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segunda-feira, setembro 26, 2016

As Linhas do Tempo
Flores e flores e outras obras
Uma exposição na Gulbenkian


A cidade é uma quando se anda em trabalho e é outra, muito outra, quando se anda com tempo e olhos de ver.

Por ela ando diariamente, percorro-a muitas vezes de ponta a ponta e os locais que frequento são até alguns dos que tanto gosto. Mas ando formatada para não perder tempo, para estar a horas aqui e ali e, portanto, é quase como se nem a visse.

Portanto, por absurdo que possa parecer, estava cheia de saudades de andar por ela como gosto de andar, como uma turista acidental, passeando por aqui e por ali sem saber ao que vou, andando, espreitando, degustando.

No sábado à tarde foi dia de ajuntamento na Gulbenkian. A pièce de résistance é sempre o jardim. Os miúdos deliram com os recantos, os seus esconderijos. Antes de chegarem, fomos ver a exposição Linhas do Tempo. Aliás, parte do grupo ainda lá foi ter connosco, causando dor de cabeça aos vigilantes sempre com medo que eles deitem a mão onde não devem. Não partiram nada, felizmente. E, a tempo, foram impedidos de se sentarem nas cadeiras expostas.

E são imagens deste luminoso espaço que aqui vos mostro. A quem possa, aqui deixo a sugestão da visita. A entrada é gratuita.

Flores e flores de Hein Semke
(frente e verso - acima e abaixo)













Talvez um avô dedicado e um neto atento
 (mas não os conheço)
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Decorreu este fim de semana na Gulbenkian o Festival Jovens Músicos e, portanto, era vê-los por lá. Não tenho nenhum vídeo alusivo aos momentos que lá se viveram pelo que me socorro de um relativo a um vencedor de 2015: João Miguel no oboé interpretando o Concerto para Oboé de Mozart.


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Desejo-vos, meus Caros Leitores, uma boa semana, a começar já por esta segunda-feira.
Saúde, sorte, alegria para todos.

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1 comentário:

bea disse...

A Gulbenkian alegra os olhos. É um espaço pacífico onde os problemas evolam e fica a gente toda entregue a ele que a beleza é assim, toma-nos. Dentro e fora do museu. Obrigada pelas imagens.