Percebemos hoje, com surpresa e agrado, que afinal a fonte de Belém não secou. Terá estado em manutenção, talvez em reparação, mas voltou a jorrar pujante. Diz o Expresso que o Presidente não falou para não adensar a crise. A questão do Seguro não falar é um hábito antigo, para quê comprometer-se?, não é surpresa é mais do mesmo. Mas esta de ele assumir haver uma crise também me surpreendeu.
O Neves segue as pisadas do Montenegro: trapalhadas, irregularidades, quiçá, ilegalidades (até ouve mimetismo na cena dos dossiers na conferência de imprensa, só para inglês ver).
O Fernando com as suas decisões cria desigualdades no acesso dos jovens ao ensino superior e desbarata o erário público para corrigir os erros que originou.
A ministra da saúde dá cabo da saúde dos portugueses.
A ministra da justiça finge que não existe, quando bens sob custódia do estado vão parar a um armazém lá para os lados de Barcelos.
O gabinete do Ventura na AR é, presumivelmente, assaltado.
E, com este panorama, o Expresso refere que há uma crise e que o PR não falou para não a adensar.
Nada mais errado. Este é o normal funcionamento do governo da AD e das instituições. Só os mais tresloucados achariam bem que o Seguro dissesse umas banalidades, que outra coisa não lhe parece vir ao espírito, por causa da situação atual. A coisa está normal, tudo o que o governo faz é asneira. E já agora uma proposta, se de Trump se diz que TACO, não fiquemos atrás dos cowboys: de Seguro se passe a dizer que SACO (Seguro always chickens out). Parece-me adequado!
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