Actualidade, livros, árvores, amores, ficções, memórias, maluquices, provocações, desatinos, brinca

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quinta-feira, julho 16, 2015

Ê amo o mê Alentejo


Em dia de grande soneira, chegada a casa depois de mais uma festa de anos (ah, por estas bandas, quando os caranguejos atacam, atacam mesmo em grande força...), sem saber a quantas ando eu quanto mais o mundo, socorro-me das piadas que os leitores me enviam por mail. Tenho que confessar que me ri muito mais com uma outra sobre uma mentirinha do que com esta que aqui divulgo -- mas eu tenho um lado de carroceira que me leva a rir com piadas que são muito pouco de salão. Ora sei bem que alguns Leitores não acham graça nenhuma quando a coisa derrapa para a brejeirice ou para o vernáculo e, portanto, por eles, contenho-me e publico apenas esta que é do mais próprio para crianças que há. Tudo a bem da moral e dos bons costumes - e porque eu, com o sono que tenho, estou mais para dormir do que para me meter em trabalhos.

Ora aí vai.


Uma pesquisadora do IFADAP bate a uma porta num montezinho perdido no interior do Alentejo e pergunta ao agricultor.
- Esta terra dá trigo?
- Nã senhora - responde o alentejano.
- Dá batata?
- Tamém não!
- Dá feijão?
- Nunca deu um!
- Arroz?
- De manera nenhuma!
- Milho?
- Tá a gozar comigo?!
- Quer dizer que por aqui não adianta semear nada?
- Ah! Se semear já é diferente...

....

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