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quarta-feira, março 16, 2011

Que se aquietem os demónios à solta no Japão e que a vida renasça rapidamente dos destroços

Não parece possível que tenha acontecido tamanha destruição, não parece possível que os abalos sísmicos não parem, não parece possível que uma tragédia nuclear ainda possa estar para acontecer.

E, no entanto, salvo algumas imagens desesperadas, as imagens mostram-nos pessoas que não se atiram para o chão, que não se deixam morrer de desespero, que, frequentemente, apenas com um pequeno saco na mão onde guardam alguns pertences, sorriem, dizendo que haverão de se reerguer.

Pelo grande infortúnio que atravessam, pela coragem extraordinária, por tudo, daqui lhes envio de novo uma flor que renasce, descobrindo uma vida nova.

Pelo Japão

勇気を持って幸せしてください。ここから私はあなたに連帯を送ってください。

(I hope this makes sense to you, brave people)

sábado, outubro 16, 2010

Giorgio Morandi imodestamente ao pé de Coisas de Casa



Coisas de Casa (alheia)


Giorgio Morandi (1890 – 1964) foi um pintor italiano que pintou essencialmente naturezas mortas, sobretudo, composições de objectos domésticos tais como garrafas, jarros, caixas.

Pintou os mesmos objectos vezes e vezes sem conta, com uma grande sensibilidade ao equilíbrio das formas e à harmonia das cores.

Hoje podemos ver na sua economia de meios uma aproximação ao abstraccionismo e foi, sem dúvida, um percursor do minimalismo.

Ele explicava: "O que me interessa sobretudo é a expressão do que existe na natureza, no mundo visível. Nada é mais abstracto do que a realidade" (coisa com que concordo em absoluto).
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