terça-feira, março 31, 2026

Todos os dias uma novidade... e cada uma mais maluca que a anterior...

 

Não estou obcecada, estou é preocupada. Os preços a dispararem, e não se sabe até que níveis, e não se sabe se não vai haver mesmo escassez, os juros a subirem, muita gente com a corda na garganta... e sem perspectivas de até quando e sem se conseguir antever o nível de gravidade que tudo isto pode atingir.

Não me parece razoável que alguém se mantenha alheado do que está a passar-se.

Imagine-se que os jovens que Trump quer enviar não se percebe para quê, se para ocupar a ilha de Kharg se para lá ir roubar petróleo (e qualquer das situações se traduzirá numa matança), são da nossa família, os nossos filhos, os nossos netos. Gostaríamos que, à nossa volta, as pessoas se mantivessem indiferentes? 

E o grave não serão apenas os mortos: será a violência dos ataques seguintes e as consequências cada vez mais brutais.

E isto seria mau se fosse o plano de um estratega, de um imperialista racional. Agora imagine-se o que é isto nas mãos de um maluco que devia estar internado.

Hoje soube que os briefings diários de Trump, levados a cabo pelos militares constam de vídeos de cerca de dois minutos em que, basicamente, se vêm coisas a irem pelos ares.

E ele, ao ver aquela 'fúria épica', delira e fica furioso por a comunicação social não se fazer eco de tantos feitos.

Hoje também ouvi um editor do Finantial Times falou com ele ao telefone e que ele lhe perguntou se devia invadir a ilha ou ficar-lhes com o petróleo. O jornalista disse que não lhe competia a ele dizer mas que achava que não ia ser fácil, ao que Trump respondeu que não, que ia ser fácil. Assim, toma aquele maluca as decisões.

Uma loucura.

As autoridades norte-americanas dizem que Trump recebe informações sobre a guerra com o Irão através de montagens de vídeos de ataques

Três responsáveis ​​norte-americanos em funções e um antigo funcionário afirmam que as Forças Armadas dos EUA compilam montagens de vídeo de ataques a alvos iranianos para apresentar ao presidente Donald Trump. Courtney Kube, da NBC News, relata como estes vídeos preocupam alguns aliados de Trump, que temem que este não esteja a receber uma visão completa da operação.

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Trump admite secretamente que seu principal capanga 'é louco' | Dentro da cabeça de Trump

Michael Wolff e Joanna Coles exploram um período caótico em que os impulsos de Donald Trump colidem com consequências globais, revelando um presidente movido menos por estratégia e mais por instinto, ego e controle da narrativa. Desde contradizer abertamente sua própria posição sobre o voto por correspondência até colocar seu nome na nota de dólar, Wolff e Coles identificam um padrão de comportamento que prioriza domínio e atenção em vez de consistência.

À medida que a guerra com o Irão entra em uma fase volátil sem um objetivo claro, Wolff argumenta que nunca houve um plano real — apenas improvisação que agora se transforma em risco — enquanto Coles investiga se existe uma lógica oculta nos bastidores ou apenas confusão disfarçada de bravata.

A conversa se aprofunda na dependência de Trump em contar histórias para sobreviver a danos políticos, sua fixação em ressentimentos com a aproximação das eleições de meio de mandato e as fissuras crescentes em seu círculo íntimo, desde a instabilidade de RFK Jr. até dúvidas crescentes sobre figuras-chave responsáveis por executar políticas.

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