Não vou explicar em pormenor, repito apenas que me faltam os meios para que os meus dedos consigam pronunciar-me capazmente sobre a embaraçosa situação do Luís Neves, que se vai enterrando mais a cada dia que passa, da insustentável situação do incompetente e irresponsável Fanã-Alex, da vergonhosa e preocupante incompetência da Ana Paula Martins, do absoluto zero que é o Lentão Amaro e de todos quantos, feitos zombies, se arrastam no governo do Montenegro, o tal que anunciou que não ia de férias e que agora foi fotografado a banhos no Algarve, como sempre, cosido com o trauliteiro-mor Hugo Soares.
Tivesse eu um computador e o tanto que teria para dizer. Até invocaria o caso de um tal director que, tendo tido problemas e remodelações por fazer em sua casa, 'contratou' a empresa que tinha contratado para fazer uns trabalhos numas certas instalações, trabalhos esses que, sem o saberem (cala-te boca) pagaram todo o gasto na casa do dito director. E isto foi-me contado por quem tinha todas as provas. Isto numa outra vida, outros personagens. Há histórias que parece que teimam em repetir-se, mudando apenas os personagens. Um tédio.
Mas não tenho computador. Parece que encomendaram uma peça. Ando mentalmente coxa, parece que me falta a mobilidade. A ver se para a semana, a coisa se resolve.
Entretanto, fui a uma clínica veterinária comprar um shampoo para peles sensíveis para o cão e fiquei com vontade de o experimentar, deve ser bom pois custa dez vezes mais do que o que uso para mim. E quando estava a ser atendida, saiu uma vet toda chiquérrima do consultório e dirigiu-se à funcionária que me estava a atender, a perguntar-lhe por umas fichas não sei de quê. Mas, de repente, levantou o olhar para me pedir desculpa por ter interrompido e, ao dar de caras comigo, soltou uma exclamação e, sem parar de me olhar, repetiu o que tinha dito e disse que eu lhe fazia lembrar uma certa baronesa quando era mais nova. O meu marido depois disse-me: 'Ora aí está uma coisa boa para contares no blog'. Respondi-lhe que é o que dá ele não ler o que eu escrevo. Se lesse, saberia que jamais contaria isso. Gozou comigo 'Aposto que vais escrever'. Portanto, aqui fica a prova provada: perdeu a aposta.
E pronto, como sem computador e com um corrector automático que só à bofetada, fico como se estivesse lobotomizada, totalmente improdutiva, sem saber de que falar, fico-me por aqui
Vou antes ver este vídeo que nada tem a ver com algumas personagens da nossa praça, umas infelizes mancas em classe, savoir faire e requinte, pimbas e intelectualmente balofas -- nada, nada, a ver com as icónicas personagens do vídeo abaixo.
As Gueixas de Tóquio: Por dentro do mundo fechado dos enigmáticos ícones do Japão | Foreign Correspondent
No Japão, a comunidade das gueixas é um mundo fechado. O modo de vida por detrás daquelas mulheres icónicas — com a sua maquilhagem marcante, as imponentes perucas negras e os requintados quimonos de seda — é em grande parte desconhecido, até mesmo para muitos japoneses. Então, como é que as gueixas atuam na era moderna? Como é, de facto, a vida de uma gueixa em 2026?
No programa *Foreign Correspondent*, a repórter Natalie Whiting leva-nos para o interior da vida privada das gueixas. Com um acesso privilegiado, conhecemos uma das gueixas mais famosas do Japão e as jovens que abdicaram das liberdades usufruídas pelas suas amigas para dedicarem a sua vida a uma das antigas formas de arte japonesas. Antigamente, mais de 13.000 gueixas viviam e trabalhavam em Tóquio; hoje, restam apenas cerca de 200. Estão numa missão para se abrirem ao mundo, numa tentativa de salvar esta antiga tradição das artes performativas.
O *Foreign Correspondent* é o programa de atualidade internacional exibido no horário nobre da estação pública australiana, a ABC-TV. Produzimos reportagens aprofundadas de meia hora de duração para exibição nos canais de televisão e plataformas digitais da ABC. Desde 1992, as nossas equipas viajaram para mais de 170 países para cobrir conflitos, catástrofes naturais e agitações sociais e políticas — sempre na perspetiva das pessoas que vivem estes acontecimentos de perto.
Coitado do Luís Neves. No princípio achei a coisa gravíssima. Agora já não. O que vejo é um homem acossado por um bando de gueixas velhas, daquelas que a menopausa deixou com voz de barítono de voz rouca da bebida branca. Já não ligo.
ResponderEliminarO caso Luís Neves, continua a satisfazer a extrema-direita, e a direita que governa no conluio com a direta chegana.
ResponderEliminarIndependentemente dos descuidos - a meu ver, sem consequência ao nível da credibilidade , não está em duvida- o ministro, está a dar um jeitão a Montenegro porque enquanto se critica o Neves, desaparece a incompetência dos ministros da saúde, da educação, do trabalho, do Leitão como a UJM bem lembra...Enfim de uma larga de governantes incompetentes, ou, dizendo de outra forma: são ministros extremamente competentes nas politicas que na prática destroem as conquistas de Abril. E sem duvida que, são nefastos para a sociedade, mas competentes para os ajustes de contas com a democracia.
Quanto ao Ventura. Como é evidente, este vampiro, está de boca aberta para lamber o sangue do Luís Neves - politicamente falando, naturalmente.
É em Ventura, que toda a direita reacionária, espalhada por todas as instituições no burgo, aposta para escorraçar todas as pessoas que não têm posições politicas parecidas . E se não alinham com estes reacionários cheganos e "próxis", então são rotulados de perigosos de esquerda como se ser de esquerda dá sarampo. No Salazar, dava sarampo e até comiam criancinhas.... UJM, peço desculpa na fraseologia nada elegante mas única aplicável nestes casos: puta-que-os-pariu.
Enfim, já andam pela Costa da Caparica empoleirados a ver se apanham carros, rebocos e outras alegrias da construção civil.
EliminarO que me fez mudar de opinião e a olhar a coisa com desconfiança foi a procuradoria europeia.
Num dia anunciam: a procuradoria europeia está de olho. Por acaso um documento interno. Como souberam? No dia seguinte dizem que aquilo que fez levantar as orelhas da procuradoria europeia tinha sido vistoriado pelo tribunal de contas. Duvido que a procuradoria veja mais do que o tribunal de contas viu.
Entretanto percebe-se que há duas auditorias do tribunal de contas. Uma, publicada em 2023, acessível online, refere-se a 2017. O homem ainda não era director. A outra é de Dezembro de 2025 e não está online. Parece que faz críticas mas não impõe sanções. O homem até terá recorrido. Convém lembrar o que o TC disse esta semana da presidência da república. Quase uma centena de recomendações. Marcelo a caminho da Boa Hora?
Hoje a notícia é um concurso em que uma das candidatas foi a Vodafone. Não li se foi ele que presidiu. Mas duvido que num concurso com empresas desta dimensão tenha havido aldrabice.
Mas é onde estamos. Se amanhã um inspector da judiciária for a julgamento porque bateu num carro de outro os jornais vão acrescentar: era diretor da PJ Luis Neves.
Começa a parecer-me que Luís Neves caiu numa armadilha. Traído pela vaidade.
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