Actualidade, livros, árvores, amores, ficções, memórias, maluquices, provocações, desatinos, brinca

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domingo, abril 22, 2018

Dou uma ajudinha com mais umas fotografias: que vila é esta com todas estas escadarias...?



Há bastante tempo que, quando se falava nesta terra, eu pensava: tão perto e, parece impossível, nunca lá fomos. Por isso, este domingo, quando o meu marido percebeu que eu tinha acordado (depois de ido dar uma volta e de, regressado, já ter estado a ver televisão), foi ter comigo para decidirmos o programa de hoje. Já que estávamos sem compromissos, falámos, então, em ir até lá. 


E lá fomos. Parecia que estávamos longe, longe do bulício da capital e, no entanto, tão perto. Planície, planície, planície. Regadio, regadio, regadio. 

Até que chegámos. 


Tal como disse em relação a Salvaterra, também aqui não me deslumbrei. Tem sítios bonitos mas, confesso, não de uma pessoa ficar enlevadíssima. Mas tem uma coisa que sempre me agrada: não tem trânsito, não tem barafundas. Não vimos um único turista. Andei pelo meio das ruas, olhando, cirandando e não corri riscos: poucos carros passaram.

Há casas grandes, muito bonitas e o sossego deve ser uma constante. Que diferença quando comparado com os lugares que frequento e em cujas ruas desperdiço grande parte da minha vida.

E escadinhas, escadinhas que vão até lá acima. Não subimos porque não íamos preparados para uma de Bom Jesus ou de Montmartre mas agora, vendo as fotografias, fiquei com pena. 


 Acho que, um dia que lá voltemos, iremos peregrinar escadaria acima para visitarmos o Santuário.

E já sabem onde estive, Caríssimos?