A passagem de um "comboio" de ministros pelas regiões mais afetadas pelas depressões e as declarações que fizeram mostraram mais uma vez que não estão à altura das circunstâncias. São incompetentes, não dizem uma que jeito tenha e são absolutamente incapazes de tomar decisões atempadas e acertadas.
Ouvir a MAI dizer que é altura de "fazer uma reflexão" e que "é tempo de aprendizagem" é tão ridículo como triste.
Quem escolheu esta senhora para ministra da Administração Interna tem um jeito 'enorme" para escolher equipas, certo Luís?
Senhora ministra, saiba que é altura de decidir e agir -- coisas que nem a senhora nem a maioria (senão, todos) os membros do governo têm ideia do que seja. Se quer refletir, vá tirar um curso de filosofia ou entre para as carmelitas descalças. Para ministra é que não serve!
Mais ridículo ainda, se tal é possível, do que a ministra foi o "Lentão" Amaro. Era difícil mas o "Lentão" conseguiu. Não só as declarações que fez, como por exemplo, sobre a ausência da ministra da Saúde atentam contra a sanidade mental dos portugueses como a ideia de fazer um vídeo a roer as unhas é de um ridículo, provavelmente, nunca ultrapassado na política portuguesa. É até insultuoso para os portugueses.
Já agora também é um bocado ridículo, sempre que aparecem vários ministros, aparecer a ministra da cultura que também aparece sempre a rir-se atrás do Luís sem se perceber porquê ou de quê. Nesta visita, a cultura estava representada porque não tinham mais ninguém para mandar? Ou a cultura fazia parte da comitiva porque a comunicação do governo acha que a ministra fica bem na televisão?
A malta da comunicação do governo deve ter ficado um bocado chateada, primeiro porque devem ter proibido a ministra da Administração Interna de falar e ela desobedeceu e falou. Claro que saiu asneira da grossa. Em segundo lugar tiveram aquela ideia peregrina do vídeo do "Lentão" e o povoléu, ingrato, não achou piada. Só atrasados mentais achariam oportuno fazer um vídeo daqueles. Saiu-lhes o tiro pela culatra.
É provavelmente a primeira vez que concordo com a Mariana Leitão, a maioria dos ministros do governo são estagiários. E vão chumbar nos estágios. Hoje, como sempre, o País precisa no governo de gente conhecedora, experiente e com capacidade de decisão. Manifestamente não é o caso dos ministros que temos atualmente! Como é possível que sabendo antecipadamente da chegada das depressões o governo não tenha tomado uma única medida antecipadamente e, posteriormente, tenha ficado paralisado?
Não servem!
Pergunte a quem lá os pôs, Marcelo. Provavelmente foi até ele que escolheu a velha para ministra.
ResponderEliminarEm todo o caso é ele que os aguenta, é ele que os defende. Viu-se em Leiria com os beijinhos à vovó. E é essa grande diferença que vem aí com a saída dele: o governo fica sem motor. Por isso tentaram meter Marques Mendes em substituto. Só que o produto não tinha venda. Por muito correcto que Seguro seja com o governo não será ele o motor do governo. Alguém vai ter de empurrar o carro. Nem que seja para a berma da estrada.
Bom dia.
ResponderEliminarEu não concordo com Mariana nenhuma, se estivesse no lugar de pm, a coisa era igual ou pior, como diz o povo, pimenta no rabo dos outros é refresco.
E se estas atitudes patéticas de quem governa são uma ofensa insultuosa aos portugueses, apraz-me dizer que a maioria merece ser ofendida e insultada, e bem insultada.
E não me digam que são anjinhos inocentes sem culpa, até os animais não caiem duas vezes no mesmo buraco.
Bem haja.
A constatação mais grave, é percebermos que há um país com muitas comissões, muitos grupos de estudo pós tragédias, e quando a necessidade acontece, não há resposta minimamente aceitável , a desorganização é total com um governo aos papéis.
ResponderEliminarDepois aparece Marcelo com o esqueleto da ministra ao lado a dar a cara sem que nenhuma resolução passe por ele porque Montenegro não lhe liga nenhuma porque anda sem freio nos dentes por culpa de que lhe levou o poder ao regaço.
Razão tem o Presidente da Câmara de Leiria, agora as entidades que nada fizeram vêm agora visitar o jardim zoológico como de animais se trate. Isto é miserável.
A criatura, a actual MAI, já tinha sido uma péssima Provedora de Justiça. Pelos vistos, um trabalho que Montenegro apreciou. E lá a foi convidar para fazer de conta que é MAI.
ResponderEliminarO que assistimos não é apenas falta de experiência, é um profundo marasmo operacional mascarado de "tempo de aprendizagem". O governo confunde gestão pública com um workshop de autoconhecimento. Num momento em que o país precisava de ação e de quem soubesse ler o terreno, recebemos vídeos de propaganda e reflexões tardias. Há um desfasamento gritante entre a coreografia política e as necessidades de quem está cá fora, na rua, a sentir as consequências da incompetência.
ResponderEliminarDeixem-me perguntar uma coisa: Não era da mais elementar obrigação do governo (para lá de outras, também imprescindíveis) em circunstâncias de falta de comida, de fraldas, de água engarrafada ou não, colmatar as mais elementares necessidades dos cidadãos? Como dar comida às famílias quando estas não têm meios de a adquirir? Será que no exército não há tendas de campanha para remediar desalojados, ou montar um hospital de campanha para acudir a quem de cuidados primários necessita? Então, para que serve um governo de um país?! Se isto não é possível, então temos um governo de merda (me desculpem o termo.
ResponderEliminarA ver vamos. Primeiro a ministra da Saúde por cada " cavalice " que fazem vem dizer que estão a aprender. Agora a ministra da Administração Interna diz que estão em fase de aprendizagem. Mas isto é o Governo, ou é a Tele-escola ???!!!... ...
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