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quinta-feira, junho 18, 2015

Receita de homem - para que os senhores que têm os chamados 'blogs de homem' saibam um bocadinho do que as mulheres* apreciam neles


No post abaixo já manifestei a minha alegria pelo justo Prémio Camões que foi atribuído a Hélia Correia. Uma mulher completa, feita de palavras e de amor à liberdade e à língua portuguesa.

Mas isso é a seguir. Aqui, agora, a conversa é outra.

Vejo os blogs de homens debruçados sobre o que interessa ou não numa mulher, se é a beleza exterior ou a interior, se o nirvana está aqui ou acolá e se o que interessa mais é que ela saiba estar ou esforçar-se por ser o que já foi ou sobre amores, desamores, pequenos nadas que tanto importam, e outros apontamentos soltos do mesmo género.

Pensam que são eles que escolhem as mulheres, os pobres homens. Não são. Pensam que serão melhor sucedidos se souberem muita teoria sobre mulheres, os pobres homens. Não serão. O papel deles pouco mais é do que mostrarem-se para que as mulheres possam fazer a sua escolha.

O que importa é que agradem às mulheres -- e eu vou explicar quais os pârametros que ajudam a compor esse agrado.


* Nota: A bem do rigor, o que aqui vai ser dito não resulta de um estudo científico. Vou falar apenas por mim e por umas e outras que conheço pelo que não garanto que a amostra seja representativa. Mas é cá um feeling que tenho que, mais coisa, menos coisa, é isto que as mulheres querem.






Tantas vezes que já aqui dissertei e exemplifiquei com alguns casos práticos em que, só de olhar para eles, já a gente vê o que vem lá dentro -- mas, com vossa licença, vou repetir-me.

Antes de me atirar de novo aos ensinamentos, começo por mostrar alguns exemplares que me parecem muito bem.


António Fagundes, um clássico: quanto mais velho, mais interessante (como acontece com quase todos os homens)

Clive Owen - Belo, bad guy, bela voz. Irresistível. Daqui por uns anos estará, certamente, ainda melhor

Andre Pirlo: Forte, belo, e capaz de chorar face a um desabar, num pico de emoção (aqui depois de perder para o Barcelona). A vontade que dá de consolar um homem destes.
Mas, note-se, um homem chorão por tudo e por nada, por favor, também não.


Tantas vezes que eu já aqui escrevi sobre qual a minha receita de homem mas é de gosto que volto a dizer quais os requisitos mínimos. Qualquer dia junto tudo e publico um livro -- tudo descritinho: deve ser assim, assado, frito e assado, inteligente e bom carácter, claro, consistente e equilibrado, meiguinho mas não lamechas, muito menos melga, moreno**, bem moreno, mãos grandes, passada franca, de preferência alto, claro que o tamanho não é tudo mas, para mim, prefiro os altos, e deve saber dar um bom abraço, um abraço nem forte demais que nos deixe escaqueiradas, nem a medo, que até parece um enjoadinho, deve saber olhar nos olhos mas não abusadamente ou, se o for, que seja para valer, e deve ter sentido de humor, sentido de humor é do mais fundamental que há, achar graça ao que a gente diz, e fazer-nos rir, e ser irreverente mas não armado em parvo, surpreendente mas não feito esperto, e bem vestido mas nada de fatinho de riscas, botãozinho de punho também é melhor que não, que não há paciência para um arturzinho assim, e deve ser descontraído mas não desleixado e deve ter aprumo mas não muitas nove horas na cabeça, e deve ser educado mas não uma alicinha, e deve ser sensível mas não uma maria amélia, e deve ler que se farte mas deve poupar-nos a cinquenta mil citações por hora e deve ser pragmático, terra a terra, prosaico e gostar de futebol mas sem ser tarado pelo dito mas, ao mesmo tempo, deve ser capaz de nos surpreender dizendo um poema (ou, vá lá, um bocado de poema) e deve estar ao corrente com o que se passa no mundo e na política nacional e deixar-nos de boca aberta por mostrar que aprecia a natureza ou até as flores dos jacarandás mas deve ser contido na apreciação, nada de exclamaçõezinhas próprias de mariazinhas, porque a todo o momento deve mostrar que é muito homem, mas nada de se dar ares de marialva ou machista, isso nunca, embora uma ou outra piada só para fazer género e fazer convergir sobre si uma raivinha inocente não faça mal nenhum, e era bom que soubesse dançar mas, enfim, se não der para tanto, então que goste de nos ver dançar, que mal há em sermos uma private dancer, e que gastronomicamente esteja sintonizado connosco que isto de um gostar de sushi e o outro abominar, e um gostar de ir a tascas alambazar-se com feijoada e o outro gostar de saladinhas gourmet é coisa condenada ao desastre, e que, oh please, não seja um fundamentalista em coisa alguma e que, por exemplo, experimente provar gin com pepino que sabe tão bem, e encare como natural colaborar de igual para igual nas tarefas domésticas e que se enterneça com os risos das crianças e que fale a mesma linguagem -- que isto de um dizer tomato e outro perceber potato é outro desastre pela certa -- e que saiba perceber a ternura e amor que há nos cães, que são gente como nós, e que goste de ouvir uma boa música e puxe por nós para que possamos encostar-nos no seu peito enquanto ouvimos uma bela ária, uma boa pianada de jazz, ou violino, ou mesmo a Melody Gardot ou o Leonard Cohen, tanto faz, boa música é boa música, que durma longe de nós na cama quando está muito calor mas que se ponha em posição de conchinha quando nos apetece um calorzinho humano, e que aceite uma crítica com bonomia e tolerância e que também nos critique se for caso disso mas não como retaliação e que, se o pedirmos, nos dê a sua opinião sincera sobre a roupa que vestimos ou a maquilhagem que usamos e que, tirando isso, demonstre que aprecia o que vê, e demonstre que percebe o felizardo que é por poder chegar tão perto de nós e que saiba, mas saiba mesmo, que para as mulheres ele não é um dado adquirido, a todo o momento o podemos dispensar e que, portanto, é bom que se esforce, nos conquiste, nos conquiste a sério, em cada pequeno gesto, em cada palavra, em cada sorriso, em cada olhar.

E isto é só para começar.


** - Gostos não se discutem: eu gosto de morenos mas, cá para mim, o texto aplica-se muito bem também a louros.

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Permitam que, de novo, o refira: no post abaixo dou os parabéns a uma pessoa de quem gosto muito e que acho que muita justamente recebeu um grande prémio: o Prémio Camões para Hélia Correia.

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Desejo-vos, meus Caros Leitores, uma bela quinta-feira. 
E, para homens e mulheres, os meus votos de bué de felicidades.

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sexta-feira, setembro 26, 2014

António Fagundes e Bruno Fagundes: o charmoso e o refresco. [E olha que este é um post cheio de piropos mesmo. Não vem que não tem: não tenho medo, não. E podem xingar à vontade: gosto de homem bonito mesmo. Confesso.]


Depois de, no post a seguir a este, ter deixado um desinteressado conselho ao Primeiro-Ministro (que vai à Assembleia da República e, durante o debate mensal, vai ver se descasca o pepino da exclusividade e do trabalhinho comercial para a Tecnoforma, ao que consta trabalhinho pago em géneros, isto é, dinheirinhos supostamente recebidos por fora, como eu no outro dia já aqui referi, fringe benefits, limpinhos de impostos, despesas de representação, almocinhos e jantarinhos, comprinhas de toda a espécie pagas com cartão de crédito e assim), e aos dois senhores da Tecnoforma (que vão dar uma conferência de imprensa a ver se safam o Pedro-Abre-Portas do ensarilhanço em que está metido), agora aqui venho só lançar uns piropos a uns cavalheiros.


Nada de assédio, nada de coisa repetida ou continuada (embora não seja a primeira vez), nada de coisa que moleste, apenas um piropinho inofensivo. Piropinho é que nem chopinho, é coisa gostosa, não tem mal, não.

Vou falar de um homem muito gostosão, peito largo, sorriso bom, voz de abraço quente, de pegada forte: António Fagundes. O Fagundão. Um homem que, à medida que o tempo passa, vai ganhando mais charme. Aquele cabelo, aquele rosto vivido, aquela forma como ri, como olha, estão cada vez platinados, uma patine que é muito sedutora.

Quando lhe perguntam sobre ele ter esta fama de gato gostoso (palavras minhas, claro) ele diz que disso não sabe, que ele não é seu tipo de homem. Pergunta a jornalista: então qual é seu tipo de homem? Diz ele, Alain Delon, Brad Pitt. Por isso, diz ele, olha-se no espelho e não vê aquele homem charmoso de que falam. Mas a forma como fala, aquele grão de voz e aquele riso que enleia e adoça as sílabas já chega para a gente ver que ele é um homão, daqueles a que nenhuma mulher de bom gosto ousa resistir.

E, repare-se, a entrevista decorria na rádio, na TSF, eu não o via enquanto ele falava, seduzindo feio. Mas a química e a física atravessam o espaço, coisa por demais sabida.




Mas a coisa já se propagou, já há outro.

E, assim sendo, depois do pai, vou falar também do filho, Bruno Fagundes. Nunca tinha ouvido falar. Ouvi agora que estão cá, representando uma peça de teatro, Vermelho. E ouvi a jornalista dizer que chamam Refresco ao Bruninho. O pai não percebeu o sentido. Refresco? Ela explicou: coisa nova, ainda está fresquinho, mata a sede. O pai atalhou: percebi. Mas ela queria festa, percebo-a, e perguntou ao rapaz se se acha o herdeiro da fama de charmoso do pai. Saíu-se bem o menino, que não, que quer ser conhecido por ser bom profissional, que está trabalhando para isso, para ser um profissional tão bom, tão respeitado e amado quanto seu pai. Simpático, humilde. E divertido, contou história, riu. Por exemplo contou que encontrou uma brasileira em Óbidos, onde foram passear, e que ela ficou olhando para ele, Estou conhecendo você... E olhava. Depois questionou, Você é guia? E riram pai e filho, divertidos. Ora o menino é recente mas já estreou numa novela da Globo.

Depois de ter acabado o post abaixo, aquele com o guarda criativo e o ministro dos passos malucos que bem poderiam inspirar Passos Coelho, vim logo procurar uma fotografia do Fagundinho, estava curiosa. A jornalista perguntou se era o mais novo de quatro filhos e ele confirmou. Perguntou a jornalista pela genética de Bruno mas ambos saltaram, que não, que é coisa de educação, de vivência conjunta. Gostei. Não iam diminuir os outros irmãos, meninos todos amados.

E agora já vi a fotografia. Sim senhor. É mesmo um belo filho de seu pai, menino lindo, um charminho, um refresquinho, sim senhor. 




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Fagundes, pai e filho em Vermelho. Uma relação tensa em palco, uma doçura na vida real.






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Já agora, em complemento, para os agnósticos, aqui deixo a prova de que o Fagundão é digno mesmo de muita devoção.


António Fagundes, o galã - um beijo é um beijo é um beijo





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Descobri agora a gravação da entrevista de António Fagundes com o Daniel Oliveira no Alta-Definição, há poucos dias. Como não vi (raramente consigo ver), estive agora a ver e aqui a deixo para quem o queira conhecer melhor.








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Recordo: não deixem, por favor, de descer até ao post já a seguir. Fartei-me de rir e tem de brinde um conselho muito sincero para o láparo e seus amigos tecnofórmicos - para ver se esta sexta feira nos reserva momentos memoráveis.


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Desejo-vos, meus Caros Leitores, uma bela sexta-feira. 
E desejo-vos muitas felicidades.

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domingo, abril 13, 2014

Vou definir o meu homem ideal. Desafio-o, meu Caro/a Leitor/a, a fazer o mesmo. E depois veja as diferenças de escolhas consoante o seu sexo.


No post abaixo recusei-me a falar do cherne que por aí anda de porta em porta a ver se alguém o compra. É o compras.

Mas isso é a seguir. Aqui, agora, a conversa é outra.

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Afterwards




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Se eu não estivesse já servida, diria que, se fosse coisa que a gente pudesse escolher e depois carregar num botão e sair o produto pretendido, para mim o homem ideal poderia ser uma composição a partir dos seguintes (e atenção que são duas e tal da manhã e eu não tenho tempo para pensar, vou dizer a primeira coisa que me venha à cabeça; se o output não me agradar ponho-o à venda e escolho outro):


  • a energia e o sorriso poderia ser o do António Fagundes (aliás, até podia ser o Fagundão todão)

  • a voz poderia ser a do Jeremy Irons

  • o corpo poderia ser o do Clive Owens ou então o do Zidane
(mas não podendo vir só o corpo, poderia vir também a cabeça)








  • a perversidade (ou, vá lá, para não parecer tão mal: a malícia) poderia ser a do Malkovich
  • o olhar e a suavidade (a até podia vir também a voz, para quando a do Jeremy estivesse cansada de tanto me dizer poesia ao ouvido) poderia ser o do Ralph Fiennes





  • a maneira de beijar poderia ser a do Richard Gere 

e não falo de outros atributos (não menos importantes) para isto não ficar comprido e chato demais.

Se eu fosse habilidosa fazia aqui uma fotomontagem e avaliaria a qualidade do resultado e se, de facto, valia a pena ficar com o produto da minha imaginação. Como não sou, paciência, fico-me pelas palavras.

E vem isto a propósito de quê?

Eu conto. A marca de lingerie Bluebella pediu a um grupo de mulheres que dissesse o que para si era a mulher perfeita.

Depois foi pedido o mesmo a um grupo de homens.

Pois bem: enquanto as mulheres acham que a mulher perfeita é alta, magra, esguia, cabelos fortes e quase lisos, os homens idealizam uma mulher com curvas, ancas largas, seios fartos, cabelo desordenado e até, imagine-se, um pouco de barriga. Os homens não se sentem atraídos pela suposta perfeição.

Boas notícias, portanto.




Depois a experiência foi a inversa: o homem ideal para ela e para ele. Os resultados provam que os homens acham que o homem ideal tem uns bíceps brutais, uma carinha perfeita, enquanto as mulheres preferem alguma imperfeição no rosto, no cabelo, nada de músculos à bruta.

Bate certo.




No entanto, a mim nenhum destes me conquistaria. Têm músculo a mais e patine a menos. Provavelmente as mulheres inquiridas seriam pouco mais do que adolescentes, ainda não tinham o gosto apurado.

E por aqui me fico - e cada um agora que se compare com a imagem ideal.

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A voz lá de cima é, claro, a de Jeremy Irons lendo Afterwards de Thomas Hardy:

When the Present has latched its postern behind my tremulous stay,
And the May month flaps its glad green leaves like wings,
Delicate-filmed as new-spun silk, will the neighbours say,
'He was a man who used to notice such things'?

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NB: Não queira descer até ao post seguinte. Depois destes homens decentes e apetecíveis, para quê ver um cherne malcheiroso?

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Desejo-lhe, meu Caro Leitor, um belo domingo!

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domingo, agosto 04, 2013

O tempo passou na janela, só Carolina não viu. Mas há pessoas por quem o tempo passa muito bem.


A esta hora já não tenho cabeça para coisas que me façam puxar pelo intelecto. Por isso, depois de afazeres múltiplos sentei-me aqui a ouvir música. Escolhi a Carolina de Chico Buarque com a Carminho, uma maravilha. Quis colocá-la no Um Jeito Manso mas não é possível incorporá-la no blogue. Por isso, desisti.

Lembrei-me, então, que, no outro dia, no Público, vi como algumas figuras públicas ganhavam em beleza com a idade (essencialmente artistas de cinema, se bem me lembro). Hoje tentei rever isso mas não encontrei. Nabice minha, certamente. O sono tira-me a inteligência.

A inteligência e a paciência: também não tive paciência para andar à procura.

Resolvi, então, encontrar eu imagens de pessoas que mantivessem a beleza ou o carisma com o passar do tempo. Difícil é escolher mas a esta hora também não tenho pedalada para superar dificuldades. Por isso, vou aqui colocar apenas o que me vier à cabeça em primeiro lugar, três homens e três mulheres.

E é isso que vos vou mostrar e não me perguntem a que propósito vem isto hoje porque não faço ideia. Tenho é pena de não ser capaz de pôr as fotografias do antes e do agora, ao lado uma da outra. Se calhar, se me esforçasse, conseguiria. Mas a verdade é que também não tenho paciência para investigações nestas matérias.


Homens (especiais)





Chico Buarque, um senhor, um sedutor, um homem com uma grande pinta e a quem o tempo não retira uma pitada de charme. 


A voz parece que foi feita para nos prender. Um fiozinho de voz que nos enleia.


(Chico Buarque nasceu em 1944)



António Fagundes, encantou-me pela primeira vez como Cacá já lá vão uns mil anos. Gozão, folgazão, lindão.


E o tempo só tem feito maravilhas com ele. Tem um charme, uma voz e um corpo que até fazem impressão.


(António Fagundes nasceu em 1949)

  

José Mourinho é um desafiador, um insubmisso, um homem com uma enorme auto-confiança. Por vezes arrelia ver o que parece ser arrogância. Mas a verdade é que consegue bons resultados por onde passa (com uma ou outra excepçãozita que não vale a pena trazer para aqui). Mas, independentemente disso, tem charme, tem carisma e é bonito - e parece que cada vez mais.


(José Mourinho nasceu em 1963)

[Não faço ideia de como é que às vezes consigo pôr duas fotografias ao lado uma da outra, nem porque é que umas vezes consigo escrever o texto ao lado ou ao meio e outras vezes nem pouco mais ou menos. Calha. E já estou maçada com isto porque fica sem uma linha gráfica coerente mas, paciência, fica mesmo assim]


Mulheres (especiais)
























Jodie Foster (aliás, Alicia Foster) nasceu bonita e cresceu sob a luz dos holofotes. Muito talentosa, uma actriz ímpar, com uma personalidade extraordinária, continua bela e, por onde passa, irradia luz e carisma. A idade não a perturba nem lhe retira elegância e graça.



(Jodie Foster nasceu em 1962)





Carolina de Mónaco foi famosa desde que nasceu filha de pais famosos, príncipes de um prinicipado que mais parece de brincadeira. Um rochedo, um mar azul, barcos, casinos, beautiful people. tem tido uma vida de paixões, desamores, infelicidades. Tudo sob exposição pública. Nasceu muito bonita, uma princesa simpática. O tempo não lhe tem retirado a elegância, a dignidade, a beleza.


É mãe de filhos lindos, uma das quais, Charlotte, a faz lembrar quando jovem. Carolina já é avó (mas avozinha só se for para despertar maus instintos aos lobos maus que por aí andam...)


(Carolina Grimaldi nasceu em 1957)




Rita Blanco é uma das nossas maiores artistas. Não se leva a sério, é uma mulher livre, tem uma personalidade forte, tem um sentido de humor desconcertante. 


À primeira vista pode parecer que não liga muito à sua imagem mas a verdade é que é elegante, moderna e, na sua simplicidade, tem charme e carácter.


(Rita Blanco nasceu em 1963)


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Não é a Carminho com o Chico. Nem a Carolina. Esses só aqui.

É Chico Buarque com Bebel Gilberto: A mais bonita. 




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E tenham, meus Caros Leitores, um belo dia de domingo!