Isto da silly season é lixado. Não é que temos sido assolados com notícias ainda mais bizarras, anedóticas, impensáveis, inimagináveis, ridículas quiçá, insuportáveis sobre o governo, a PJ e o Montenegro? Nem os génios do comentário televisivo tipo Rosa do Observador, Calafate, Ricardo Costa ou Maria Castelo Branco conseguiram antever estas bizarrias. Suponho que nem no país mais recôndito dos confins de África ou da Oceania um membro do governo manda investigar publicamente um outro membro do governo que por acaso até é o ministro das polícias. Mas em Portugal acontece! Para cúmulo o ministro investigado até agradece e não se demite. Isto não é uma bizarria, é uma pouca vergonha!
Será que isto aconteceu porque o Luís Montenegro, por acaso, PM, está ausente, a banhos? É que o Luís que jurou a pés juntos, perante toda a maralha, que este ano ia finalmente trabalhar e, como tal, não podia ir a banhos, mentiu, mais uma vez, descaradamente. Foi apanhado com o amigo Hugo na praia, com os pezinhos na areia. Este caso não é uma bizarria. É apenas o costume! O Montenegro mente descaradamente. E não se deve pensar que a ministra da Justiça se atirou ao Neves porque o PM se pisgou para os Algarves e houve faita de coordenação no governo? É evidente que coordenação no governo nunca houve, e que este governo é uma manta de retalhos de incompetentes. A coisa aconteceu porque alguém tentou ficar melhor na fotografia e sair o menos chamuscado possível.
Será uma bizarria a notícia de que a DST, que factura cerca de 700 milhões por ano e tem milhares de empregados, ter ido a um concurso do MAI como parte júnior num consórcio liderado por uma empresa que instala painéis solares e carregadores de automóveis, com menos de 20 empregados e cuja lista de referência não menciona um único trabalho do âmbito do concurso? Talvez... Mas, no caso Neves, o que não faltam são bizzarias.
Até um camião com químicos perigosos para fazer drogas foi parar a um canto de um armazém de materiais de construção civil, propriedade do amigo do peito do Neves. E que dizer sobre o amigo do Neves, que por acaso fazia obras na PJ e que tinha feito obras na herdade do Neves, também trabalhar na casa do diretor financeiro da PJ? Será apenas amizade compincha ou o empreiteiro curte trabalhar para aquecer? Isso é que seria verdadeiramente bizarro!
E será bizarro e surpreendente que um terço dos membros do governo tenha empresas? Bizarro é, dir-se-ia que deviam ter mais que fazer, mas, surpreendente não é, por alguma razão, o governo não toma nenhuma medida para garantir equidade fiscal. Então a rapaziada do governo ia prejudicar-se a si própria? Querem é pagar o mínimo de impostos possível. Que mal tem, a maralha que pague a conta!
Assim, e para termos ainda mais com que nos divertir este Verão, proponho que se faça uma contagem das mentiras do Neves e do Montenegro e se comparem o número de mentiras de cada um com o número de mentiras ditas pelo Trump. Apostaria que o Neves já disse mais coisas que não correspondem à verdade desde que começou a ser questionado, do que as mais de 30 vezes que o Trump informou que tinha chegado a acordo com o Irão sem que tal tivesse acontecido. Para que conste, a mentira do Montenegro sobre as férias vale por 100 na contagem.
Nota: A malta que pertence aos AAN, Amigos Anónimos do Neves, talvez influenciados pelos APN (Amigos Públicos do Neves muito representados na comunicação social), comentam sempre que podem que o Neves é uma vitima da extrema direita e que fez tudo numa de voluntarismo. Tenho uma notícia a dar-lhes. Quem fez trapalhadas, cometeu irregularidades e, provavelmente, ilegalidades foi o Neves. A extrema direita como é seu hábito aproveita e cavalga a onda, mas, de facto quem fez asneiras foi o Neves. Recordo-lhes que por se branquearem estes e outros tipos de coisitas é que o Montenegro é PM e o Trump presidente dos EUA. Pensem nisso.
1 comentário:
O Neves não me interessa para nada. Vejo apenas que as notícias sobre ele são sempre meia verdade e meia mentira. Quero lá saber da extrema-direita e do Neves. Por aí...até acho que o que Costa fez com a imigração em massa foi um crime. Em quatro ou cinco anos fez entrar nesta terra cerca de um décimo de população. O dobro dos retornados em 1975. Pior ainda, imigração que na larga maioria não serve para nada em tempos de revolução no trabalho com a automação e a IA. Os empresários agrícolas alentejanos precisam de gente para apanhar fruta? Vejam o youtube e a maquinaria inteligente que já por aí há. Precisamos sim de mão de obra qualificada. Mas essa ou não vem para cá ou está na sala de partidas do aeroporto de Lisboa.
Pelo que leio já não fala do Alexandre. Foi confuso, foi uma gritaria mas no final ele conseguiu levar o processo até ao fim. Este não vai para demissão pela certa.
Concentre-se pois no Neves que nem a sua amiga da Saúde abana.
Enviar um comentário