coisas sérias, nem de coisas fofas nem de assuntos que merecem respeito. Estou é capaz de ir dormir.

Por isso, vou abreviar e vou antes partilhar um vídeo com aquele fulano que parece ter dons extraordinários. Supostamente não são dons, são habilidades. Mas é uma coisa que parece do outro do mundo de tal forma é do caraças. 

Fico super curiosa, gostava de perceber como é que uma coisa destas é possível. E, pelo que se vê, deixa estupefactas pessoas habituadas a ver e ouvir de tudo, como é o caso, por exemplo de Anderson Cooper. E é com isto, com estas cenas mentalistas, que, aqui no blog, abro as hostilidades em 2026.

O mentalista Oz Pearlman impressiona Andy e Anderson | CNN Véspera de Ano Novo 2026

"O quê?! Como isso é possível?" O mentalista Oz Pearlman aparentemente lê as mentes de Anderson e Andy ao vivo na Times Square na véspera de Ano Novo.


Desejo-vos, de novo, um bom 2026

E um dia feliz, este de hoje e todos os que se seguirem

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