UM JEITO MANSO
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Bertold Brecht
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sexta-feira, agosto 05, 2016
Deve ou não o Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais Rocha Andrade demitir-se por ter ido à bola a França à pala da Galp?
E os outros dois?
E os outros todos, governantes e deputados, que desde sempre aceitaram oferendas e prebendas de generosas empresas?
E os deputados que fazem perninhas aqui e ali?
E só os actuais ou também os da anterior legislatura?
Pergunto. Só pergunto.
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Penso que, no que ontem escrevi sobre o assunto, deu para depreender que eu nunca iria a França ver um jogo da Selecção por cont...
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sexta-feira, outubro 31, 2014
Os condenados de horário zero. O desespero. 'O balão' de outros tempos. O retrocesso. O caminho em direcção ao fim dos tempos?
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Se, no post a seguir a este, a música, a sensualidade, a beleza e o glamour andam no ar, aqui, agora, a conversa é outra. Infelizmente mui...
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quinta-feira, dezembro 05, 2013
Morreu Nelson Mandela? Tenho para mim que não. Madiba continuará na memória das pessoas de todo o mundo a dançar, a sorrir, a mostrar a extraordinária alegria e força de querer e perdoar, a agraciar o mundo agreste com a sua ingénua amabilidade
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Não gosto de obituários. Geralmente mal morre alguém conhecido, logo as redes sociais se apressam a registar a notícia. Raramente alinho...
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domingo, novembro 24, 2013
Cavaco Silva fez o inevitável: enviou para o Tribunal Constitucional, para fiscalização preventiva, o diploma da 'convergência' das pensões (estúpido eufemismo para 'corte' das ditas) e, face a isso, o Governo prepara uma alternativa (ou vingança?): novo aumento de impostos. E o violento aqui é Mário Soares...?!?! Poupem-me.
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Até que nível de pobreza querem Passos Coelho e Paulo Portas conduzir Portugal? O Ricardo Araújo Pereira no Governo Sombra é que cl...
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terça-feira, maio 21, 2013
Sobre o Conselho de Estado que ainda dura já lá vão sete horas - já devem estar a discutir o pós-euro ou o século XXII... só pode... - não há nada a dizer. Jorge Miranda, Guilherme de Oliveira Martins, Bagão Félix e toda a gente com dois dedos de testa já não vêem é a hora de estarmos no pós-Passos e pós-Cavaco. Por isso, dou a voz a Brecht: "Do rio que tudo arrasta, diz-se que é violento. Mas ninguém chama violentas às margens que o comprimem", e poema "Aos que virão depois de nós", e sobre "O analfabeto político" e "Nada é impossível de mudar". E, agora, vou tomar um comprimido para a constipação e enfiar-me na cama.
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A quem protesta contra o roubo, a insensatez, a incongruência, a incompetência, o empobrecimento, há quem chame indelicado. E o que se dev...
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quinta-feira, setembro 22, 2011
Sobre os insubstituíveis, sobre si, sobre a vida breve, sobre o tempo que foge
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Depois de ter acabado de escrever sobre Júlio Resende que, tal como todos os artistas, era maioritariamente constituido por células imorta...
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